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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CAFÉ PODE DIMINUIR RISCO DE DEPRESSÃO EM MULHERES


Segundo um novo estudo, algumas xícaras de café por dia podem manter a tristeza longe, pelo menos para as mulheres.
Mulheres que bebem café (com cafeína) são menos propensas à depressão, e quanto mais elas bebem, mais o risco de depressão cai.
O estudo incluiu mais de 50.000 mulheres com idades entre 30 e 55 anos que periodicamente preencheram pesquisas sobre seu consumo de café e saúde. 
Café é um estimulante natural
Nenhuma das mulheres tinha sintomas de depressão ou histórico de depressão no início do estudo, mas durante os próximos 10 anos, cerca de 5% receberam um diagnóstico de depressão ou começaram a tomar medicação antidepressiva.
Comparado com mulheres que bebiam pouco ou nenhum café, aquelas que em média tomavam duas a três xícaras por dia tinham 15% menos chances de desenvolver depressão, mesmo após os pesquisadores levarem em conta uma ampla gama de fatores potencialmente mitigadores incluindo estado civil, igreja e participação na comunidade, além de medidas de saúde diversas.
Beber quatro xícaras de café por dia estava associado com um risco 20% menor de depressão.
Porém, os cientistas alertam que o estudo não prova causa e efeito, por isso não há razão para acreditar que xícara após xícara de café vai prevenir a depressão.
“A mensagem da pesquisa é que é seguro beber café, sem efeitos adversos. Isso é realmente tudo o que pode ser dito”, afirma o coautor do estudo, Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição.
Pesquisas anteriores, incluindo um estudo publicado no ano passado que foi realizado entre homens na Finlândia, já ligaram o consumo de cafeína a um menor risco de depressão e suicídio.
Os cientistas ainda não sabem por que o café pode proteger contra a depressão. Alguns especialistas têm especulado que os antioxidantes no café podem ter benefícios de saúde, mas no novo estudo, pessoas que beberam café descafeinado não eram nem mais nem menos propensas a ficarem deprimidas do que as mulheres que não bebiam café.
A cafeína pode ser responsável, mas os pesquisadores não foram capazes de confirmar ou negar esta teoria, porque não havia dados suficientes disponíveis para determinar se beber chá ou refrigerante com cafeína está ligado a um menor risco de depressão da mesma forma.
Há uma indicação muito forte de que há um relacionamento entre cafeína e depressão, mas isso não significa que o café vai parar a depressão. Os cientistas precisam de hipóteses para o mecanismo no trabalho, e estudar mais a fundo o que está acontecendo.
Outra possibilidade é que as pessoas que não estão deprimidas podem simplesmente ser mais atraídas pelo café do que pessoas mais propensas a depressão. Pessoas não depressivas tendem a ser mais “comportamentalmente ativas”, e beber café pode, portanto, se relacionar melhor com seu estilo de vida.
Da mesma forma, algumas pessoas deprimidas podem afastar-se do café, pois ele pode aumentar a ansiedade, que muitas vezes anda de mãos dadas com a depressão. Aliás, por esse lado, a cafeína pode ter consequências negativas para muitas pessoas, com sintomas de depressão ou não.
Fonte: CNN

terça-feira, 27 de setembro de 2011

OPERAÇÃO SORRISO - CIRURGIA DE CORREÇÃO DO LÁBIO LEPORINO DE GRAÇA


Você sabe o que é lábio leporino? Cientificamente falando, a condição é chamada de fissura labiopalatal. É uma abertura na região do lábio ou palato, ocasionada pelo não fechamento dessas estruturas.
Essas aberturas podem ser unilaterais (somente um lado do lábio), bilaterais (fendas dos dois lados), completas (lábio e palato), ou incompletas (somente uma dessas estruturas). Também podem variar de formas mais leves, como cicatriz, até formas mais graves, como fissuras amplas de lábio e palato. Elas também podem se associar a outras malformações, no rosto ou outras partes do corpo.
Operação Sorisso
A causa exata desse problema ainda é desconhecida. O que se sabe é que esse é um problema congênito, que ocorre entre a quarta e a décima semana de gestação.
Por conta da condição, a aparência da pessoa é prejudicada. Mas as consequências da fissura labiopalatal na vida de uma criança vão além da estética: a deficiência pode causar problemas auditivos, infecções crônicas, má nutrição, má formação da dentição e dificuldades no desenvolvimento da fala.
Com isso, não só a saúde física, mas a psicológica fica abalada. E não são poucas pessoas que sofrem com o problema: estima-se que um em cada 650 recém-nascidos apresente a doença. Hoje, 280.000 pacientes têm a doença no Brasil.
Atualmente, graças ao aperfeiçoamento do ultrassom, o lábio leporino pode ser diagnosticado antes mesmo do parto. Isso permite que, logo após o nascimento, possa-se fazer uma cirurgia corretiva.
Mas, como toda e qualquer cirurgia, ela não é barata nem fácil de conseguir. E, sem o devido tratamento, as fissuras podem provocar sequelas graves, como perda da audição, problemas de fala e déficit nutricional, além do preconceito.
É possível a total reabilitação do paciente, mas, para isso, é necessária intervenção o quanto antes. O tratamento é longo e pode envolver muitas cirurgias.
Muitas dessas 280.000 pessoas brasileiras não têm condições de resolver seu problema. Sendo assim, se você conhece alguém com a doença, tente entrar em contato com a Abbott, indústria farmacêutica que está realizando a Operação Sorriso, agora no Pará.
A instituição conta com 90 mil funcionários ao redor do mundo, e vai realizar 70 operações gratuitas a portadores de lábio leporino. A Abbott ficará a cargo da capacitação de profissionais e medicamento analgésico.
A Operação Sorriso estará em Santarém de 19 de setembro (triagem de candidatos a cirurgia) a 24 de setembro (cirurgias), cumprindo a terceira missão do tipo no país em 2011.
Depois de Santarém, a Operação Sorriso estará em Manaus, em outubro. Esse ano também já realizou cirurgias em Alagoas e Rio de Janeiro
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Serviço:
Abbott Brasil
Centrais de Relacionamento
Para medicamentos, produtos nutricionais, produtos hospitalares e stents cardiovasculares da Abbott: 0800 703 1050, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados).
Para medicamentos da Abbott Produtos para Saúde (anteriormente Solvay Farma): 0800 014 1500, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados).
Para produtos de monitoramento da glicemia: 0800 703 0128, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados).
Correspondência
Caixa Postal: 29246
CEP: 04561-990
São Paulo/SP

8,7 MILHÕES DE ESPÉCIES HABITAM A TERRA


Segundo uma nova estimativa, a mais precisa até hoje, o mundo natural contém cerca de 8,7 milhões de espécies. No entanto, a grande maioria não foi identificada ainda, e sua catalogação poderia demorar mais de 1.000 anos.
O novo número vem do estudo das relações entre os ramos e folhas da “árvore genealógica da vida”.
Embora o número de espécies no planeta possa parecer algo óbvio de se saber, é muito difícil calculá-lo. Há anos os cientistas pensam numa maneira de resolver o problema, já que uma série de abordagens diferentes foi tentada, sem sucesso.
A última tentativa, porém, parece ter sido a melhor aplicada.
Hoje, cerca de 1,2 milhões de espécies foram formalmente descritas, a grande maioria da terra, e não dos oceanos.
Diversidade de seres vivos do planeta
O truque da equipe foi olhar para a relação entre as espécies e os agrupamentos mais amplos a que pertencem.
Em 1758, o biólogo sueco Carl Linnaeus desenvolveu um sistema abrangente de taxonomia, que ainda está, embora com modificações, em uso hoje.
Grupos de espécies intimamente relacionadas pertencem ao mesmo gênero, que por sua vez estão agrupadas em famílias, então em ordens, em seguida, classes, filos, e, finalmente, em reinos (tais como o reino animal).
Quanto mais alto para a árvore hierárquica da vida você olha, as descobertas tornam-se mais raras, o que é pouco surpreendente, já que uma descoberta de uma nova espécie é muito mais comum do que a descoberta de um filo ou classe totalmente nova.
Os pesquisadores quantificaram a relação entre a descoberta de novas espécies e a descoberta de novos grupos superiores, como filos e ordens, e usaram os números para prever quantas espécies permanecem desconhecidas.
A abordagem previu com precisão o número de espécies em vários grupos bem estudados, como os mamíferos, peixes e aves, proporcionando confiança no método. E o número total saiu como 8,7 milhões, com margem de erro de cerca de um milhão.
A grande maioria dos 8,7 milhões de espécies são animais, com números cada vez menores de fungos, plantas, protozoários (um grupo de organismos unicelulares) e cromistas (algas e outros micro-organismos). O número exclui bactérias e alguns outros tipos de micro-organismo.
Se isto estiver correto, então apenas 14% das espécies do mundo já foram identificadas, e apenas 9% desse número nos oceanos.
A equipe que realizou a estimativa alerta que muitas espécies serão extintas antes de poderem ser estudadas.
Os pesquisadores comentam que, quando as pessoas pensam em espécies, tendem a pensar em mamíferos ou aves, que são muito bem conhecidos. Mas, quando você vai para uma floresta tropical, é fácil de encontrar novos insetos, e quando você vai para o fundo do mar e puxa uma rede, 90% do que você vê podem ser espécies desconhecidas.
Caminhando conforme as taxas atuais de descoberta, completar o catálogo levaria mais de 1.000 anos. No entanto, novas técnicas tais como o “código de barras” de DNA podem acelerar as coisas.
Os estudos a fim de chegar a um número mais preciso possível continuarão. Mas algo perto de 8,7 milhões já é demais, e nos mostra o pouco que sabemos sobre as espécies com as quais compartilhamos o planeta.
Fonte: BBC