Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CHOCOLATE ESCURO PARA DIMINUIR A PRESSÃO SANGUÍNEA

O consumo diário de chocolate escuro pode ajudar a reduzir levemente a pressão sanguínea, segundo indica uma análise de 20 estudos
A pesquisa foi feita pelo grupo Cochrane – colaboração internacional de milhares de especialistas que revisam estudos já realizados.
A causa seria o cacau, principal ingrediente do chocolate, que relaxa os vasos sanguíneos.
A teoria é que o cacau contém o flavonoide, que faz o corpo humano produzir a substância química chamada óxido nítrico, que "relaxa" os vasos, facilitando a passagem do sangue e, por consequência, diminuindo a pressão sanguínea.
Os estudos anteriores, combinados pela análise Cochrane, haviam apresentando resultados variados.
A quantidade diária de cacau consumida por cada participante varia de 3g a 105g, mas todos apresentaram uma leve redução na pressão.
Uma pressão sistólica de 120 mmHg (milímetros de mercúrio) é considerada normal. O cacau reduziu-a entre 2 a 3 mmHg.
Especialistas ressaltam que há formas melhores de combater a pressão alta
Mas os estudos duraram apenas duas semanas, portanto os efeitos no longo prazo são desconhecidos.
"Embora não tenhamos ainda evidência de diminuição sustentada da pressão sanguínea, a pequena redução que observamos no curto prazo pode complementar outras opções de tratamento e pode contribuir para reduzir o risco de uma doença cardiovascular", disse a pesquisadora que liderou a revisão, Karin Ried, do Instituto Nacional de Medicina Integrada de Melbourne, Austrália.
Pressão alta é um problema comum, sendo relacionada com 54% dos ataques cardíacos em todo o mundo e 47% das doenças coronárias.
Entretanto, especialistas dizem que há maneiras mais saudáveis de se diminuir a pressão do sangue já que o chocolate possui muita gordura e açúcar.
Há inclusive um alerta na publicação médica Lancet de que o chocolate escuro pode conter menos flavonoide do que se imagina já que a substância pode ser removida por ser amarga.
"É difícil saber ao certo a quantidade de flavonoide do cacau que seria necessária para que seja observado um efeito benéfico e qual a melhor forma de obtê-la", diz Victoria Taylor da Fundação Britânica do Coração (British Heart Foundation).
"As 100g de chocolate que precisariam ser consumidas diariamente, segundo alguns estudos, também viriam com 500 calorias. Isto é um quarto da recomendação diária para mulheres."
"Feijões, maçãs e outras frutas também contêm flavonoide e, mesmo vindo em menor quantidades do que no cacau, estas opções tem menos efeitos indesejáveis do que os encontrados no chocolate", disse ela.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O PRIMEIRO CARRO MOVIDO A AR DO MUNDO


O pequeno AIRPod, o primeiro carro do mundo a utilizar ar comprimido como combustível, já foi testado, aprovado e está à venda. Pode parecer pequenino por fora, mas possui espaço suficiente para três adultos e uma criança.
Ele tem apenas três rodas e, em vez de utilizar volante, o AIRPod é controlado por um joystick, o que dá ao veículo uma aparência de carro de brinquedo. O carro é um protótipo que utiliza combustível alternativo, produzido pela Motor Development International. 
O Airpod

O AIRPod vem em três modelos, variando apenas o número de assentos e a capacidade de carga, mantendo o mesmo chassis básico em todas as versões. Em uma era na qual a sustentabilidade anda em alta, o AIRPod veio para poupar o meio ambiente, reduzindo a emissão de resíduos tóxicos a zero. 
Os protótipos foram testados pela KLM/AirFrance para uso destes veículos nos aeroportos. O AIRPod pesa menos de 500 Kg e foi desenvolvido para mudar o estilo de vida urbano das pessoas, libertando-as dos elevados custos de petróleo, ao mesmo tempo em que não polui o ar. O pequeno europeu pode ser comprado por US$ 10.000. Tentador, não?
Confira no vídeo:

A tecnologia de ar comprimido para mover carros não é uma ideia nova: tem sido experimentada desde pelo menos 1840, quando os franceses Andraud e Tessie testaram um veículo do tipo em uma trilha. Porém, só agora uma gigante do setor automobilístico resolveu levar o conceito a cabo.
A Tata Motors está utilizando motores da empresa MDI, de Luxemburgo, que pesquisa e desenvolve ferramentas com tecnologia de automação do ar por mais de duas décadas.


A companhia comprou os direitos da MDI na Índia há cinco anos, mas o projeto se mostrou mais complicado do que o esperado.
Enfim, em maio desse ano, a Tata Motors anunciou que havia concluído a “primeira fase” do AirPod com sucesso, testando os motores em dois veículos.
O carro está agora na fase 2 de teste, para polir a tecnologia, antes de um lançamento comercial.
O Airpod parece alcançar 64 km/h e ainda não tem preço definido. Feio ou não, zero poluição e R$ 1,25 por 100 km são argumentos mais do que suficientes para garantir seu sucesso de venda.

BELEZAS E MISTÉRIOS DE CAVERNAS TAILANDESAS

Um fotógrafo subterrâneo registrou o interior de 85 cavernas impressionantes na Tailândia, onde vive.
O australiano John Spies, que é explorador de cavernas há 30 anos, fotografou locais como a caverna Tham Lum Khao Ngu (caverna da Montanha da Cobra, em tradução livre) na região central do país, que tem a maior coluna de caverna do mundo, com 62 metros de altura.
Em Pang Mapha, no norte do país, ele capturou formações rochosas incomuns, documentou a arte pré-histórica, cemitérios e templos budistas subterrâneos.
"Encontrei uma nova espécie e gênero de peixe de cavernas, chamado peixe-anjo. Estou trabalhando com arqueologistas tailandeses e estrangeiros documentando as marcas nas cavernas", afirma.
Spies descobriu cavernas nunca visitadas pelos homens que, segundo ele, incluem algumas das mais longas e bem decoradas do país.
Sua experiência na área o levou a trabalhar com o naturalista britânico David Attenborough na série de documentários da BBC Planet Earth.
Além de fotógrafo e explorador, o australiano também é empresário e tem uma pousada no norte da Tailândia.
Fonte:BBC
O fotógrafo John Spies registrou o interior de 85 cavernas impressionantes na Tailândia, onde vive. Acima, a caverna Tham Lod, em Pang Mapha, norte do país. Foto: John Spies/Barcroft
 
 O australiano é explorador de cavernas há 30 anos. Na imagem, uma vista de Tham Lum Khao Ngu (caverna da Montanha da caveira, em tradução livre), que abriga a maior coluna em caverna do mundo, com 62 metros. Foto: John Spies/Barcroft
 Em Pang Mapha, ele documentou exemplares de arte pré-histórica, cemitérios e templos budistas subterrâneos. Na foto, a entrada da caverna Tham Nam Lang. Foto: John Spies/Barcroft
Spies acompanha outros exploradores, arqueólogos e pesquisadores nas expedições às cavernas. Acima, em Tham Pha Puak (Penhasco branco, em tradução livre), em Pang Mapha. Foto: John Spies/Barcroft
Na imagem acima, estalactites azuis penduradas em uma das cavernas naturais de Pang Mapha. Todas as mais de 80 cavernas visitadas por Spies em 30 anos estão no país. Foto: John Spies/Barcrof
 O explorador também registra formações rochosas incomuns nas cavernas tailandesas, como a estalactite em forma de pêndulo na foto acima, na caverna de Tham Pha Mon. Foto: John Spies/Barcroft
 "Encontrei uma nova espécie e gênero de peixe de cavernas, chamado peixe-anjo", diz o fotógrafo. Adaptado ao ambiente, o peixe não tem olhos. Na imagem acima, um rio subterrâneo na caverna Tham Lod. Foto: John Spies/Barcroft
Spies descobriu cavernas nunca visitadas pelos homens que, segundo ele, incluem algumas das mais longas e bem decoradas do país. Na foto, uma coluna de 21,4 metros na caverna Tham Lod, em Pang Mapha. Foto: John Spies/Barcroft
Por conta de sua experiência na área, Spies trabalhou ao lado do naturalista britânico David Attenborough na série de documentários da BBC Planet Earth. Acima, os vulcanitos, formações relativamente raras de calcita, em Tham Pha Mon. Foto: John Spies/Barcroft

Além de fotógrafo e explorador, o australiano também é empresário e tem uma pousada no norte da Tailândia. Na imagem, formação de calcita em Tham Pha Mon, causada pela passagem de água no local. Foto: John Spies/Barcroft


VULCÃO TUNGURAHUA, ENTRA EM ERUPÇÃO E OBRIGA A RETIRADA DE FAMÍLIAS NO EQUADOR


O vulcão Tungurahua, do Equador, vem expelindo lava e rocha derretida, obrigando cento e dez famílias que vivem nas imediações a deixarem a região.
A erupção, classificada como sendo de moderada a forte, gerou uma nuvem de cinzas e vapor de até quatro quilômetros.
Erupção de vulcão Tungurahua, próximo a Quito, obriga retirada de famílias no Equador
Uma série de vilarejos estão sendo atingidos pelas cinzas expelidas pela vulcão.
Centenas de famílias já tiveram de abandonar os seus lares em decorrência da ação do vulcão.

O vulcão Tungurahua, que tem 5.016 metros de altura e fica nos Andes equatorianos, começou seu atual processo eruptivo em 1999. Desde então, alternou períodos de forte atividade com lapsos de relativa calma. Atualmente, sua atividade é considerada “de moderada a alta”.
Vídeo

terça-feira, 21 de agosto de 2012

SONDA CURIOSITY DISPARA LASER EM MARTE PELA 1ª VEZ

O veículo-robô Curiosity da Nasa, que chegou a Marte no começo do mês, efetuou um disparo de laser pela primeira vez em Marte para investigar uma rocha do tamanho de um punho, um feito que os especialistas consideram promissor, informou a agência espacial americana.
O veículo enviado para explorar o planeta vermelho usou sua ChemCam (uma ferramenta que combina câmera com laboratório químico) sobre um pequeno pedaço de rocha, indicou a agência em um comunicado.
"É muito animador, podemos esperar importantes descobertas científicas com a ChemCam, que analisará milhares de objetivos importantes nos próximos dois anos", disse Sylvestre Maurice, um dos encarregados do projeto ChemCam no Instituto de Pesquisas em Astrofísica e Planetologia (IRAP) em Toulouse, sul da França.
Esta pedra foi a primeira escolhida pela Nasa para ser atingida com o laser do Curiosity, para analisar sua composição química (17/08). Foto: NASA/JPL
"É surpreendente que os dados sejam ainda melhores do que os que tivemos durante os testes na Terra", disse o cientista francês, que projetou a ChemCam com o Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES).
A ChemCam é uma das ferramentas mais importantes do Curiosity e uma das mais visíveis, já que está no alto de um mastro fixado na parte dianteira do robô, o que lhe dá a aparência de um ciclope.
Esta revolucionária ferramenta de exploração planetária, composta de um laser, um telescópio e uma câmera, pode fazer uma primeira análise das rochas e do solo em um raio de nove metros ao redor do Curiosity.
A ChemCam emitiu 30 impulsos de laser por 10 segundos na rocha denominada "Coronation" (coroação).
A energia do laser transforma os átomos na rocha em plasma ionizado e brilhante. A ChemCam captura a luz com um telescópio e o analisa com três espectrômetros para obter informações sobre os elementos que formam a rocha.
"Recebemos muitos sinais da Coronation", disse o líder da pesquisa da ChemCam, Roger Wiens, do laboratório americano em Los Álamos, Novo México (sudoeste), emocionado por ver os resultados depois de oito anos de desenvolvimento do equipamento.
A ChemCam foi desenvolvida, construída e testada pelo Laboratório Nacional Los Álamos, em colaboração com cientistas e engenheiros financiados pela agência espacial francesa.
O Curiosity, uma missão de US$ 2,5 bilhões, pousou com sucesso em 6 de agosto em Marte, com o objetivo de descobrir se o ambiente marciano poderia ser propício à vida.
O robô está atualmente na Cratera Gale, a 12 km das ladeiras do Monte Sharp, uma montanha com 5.000 metros de altura.
Composição retrata o primeiro teste do laser pelo instrumento ChemCam, a bordo do Curiosity (19/08). Foto: Nasa
Nova missão à Marte
A Agência Espacial Americana (Nasa) anunciou nesta segunda-feira uma próxima missão a Marte, que prevê enviar em 2016, com o objetivo de investigar o interior do chamado "Planeta Vermelho" para entender porque evoluiu de maneira tão diferente à Terra, se ambos são planetas rochosos.
A missão, denominada "InSight", que no acrônimo em inglês significa "olhar para dentro", viajará equipada com instrumentos para investigar se o núcleo de Marte é sólido ou líquido e por que a crosta não está dividida em placas tectônicas como nosso planeta.
Ter um conhecimento mais detalhado do interior de Marte para poder compará-lo à Terra ajudará os cientistas a entender melhor como se formaram os planetas terrestres e por que evoluíram de maneira tão diferente, assegurou a agência espacial americana.
"A prospecção de Marte se tornou uma prioridade máxima para a Nasa e a seleção da InSight nos assegura que continuaremos desvelando os mistérios do planeta vermelho e sentaremos as bases para uma missão humana", disse em comunicado o diretor da Nasa, Charles Bolden.
Bolden assinalou que o recente sucesso da aterrissagem em Marte do robô explorador Curiosity "estimulou o interesse do público na prospecção espacial e o anúncio de hoje deixa claro que haverá mais missões apaixonantes" a esse planeta.
A missão, prevista para partir em setembro de 2016, será liderada por Bruce Banerdt, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena (Califórnia, EUA), e a equipe do cientista incluirá investigadores de todo o mundo.
O Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (CNES) e o Centro Aeroespacial Alemão contribuirão na criação de alguns dos instrumentos que a Insight levará.
A InSight será construída segundo a tecnologia espacial utilizada na missão Phoenix, o veículo estacionário lançado em 2007 que concluiu que houve água na superfície perto das regiões polares do planeta.
A Nasa calcula que a missão, excluindo o sistema de lançamento e os serviços de manutenção, terá custo de US$ 425 milhões e terá duração de dois anos.
O JPL fornecerá um instrumento para determinar o eixo de rotação do planeta, um braço robótico e duas câmeras.
O CNES está à frente de um consórcio internacional que construirá um instrumento para medir as ondas sísmicas do interior do planeta e o Centro Aeroespacial Alemão construirá uma sonda subterrânea para medir o fluxo de calor emitido do interior.
EFE