Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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domingo, 11 de novembro de 2012

SCIENCE ILLUSTRATED - DECEMBER 2012


Science Illustrated - December 2012
English | PDF | 64 pages | 29.4Mb

Science Illustrated aims to report on the world of science in a way that's dynamic, engaging and accessible for all.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

FOUNDATIONS IN MICROBIOLOGY: BASIC PRINCIPLES. BY KATHLEEN TALARO

Foundations in Microbiology: Basic Principles. by Kathleen Talaro
7th edition | ISBN: 0071284478 | Pages: 928 | PDF | 55.2 MB
Written with the non-major/allied health student in mind, Foundations in Microbiology, Basic Principles offers an accessible writing style through the use of tools such as case files and analogies to thoroughly explain difficult microbiology concepts. Active learning is promoted via innovative features such as concept mapping and "Visual Understanding" questions (using art to make content connections between chapters). A taxonomic approach is used for the study of pathogens.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A ISLÂNDIA VISTA DO ALTO PELO FOTÓGRAFO RUSSO ANDREY ERMOLAEV E SUAS IMAGENS DE PAISAGENS NATURAIS

Cliques foram feitos a uma distância de até 150 metros de altura.
Imagens impressionantes do país nórdico lembram planeta alienígena.
Imagens aéreas da Islândia feitas pelo fotógrafo russo Andrey Ermolaev mostram uma diversidade de cores e formas na superfície do país, que parece até um planeta alienígena.
Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, o russo de 56 anos teve que segurar sua câmera firmemente para obter as imagens durante sobrevoos, que o deixavam a uma distância de até 150 metros de altura.
De tirar o fôlego: Fotógrafo Andrey Ermolaev, voou cerca de 4.300 milhas acima da Islândia para capturar essas imagens épicas e cenas naturais impressionantes.
A 100 metros de altura, uma foto extraordinária de um rio a uma curta distância do oceano.
Espetacular: Esta foto hipnótica de um rio mostra o caminho extraordinário que flui em várias ramificações.
Beleza áspera: Esta imagem de um rio, uma vez que o fluxo de areia vulcânica escura antes de desembocar em um lago não pareceria fora de lugar em uma galeria de arte moderna.
As cores leitosas neste canal são causados ​​por uma geleira
Ramificando-se: A impressão de uma árvore é evocado nesta foto de um rio costeiro.
Glorioso: Os “cliques” incríveis foram capturadas a partir de uma aeronave leve.
Beleza que flui: Rochas no quadro da paisagem de neve ao lado de um rio com redemoinhos num tons de azul miríade.
Alien: A cascatas do rio sobre a areia, criando padrões incríveis, antes de desembocar no oceano.
Fotógrafo russo Andrey Ermolaev diz que as paisagens incríveis na Islândia combinam com o seu espírito.
Sr. Andrey contratou os serviços de um piloto local com conhecimento especializado da paisagem para criar as imagens surpreendentes.

PRIMEIRA “ÁRVORE GENEALÓGICA” DAS AVES - EVOLUÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO

Pesquisadores da Universidade de Sheffield (Inglaterra), Universidade Yale (EUA), Universidade da Tasmânia (Austrália) e Universidade Simon Fraser (Canadá) montaram a primeira árvore genealógica das aves.
A árvore foi construída juntando dados de fósseis que se estendem por milhões de anos, DNA, mapas de distribuição das espécies e cálculos, e levou quase cinco anos de análises relacionando cerca de 10.000 espécies de aves existentes hoje.
A partir desta árvore, é possível ver onde o surgimento de novas espécies tem sido maior e como tem ocorrido, um processo conhecido como especiação. A análise mostra que a especiação tem aumentado bastante nos últimos 40 milhões de anos.
Outro dado surpreendente foi que a variação da especiação não acontece com a latitude (distância do equador). Não são as regiões tropicais, ricas em espécies de aves, que têm a maior taxa de especiação. A maior variação acontece com a longitude: o hemisfério ocidental tem mais especiação que o hemisfério oriental.
Estes dados devem também servir para determinar quais aves têm prioridade no desenvolvimento das políticas conservacionistas, para salvar a maior diversidade possível da extinção. Por exemplo, espécies com poucos “parentes próximos” representam uma perda muito maior de diversidade do que espécies cheias de “parentes”, e devem ter prioridade.
A primeira árvore genealógica, que liga todas as aves vivas revelam quando e onde elas evoluíram e diversificaram desde quando os dinossauros caminharam sobre a Terra, foi criada por cientistas da Universidade de Sheffield.
O gráfico também apresenta uma “taxa de diversificação”. A taxa de diversificação é maior nas espécies em que o número de especiações e extinções é maior. Espécies mais estáveis têm menor taxa de diversificação. No gráfico, a cor azul representa a menor taxa de diversificação, que aumenta à medida que passa para o verde, o amarelo e termina no laranja, que é a maior taxa de diversificação.
O estudo é extenso, e o relacionamento das espécies não só no tempo, mas também geograficamente, enriqueceu muito a visão sobre a origem e evolução das aves.
Porém, ainda existem alguns problemas não resolvidos pela árvore, causados pelo fato do registro fóssil não ser completo. Como consequência disso, o modelo liga a diversificação das espécies à sua localização atual, em vez da localização em que se originaram, onde o clima e a distribuição de espécies provavelmente era bem diferente. Para mapear os movimentos de espécies do passado, é preciso encontrar mais fósseis.
Mesmo assim, os pesquisadores acreditam que esta árvore familiar vai sobreviver ao teste do tempo. Novos dados podem mudar alguns de seus detalhes, mas não se espera nenhuma alteração radical.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

TARÂNTULAS SÃO DESCOBERTAS NO BRASIL



O aracnólogo brasileiro Rogério Bertani, do Instituto Butantã, publicou no periódico científico ZooKeys um trabalho em que ele estuda algumas aranhas e acrescenta a descrição de 9 novas tarântulas descobertas no Brasil em regiões da Mata Atlântica, do Cerrado e da Caatinga.
As aranhas pertencem a três diferentes gêneros, Typhochlaena, Pachistopelma, e Iridopelma, e como são espécies recém-descobertas, não se sabe quase nada sobre elas.
As tarântulas escaladoras vivem em árvores e bromélias que existem no tronco das árvores. Elas tem o corpo mais leve, as patas mais longas e são bastante ágeis.
Outro tipo de aranha descoberta é uma tarântula que vive em bromélias, a segunda espécie deste tipo.
A descoberta destas novas espécies fora do Amazonas, que elevou o número de espécies conhecidas de 7 para 16, mostra como conhecemos pouco a fauna destas regiões.
Todas estas aranhas são bastante coloridas, o que deve aumentar a pressão sobre sua população , com gente as capturando para vender como bichos de estimação.
Conheça um pouco mais as novas espécies:
1 – Typhochlaena amma
Typhochlaena amma
O nome desta aranha se refere ao projeto AMMA – Levantamento Faunístico de Aracnídeos e Miriápodes da Mata Atlântica, dos aracnologistas do Museu Nacional no Rio de Janeiro, responsáveis pela coleta, que aconteceu na Estação Ecológica de Santa Lúcia, no município de Santa Teresa, Espírito Santo.
Todos os exemplares conhecidos desta aranha vem de Santa Teresa e Domingos Martins, na região montanhosa do Espírito Santo.
2 – Typhochlaena costae
Typhochlaena costae
O nome desta aranha é um matronímio em homenagem a Miriam Costa, que coletou esta e outras espécies novas de aranhas durante os vários anos em que trabalhou no Instituto Butantã. A coleta foi feita durante o resgate de fauna na Unidade Hidro Elétrica Luis Eduardo Magalhães (uma fêmea), em Palmas, no Tocantins. Outras aranhas foram encontrados em Lajeado, também no Tocantins (um macho apanhado em uma armadilha), e na fronteira entre o Maranhão e Piauí (exemplares imaturos em amostras de árvores fósseis).
3 – Typhochlaena curumim
Typhochlaena curumim
O nome significa “criança” na língua tupi, uma referência às crianças locais que encontraram a aranha, bem alto em uma árvore, durante uma expedição aracnológica na Reserva Ecológica Estadual Mata do Pau-Ferro, em Areia, na Paraíba.
Até agora só foram encontrados três exemplares, todos eles na reserva “Mata do Pau-Ferro”, embaixo de uma casca solta, em setembro de 1999.
4 – Typhochlaena paschoali
Typhochlaena paschoali
Esta aranha recebeu o nome em homenagem ao ambientalista brasileiro Elbano Paschoal de Figueiredo Moraes, falecido em abril de 2011, e que foi um dos fundadores da ONG “GAMBÁ – Grupo Ambientalista da Bahia“.
Os 16 exemplares conhecidos foram encontrados na Bahia e em Pernambuco, embora este último talvez seja da Bahia, e está constando como Pernambuco por um possível erro de etiquetagem.
5 – Pachistopelma bromelicola
Pachistopelma bromelicola
Esta é uma aranha que vive em bromélias, onde encontra água, alimento e faz suas tocas de seda. Foram encontradas na região costeira, no estado de Sergipe e norte do estado da Bahia, algumas até perto de casas e jardins. Mas também foram encontradas em bromélias no meio da Caatinga de Jeremoabo, e em ambiente de restinga.
Na imagem acima, as fotos 52 a 55 mostram exemplares imaturos, a foto 56 é de uma fêmea e a foto 57 de um macho, todos de Mata de São João, Bahia, exceto o macho, que é de Jeremoabo, também na Bahia. A barrinha preta serve de escala, e tem 10 mm de comprimento.
6 – Iridopelma katiae
Iridopelma katiae
R. Bertani deu o nome a esta aranha em homenagem a sua esposa, Kátia de Mendonça Faria, que preparou as ilustrações de vários trabalhos de taxonomia de aranhas, inclusive o trabalho em que estas aranhas é apresentado.
As aranhas acima são duas imaturas (140 e 141), uma fêmea (142) e um macho (143), todas registradas no Parque Nacional Chapada Diamantina, em Mucuge, Bahia. Esta aranha é endêmica da Chapada Diamantina e arredores, na Serra do Espinhaço. Elas foram encontradas debaixo de pedras e dentro de bromélias.
7 – Iridopelma marcoi
Iridopelma marcoi
Essa aranha recebeu o nome em homenagem a Marco Antonio de freitas, zoologista e geógrafo brasileiro que coletou o espécime. Foi encontrada em São Desidério, na Bahia, sob uma casca de árvore. Só um exemplar, fêmea, é conhecido.
8 – Iridopelma oliveirai
Iridopelma oliveirai
Esta aranha recebeu o nome em homenagem ao juiz João Carlos Sá Moreira de Oliveira, que permitiu ao R. Bertani o acesso a parte dos exemplares nas coleções do Instituto Butantã.
Na foto acima, as duas primeiras são exemplares imaturos em progressão (162-163), uma fêmea (164) e um macho (165), todos de Central, Bahia.
9 – Iridopelma vanini
Iridopelma vanini
Esse animal foi nomeado em homenagem ao entomologista brasileiro, Professor Sérgio Antonio Vanin, que foi orientador de vários aracnologistas, entre eles o R. Bertani, e contribuiu para o desenvolvimento da aracnologia brasileira moderna.
Os exemplares que foram usados para descrever a espécie foram encontrados no Piauí, Maranhão, Pará, e Tocantins. Na foto vemos uma fêmea, registrada em Parnamirim, Piauí.
Fonte: LiveScience

NEW SCIENTIST – 03 NOVEMBER 2012

Release Group: P2P
Release Name: New.Scientist-03.November.2012-P2P
Release Date: 02-11-2012
Filename: New.Scientist-03.November.2012-P2P
Size: 33 MB
Format: PDF
Genre: Science
Language: English
New Scientist - 03 November 2012
PDF | 68 pages | 33 Mb | English
New Scientist is a weekly international science magazine and website covering recent developments in science and technology for a general English-speaking audience. New Scientist has maintained a website since 1996, publishing daily news. As well as covering current events and news from the scientific community, the magazine often features speculative articles, ranging from the technical to the philosophical
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