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terça-feira, 27 de novembro de 2012

UM REFRIGERANTE POR DIA AUMENTA RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA

Homens que consomem uma lata de refrigerante por dia estão sujeitos a um risco maior de desenvolver câncer de próstata, segundo um estudo sueco anunciado nesta segunda-feira.
"Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior", disse à AFP uma das autoras do estudo, Isabel Drake.
O estudo, que será publicado na próxima edição do American Journal of Clinical Nutrition, baseia-se no acompanhamento de mais de 8.000 homens da região da cidade de Malmö (sul da Suécia), com idade entre 45 e 73 anos, durante uma média de 15 anos. Todos anotaram minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram.
O estudo acompanhou mais de 8 mil homens suecos - Foto de Ed Jones/AFP
Aqueles que beberam um refrigerante (330 ml) por dia estiveram 40% mais propensos a desenvolver câncer de próstata, necessitando de tratamento.
Além disso, aqueles que tiveram uma dieta rica em arroz e massas apresentaram 31% mais chances de desenvolver formas mais benignas do câncer. Este risco foi aumentado em 38% para aqueles que ingeriram grandes quantidades de açúcar no café da manhã, relatou a pesquisadora.
Estudos anteriores já haviam indicado que os chineses e os japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolveram câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.
Uma pesquisa aprofundada sobre a resposta a diferentes dietas de acordo com a genética torna possível "adaptar as recomendações em termos de comida e bebida para certos grupos de alto risco", considerou Drake.

AUMENTO DA ACIDEZ DO MAR DISSOLVE CONCHA DE CRIATURAS MARINHAS

Acidez maior dos oceanos está afetando o ecossistema, segundo pesquisa
Lesmas-do-mar que vivem na Antártida estão sendo afetadas pelo alto nível de acidez das águas marinhas, segundo uma nova pesquisa científica.
Uma equipe internacional de cientistas descobriu que a concha das lesmas está sendo corroída pela água do mar.
Segundo especialistas, a descoberta é importante para se determinar o impacto da acidificação do oceano na vida marinha.
Os resultados foram publicados na revista científica Nature Geoscience.
Ecossistemas
As lesmas-do-mar são importantes na cadeia dos alimentos dos oceanos. Além disso, elas são um bom indicador de quão saudável está o ecossistema.
"Eles são um item importante para diversos predadores – como plânctons maiores, peixes, pássaros, baleias", diz Geraint Tarling, que é coautor do estudo e diretor de Ecossistemas Oceânicos da entidade britânica de pesquisas British Antarctic Survey.
Imagens de Limacina helicina antarctica (a partir do qual o perióstraco foi removido) mostrando os diferentes níveis de dissolução. a) e b) animal, Intacto sem quaisquer indícios de dissolução. c, Nível I: a camada superior prismático ligeiramente dissolvida. d, Nível II: a camada prismática parcialmente ou completamente ausente e a matriz lamelar parcialmente exposta com porosidade crescente na camada superior cristalino. e, f, Nível III: a matriz cruzada lamelar mostrando sinais de dissolução através de grandes áreas do escudo, e a casca se tornando mais frágil devido à fragmentação.
O estudo foi um projeto de pesquisadores da BAS, da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a US Woods Hole Oceanographic Institution e da faculdade de ciências ambientais da Universidade de East Anglia.
A acidificação do oceano ocorre devido à queima de combustíveis fósseis. Parte do dióxido de carbono que está na atmosfera é absorvido pelo oceano. Esse processo altera a composição química da água, que fica mais ácida.
Os dados foram coletados em uma expedição do barco Southern Ocean, em 2008. Os cientistas analisaram o que acontece quando a água marinha do fundo é empurrada para a superfície por ventos.
Essa água é mais ácida e acaba corroendo a aragonita – a substância que forma as conchas das lesmas-do-mar e o perióstraco, ou periostracum, que é a camada mais externa da concha de um molusco ou de braquiópode, similar a uma película de espessura variável, composta unicamente de material orgânico.
"As lesmas-do-mar não necessariamente morrem por conta da corrosão nas suas conchas, mas isso as deixa mais vulneráveis a predadores e a infecções, o que tem consequências no resto da cadeia de alimentação."
Tarling disse que o estudo ainda é um piloto para outras pesquisas que virão, mas que ele já forneceu dados importantes sobre como o ecossistema reagirá a mudanças futuras no oceano.
"Foram necessários vários anos para que desenvolvêssemos uma técnica sensível o suficiente para que analisássemos o exterior das conchas, com auxílio de microscópios de alta potência, já que as conchas são muito finas e os padrões de dissolução são muito súteis", afirmou o pesquisador.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DE QUANTAS SENHAS VOCÊ PRECISA SE LEMBRAR POR DIA?

Excesso de senhas provoca irritação e "fadiga" em usuários!
 Talvez você comece com as senhas para destravar o celular e para ligar o computador da empresa. Na internet, usará senhas para acessar e-mail, Facebook, Twitter, sites de comércio online e assinaturas de sites de notícias. No meio do dia, é hora de lembrar o código do vale-refeição ou do cartão de crédito. Vai sacar dinheiro? Usará a senha alfabética exigida por alguns caixas eletrônicos.
Essa profusão de códigos que somos obrigados a memorizar abre debates sobre segurança online e já ganhou até nome: "password fatigue" ou "password overload" (fadiga ou sobrecarga de senhas, em tradução livre).
Uma pesquisa de agosto da empresa de tecnologia Janrain, feita com 2,2 mil americanos, apontou que 58% dos entrevistados têm cinco ou mais senhas para lembrar, e 30% têm dez senhas.
Mais de um terço deles declarou que preferiria cumprir uma tarefa doméstica – lavar roupa ou limpar o banheiro – a criar um novo cadastro de login e senha.
‘Dor de cabeça’
A atriz brasileira Marianna Armellini se inclui entre as que preferem lavar roupa a inventar uma nova senha. "Anoto as senhas e depois não lembro onde anotei. Entro em pânico se não vejo aquele campo de 'esqueceu a senha'", diz à BBC Brasil.
Algumas das coisas que mais a irritam: memorizar as senhas de sites pouco acessados, como os de milhagem, e aquela autenticação feita por perguntas e respostas. "Como vou lembrar o nome da minha professora preferida do primário?", brinca.
Pesquisa nos EUA aponta que 58% dos entrevistados têm cinco ou mais senhas para memorizar
As senhas acabaram virando tema de um programa humorístico do grupo cênico As Olívias, do qual Marianna faz parte. No vídeo, disponível no YouTube, a personagem dela fica em apuros ao esquecer a senha do cartão durante uma compra – seria a combinação da data da primeira menstruação e do número do sutiã, ou a data do término do casamento?
"Tenho um amigo que, depois que esqueceu a senha para destravar seu iPhone, precisou trocar de telefone! É uma dor de cabeça, porque toda a sua vida está (no aparelho)", conta Marianna.
A professora de inglês Ana Bailune, de 47 anos, de Petrópolis (RJ), diz que as senhas a confundem "a ponto de eu ter que telefonar ao meu marido durante as compras para que ele me ajude a lembrar a senha dos cartões de crédito".
Ela usa com frequência quase dez senhas, entre celular, e-mail, cartões, sites de compras, conta no banco e blogs.
"Uma vez, tentei associar os números a eventos reais, como datas de aniversário, números de casas onde moramos, etc. Não deu certo. Pensava: 'de quem era mesmo o aniversário? Ah, da minha mãe! mas quando é o aniversário dela?'"
Segurança
"Senhas me confundem a ponto de eu ter que telefonar ao meu marido durante as compras para que ele me ajude a lembrar a senha dos cartões de crédito"
Ana Bailune, professora
Para alguns especialistas, essa sobrecarga se dá porque a internet originalmente não foi pensada para conter tantos dos nossos dados pessoais.
Como hoje uma grande parte da nossa vida está sob esses códigos, quão seguros eles são - ou deveriam ser?
Joseph Bonneau, que estudou senhas e segurança cibernética na Universidade de Cambridge, diz que muitas das senhas escolhidas pelas pessoas são extremamente fracas, como ABCDE. Ainda assim, ele não acha que o tema deva ser encarado com paranoia.
"Minha sugestão é ter senhas bem seguras para coisas importantes, como o cartão de banco e e-mail." Nesses casos, diz, vale evitar números associados à sua vida e apostar em em combinações aleatórias de letras e números que, como serão usadas com frequência, acabarão sendo memorizadas.
Para cadastros menos importantes, senhas simples bastam, diz ele.
Outra sugestão de Bonneau é usar "password managers" (gerenciadores de senha), programas que, sob uma única senha mestra, geram códigos para as demais senhas que você precisar. Basta, então, memorizar a senha mestra.
A ideia não é unânime entre os analistas, até porque, caso você esqueça a senha mestra, terá uma grande dor de cabeça.
Alguns sites exigem senhas que desafiam o poder de memória dos usuários
Mas atenção: Bonneau lembra que de nada adiantam essas precauções se o seu computador estiver infectado com programas malignos como "keyloggers", que "leem" tudo o que for digitado ou clicado. Aí, por melhor que seja a sua senha, ela será lida pelo hacker.
Para se prevenir, evite digitar senhas importantes em computadores de lan-houses e, no computador pessoal, tome cuidado ao instalar programas e mantenha antivírus e atualizações em dia.
Sites ‘confusos’
Um empecilho extra é que, mesmo que usuários queiram criar senhas simples, muitas vezes são forçados pelos sites de cadastro a montar combinações difíceis de letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais.
A professora Cristina Asperti, 58 anos, de São Paulo, já desistiu de fazer compras em muitos sites por não se lembrar das senhas. "Os sites estão mais confusos do que eles imaginam e mais difíceis do que deveriam", opina.
Em casos assim, será muito perigoso anotar as senhas, para não ter que memorizá-las?
                      Com tantos códigos, muitos acabam recorrendo à opção de 'esqueci minha senha'

"O que você tem que se perguntar é: de quem quer se proteger?", afirma o brasileiro Dinei Florencio, pesquisador na Microsoft Research. "Se o risco maior for o de encontrarem a anotação em sua casa, então não anote. Mas se o agressor em potencial for remoto, não há problema em anotar."
Ele diz que muitos previram a extinção do sistema de senhas online, mas este sobrevive porque traz vantagens: "É conveniente, amigável ao usuário e as pessoas já conhecem seu mecanismo".
Joseph Bonneau acredita que, na próxima década, talvez precisemos memorizar menos senhas, já que alguns sites começam a fazer logins integrados (ou seja, com um mesmo cadastro você acessa mais de um site).
Quanto a sistemas alternativos de verificação – biométricos, por exemplo –, Florencio acha que eles demorarão a ser aplicados em grande escala. Um dos motivos é que demandariam que usuários instalassem softwares, câmeras, leitores...
"Até que outros sistemas sejam igualmente amigáveis, será difícil substituir as senhas", opina ele. "E acho que seus inconvenientes ainda são pequenos em comparação aos benefícios e ao controle que elas proporcionam aos usuários."
BBC

domingo, 25 de novembro de 2012

CATALUÑA, 160 ciudades ya declaradas "AUTÓNOMA" DE ESPAÑA


Elecciones en Cataluña podría allanar el camino para el referéndum sobre la independencia
Elecciones en Cataluña podría allanar el camino para el referéndum sobre la independencia
Un total de 160 de los 947 municipios de la región de Cataluña, en España, aprobado mociones que se declaran "territorio catalán libre y soberano" desde septiembre.
Estos movimientos son meramente simbólico, sino que fueron aprobadas en un momento clave en la historia de la región y de España.
Este domingo (25), los catalanes votarán en las elecciones que podrían allanar el camino para un referéndum sobre la independencia.
Presidente del gobierno local y de los principales defensores del referendo, Artur Mas, el partido nacionalista Convergencia i Unió (CiU) pidió que se votara después de Madrid se negó a negociar la concesión de la soberanía fiscal de Cataluña. Ahora, las urnas pondrán a prueba la popularidad de sus propuestas.
El debate sobre el derecho a convocar el referéndum es un apasionado de las localidades catalanas de "libres y soberanos", incluyendo Vilafranca del Penedès, a 50 km de Barcelona - la principal región productora de un tipo famoso de los vinos espumosos, el cava.
En la víspera de la votación crucial, la BBC muestra lo que piensa la gente de este pueblo y lo movió el movimiento por la independencia en su día a día.
En el Ayuntamiento
En la prefectura de Vilafranca del pabellón catalán no va acompañada de los españoles, como de costumbre. El único retrato institucional que cuelga en la oficina del alcalde, Pere Regull, es Artur Mas, su compañero de partido.
Aunque el movimiento se declara a la ciudad como un territorio "libre y soberana" ha sido impulsado por los grupos de Esquerra Republicana de Catalunya y Unitat Popular candidatura recibió el apoyo de CiU.
El texto pide al Gobierno catalán para hacer una consulta sobre la independencia de la región en dos años y dice que la ley española sólo está en vigor hasta esa fecha en la localidad de referencia.
"Es un movimiento simbólico que responde al sentimiento (nacionalista). Cataluña como nación tiene soberanía y su derecho a decidir si quedarse o irse (España)", dice Regull, en una entrevista con BBC Mundo.
Los socialistas de la oposición vea la pregunta un poco diferente.
              Pere Regull dice que Catalunya tiene derecho a decidir si quedarse o irse de España
"Estamos a favor de un referéndum, pero en contra de la independencia. Y el movimiento está a favor de ella", dijo Francisco Romero, vocero del Partido Socialista de Cataluña en Vilafranca.
En el bar
El bar donde trabaja, a pocos metros del Ayuntamiento, Roberto saluda a casi todos los que pasa en la calle.
Cubana, vive hace 20 años en Vilafranca y habla con un fuerte acento catalán Caribe. ¿Qué piensa usted acerca del movimiento por la independencia?
"Esta no es mi guerra", dice, mirando las mesas vacías en el bar. "Estoy más preocupado por la crisis. Fui a Miami por unas semanas y cuando regresé todo el mundo estaba hablando de la independencia".
Un cliente entra en la conversación para explicar por qué la independencia soportes. "Imagínese que usted me da 18 euros y voy a devolver tres y me sale el resto. 'S That simple. Cataluña a España da 18 y recibe tres. Así que tenemos esa deuda", explica, refiriéndose al déficit fiscal región.
El cubano es más escéptico acerca de la solución del problema. "Si se toma el 18 a los políticos de aquí, van a pasar 20", dice. "Los políticos son como los jugadores, siempre gastan más de lo que tenemos".
Las cuestiones económicas se encuentran en el centro del debate sobre la independencia de Cataluña. Y uno de los puntos más polémicos es precisamente la diferencia entre los recursos que la región recibe para el país y las transferencias que recibe de Madrid.
Según el gobierno catalán, entre 1986 y 2009 este déficit se situó en un promedio de 8% del PIB.
Para algunos, la diferencia constituye un "robo" o "robar". Otros consideran que es un acto de "solidaridad" con españoles comunidades desfavorecidas.
Cataluña es la región más industrializada de España, pero también tiene una tasa de desempleo del 22% - dos puntos porcentuales por encima de la media nacional. Además, como el resto del país se ha visto obligado a hacer recortes sustanciales en su presupuesto.
En la feria
En una feria callejera en Vilafranca durante la campaña electoral de este domingo, poner propaganda de los partidos políticos comparten espacio con puestos de venta de verduras y vendedores de ropa barata.
El oferente es variada. Incluye la independencia, la unión con España y el federalismo.
En medio del bullicio de la feria, la argentina María, que vive en Villafranca durante 22 años, dice que, en su opinión ha cambiado desde que la ciudad fue declarada "libre y soberano": "Nada catalán Hay muchas banderas en los balcones,. que embellecen la ciudad. "
Para María, la independencia beneficiaría a los catalanes. "En un principio, sería difícil para la región, pero prosperar pronto", opina.
Rafael está de acuerdo y dice que a pesar de la declaración era meramente simbólico, su simbolismo es muy importante. "Refleja el sentimiento de la gente de aquí", dice.
Ya Marina, que está en el paro, dice que recibe su agradecimiento por desempleo al gobierno central y no sabría cómo su situación si Cataluña se convirtió en independiente.
"Con la crisis, esto no es un buen momento (para aumentar la independencia)", opina.
En los viñedos
Los viñedos en la que fabrica el famoso cava catalán en la caída que implica alrededor de Vilafranca como una amplia túnica amarilla.
La venta de cava genera un total de 1 millón de euros ($ 2,7 millones) al año, por lo que el sector del motor económico de la ciudad, junto con la industria automotriz.
Representantes de la industria evitar pronunciarse sobre las demandas de independencia. "Hacemos vino, no política", repite a menudo.
Pero la separación no siempre es posible. En 2005, un boicot de cava catalán fue promovida por internet, por lo que las ventas españolas caen un 6,6%, según el diario El País
Ahora, con la polémica sobre la independencia regional centro del debate político en España, los temores crecientes de un nuevo boicot.
BBC: Pablo Esparza