Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

OS ESQUELETOS, HUMANOS, DOS GIGANTES DO EQUADOR

Na Província de Loja, Sul do Equador e fronteira com o Perú, há muito tempo se ouve lembranças que narram estranhos ossos muito similares aos de humanos mas de incrível tamanho, que teriam sido encontrados por vários personagens nos belos vales dessa Província.
Por muito tempo o mais famoso e conhecido destes “personagens” foi o padre Carlos Miguel Vaca quem custodiou até sua morte em 1999 vários ossos e fragmentos desenterrados de um lugar denominado “Changaiminas” que traduzido ao espanhol significa “cemitério dos deuses” em 10 de dezembro de 1965.
Vários fragmentos foram transferidos ao Instituto Smithsoniano dos Estados Unidos, para que se estude sua densidade, antiguidade e peso. Se realizou um programa de televisão transmitido para todo o Equador e que durou duas horas e meia pela cadeia Ecuavisa, conduzido pelo conhecido diretor de notícias dessa emissora: Alfonso Espinoza De Los Monteros.
Atualmente, fragmento procedente dessa coleção, está exposto pelo mundialmente conhecido investigador UFO Klaus Dona em suas exposições de “Mistérios não Resolvidos“. Vários outros fragmentos se sabe que são parte de coleções particulares, pessoas que embora não estejam interessadas em ocultá-los, não os expõe publicamente.
Desse esqueleto fragmentado anteriormente citado, se estudaram sete fragmentos por sete diferentes cientistas e anatomistas, que confirmaram que são parte de um esqueleto humano que é sete vezes o tamanho de um humano atual. Formações de quartzo que cobrem as porosidades da superfície dos ossos indicaram uma datação em dezenas de milhares de anos.
O cientista: Alex Putney, “o californiano” participou da reconstrução deste esqueleto em base dos fragmentos, comandando uma “equipe criativa de luxo”, em oito meses obtiveram o resultado que pode se observar nas imagens abaixo deste artigo.
Agora este esqueleto pode ser visto no “Parque dos Mistérios” em Interlaken, Suiça, desde 2004. Site oficial, clique aqui.
Os Gigantes do Equador
No vídeo abaixo o próprio padre Carlos Miguel Vaca dá uma entrevista a um investigador. Ao ser questionado sobre a existência de seres gigantes extraterrestres na Terra, e a aceitação desta realidade para o Vaticano, o padre toma a Bíblia e lê os versículos onde aparecem as provas de que estes seres não eram fantasia ou alegoria, mas seres reais de carne e osso.

Estes são alguns versículos na Bíblia que comprovariam a existência destes gigantes na Terra:

“Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso.” Deutoronômio 3.11
“Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” Números 13.33
“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6.4
 Só não entendo que aos fatos narrados na Bíblia são passados bem distantes do equador!!!!
De acordo com os descendentes das civilizações que habitavam aquela região, estes gigantes “desceram dos céus”, o mesmo é confirmado também pelos Incas;
Estes seres habitavam a costa do Equador e possuíam inimizades com os índios que habitavam a região distante da costa;
Devido às maldades cometidas por estes seres contra os índios, “bolas de fogo” caíram na Terra e os eliminaram;
Existem mais esqueletos de gigantes escondidos na América do Sul;
A opinião de Jaime Rodriguez é que estes gigantes não são os mesmos gigantes revelados por Zecharia Sitchin, os Anunnakis, pois possuem uma origem e história particular na América do Sul, ou seja, se trata de uma outra raça. Acredita que são seres que foram expulsos de seu planeta, assim como muitas outras raças que já estiveram por aqui. Conclui que esta informação não é divulgada porque o poder estabelecido está nas mãos dos judeus, que não querem que a humanidade tenha um despertar de consciência sobre sua verdadeira origem e não tome conhecimento sobre o contato da humanidade com seres extraterrestres. O motivo seria o medo de perder o controle sob o “rebanho humano”, já que os Goyim (escravos, serventes, não-judeus) são explorados para que eles possam viver como “deuses” na Terra.
De acordo com estas informações, se deduz que antigamente a Terra recebia seres de outros planetas e que por algum motivo este contato foi interrompido. As “bolas de fogo” que “queimaram” estes gigantes, segundo os nativos, poderiam ser um ataque de outra raça alienígena ou castigo de seus superiores por seus atos na Terra.
Estes gigantes são Anunnakis, os filhos de Enki, pois é relatado que após o dilúvio a américa do sul se tornou o destino destes Anunnakis para criar um novo reino. E são eles os “deuses” representados pelos Incas e Mayas, como Quetzacoalt ou Bolon Yokte, sendo que este último está previsto que retorne à Terra em 2012.
Entre os milhares de textos maias conhecidos, há apenas um que faz menção à data. Uma inscrição encontrada na ruína de Tortuguero (Costa Rica) diz que nela virá à Terra Bolon Yokte K’u, deus associado à guerra e à criação. Um indício indireto da mesma profecia está nos “Livros de Chilam Balam”. Escrita por vários autores após a conquista espanhola, a obra traz previsões para os katuns que, num outro sistema de contagem de tempo, se repetem a cada 256 anos. Para o katun associado a 2012, o livro prevê a chegada de vários seres, entre eles “aquele que vomita sangue” e o deus Kukulcan, muito popular na América Central”. Fonte: Revista Galileu
“As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México. [...]
Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro “seria investida a deidade Bolon Yokote”, um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C. O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.
O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam “preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse”. Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual”. Fonte: Terra
Fica evidente que os ossos destes humanóides comprovam o que está na Bíblia e na história dos povos antigos da América do Sul(Mayas e Incas) e que devido ao poder egípcio/judaico/sionista na Terra, este conhecimento foi suprimido propositalmente,  para que os serventes humanos acreditassem no que o poder estabelecido dita como sendo verdadeiro.
Aqueles que controlam a economia, as corporações, os bancos, são os mesmos que controlam as religiões, e que são os descendentes daqueles que há milhares de anos dominavam regiões do mundo através das mesmas práticas utilizadas hoje em dia, o assassinato, o engano e a fraude.
Isto explica o porquê dos judeus se considerarem “o povo escolhido por Deus” e porque os fundamentalistas radicais sionistas tratam os não-judeus como animais ou escravos. Eles sabem sobre esta verdade mas não querem que seus serventes descubram, já que usam a humanidade como escravos para que eles vivam como “deuses” na Terra. É exatamente a mesma forma de governo que existiu na Suméria, na Babilônia e no antigo Egito. E mais recentemente, Império Romano, Império Britânico e atualmente Império Judaico/Sionista (Nova Ordem Mundial), que no fim das contas, possui simbologia egípcia (de volta às origens!).
Ou seja, os reinos e o poder planetário surgiram com a chegada e instalação destes seres na Terra, seus descendentes herdaram por linhagem sanguínea os tronos e com o passar do tempo, estes descendentes se espalharam pelo planeta, fazendo com que o poder passasse para seus descendentes e mantivesse o resto dos humanos como seus escravos.
O retorno destes seres à Terra seria o fim da mentira e da enganação, talvez seja por isto que a elite judaica/sionista boicote ou manipule tudo que é relacionado à civilizações antigas e extraterrestres.
Quem desejar saber mais sobre os gigantes Anunnakis, este é o link.

INGERIR REMÉDIOS COM GRAPEFRUIT (TORANJA) PODE CAUSAR DANOS À SAÚDE

Outras frutas cítricas, como a laranja, podem produzir efeitos similares. Mas há menos estudos a respeito
O número de medicamentos que, misturados à grapefruit, podem causar graves problemas de saúde, entre eles a morte súbita, disparou, alerta um pesquisador canadense.
Em artigo publicado no Canadian Medical Association, David Bailey, um cientista do instituto Lawson Health Research Institute de Londres, Ontário (sudeste), disse que mais de 85 medicamentos, muitos deles muito prescritos para transtornos médicos comuns, interagem com essa fruta, também conhecida como toranja.
Mais de 85 remédios interagem com a fruta - Foto de Jay Directo/AFP
Seu consumo traz riscos quando é misturada a certos fármacos, pois inibe uma enzima que metaboliza os medicamentos ingeridos e, consequentemente, os fármacos entram na corrente sanguínea com uma potência tal que podem causar overdose.
Entre os fármacos que interagem com o grapefruit há anticancerígenos, remédios para o coração, analgésicos e remédios para o tratamento da esquizofrenia. Todos são administrados por via oral.
Não é preciso comer muito grapefruit para que esta associação faça efeito. Beber um copo de suco de grapefruit com a medicação pode causar efeitos colaterais graves, como hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, problemas respiratórios e até morte súbita.
Bailey detectou o vínculo tóxico pela primeira vez há 20 anos.
Mas o número de medicamentos que potencialmente podem interagir com o grapefruit e causar graves efeitos para a saúde saltou de 17 a 43 nos últimos quatro anos, disse Bailey.
"Quão problemáticas são estas interações? A menos que os profissionais de saúde estejam conscientes de que o evento adverso que observam pode se dever à recente incorporação da toranja na dieta do paciente, é muito pouco provável que este assunto seja investigado", disse Bailey.
No geral, os pacientes não dizem que comem toranjas e os médicos não perguntam, lamentou o especialista no artigo.
O fruto traz risco quando misturado com certos fármacos, pois inibe uma enzima que metaboliza os medicamentos ingeridos e, consequentemente, os fármacos entram na corrente sanguínea com uma potência tal que podem causar overdose.
Entre os fármacos que interagem com o grapefruit há anticancerígenos, remédios para o coração, analgésicos e remédios para o tratamento da esquizofrenia. Todos são administrados por via oral.
Não é preciso comer muito grapefruit para que esta associação faça efeito. Beber um copo de suco de grapefruit com a medicação pode causar efeitos colaterais graves, como hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, problemas respiratórios e até morte súbita.
Outras frutas cítricas, como a laranja, podem produzir efeitos similares. Mas há menos estudos a respeito.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

BACTÉRIAS DESCOBERTAS, EM LAGO, VIVEM EMCONDIÇÕES EXTREMAS NA ANTÁRTICA

Lago Vostok, na Antártida, está a quatro mil metros abaixo da superfície de gelo e apresenta condições parecidas com as de Marte
Pesquisadores americanos anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de bactérias que vivem em um lago salgado da Antártica sem luz ou oxigênio, um ambiente extremo que pode existir em outras partes do nosso sistema solar.
Este lago, chamado Vida, tem concentrações muito elevadas de amoníaco, nitrogênio, hidrogênio, enxofre e óxido nitroso, mas também abriga microorganismos sob 20 metros de gelo, taxa de salinidade superior a 20% e temperatura inferior a 13 graus centígrados.
"A descoberta deste ecossistema nos dá pistas não apenas sobre outros ambientes gelados e isolados da Terra, mas também sobre um modelo de vida em outros planetas cobertos de gelo que podem abrigar depósitos de sal e oceanos, como “Europa”, uma das luas de Júpiter", disse Nathaniel Ostrom, da Univerisdade de Michigan e coautor do trabalho publicado nos Anais da Academia Americana de Ciências (Pnas).
Desenho detalhado - "O lago da vida"

As altas concentrações de hidrogênio e óxido de nitrogênio em forma gasosa provavelmente proporcionam a fonte de energia química para a existência deste ecossistema isolado, estimam os cientistas. Estes gases se formam a partir de reações químicas da água muito salgada com rochas ricas em ferro.
"Não conhecíamos até agora quase nada sobre estes processos geoquímicos e da vida microbiana nestes ambientes gelados, especialmente em temperaturas abaixo de zero", disse Alison Murray, do Instituto de Pesquisas do Deserto da Universidade de Nevada.
Apesar das temperaturas baixas, da ausência de luz e da forte salinidade, este ambiente abriga uma fauna abundante de bactérias capazes de sobreviver sem a energia solar.
Estudos prévios no lago Vida revelam que estes ecossistemas bacterianos estiveram isolados de qualquer influência externa durante quase 3 mil anos, ao contrário de outros ecossistemas extremos que vivem sem luz próximos a fontes hidrotermais no fundo dos oceanos.
Quando da descoberta do Lago Vostok e a possibilidade de vida extraterrestre
A notícia promissora é esperada para lançar luz sobre a possível descoberta de vida extraterrestre, chegou recentemente da Antártida, onde um grupo de cientistas russos e engenheiros conseguiram perfurar uma superfície de gelo sólido de cerca de 12,366 pés e encontrar  um lago de água em estado líquido, o  maior dos cerca de 150 lagos preso sob a superfície de gelo do continente.
O Lago Vostok é uma massa de água sub-glaciar, localizada na Antártida, por baixo da Estação Vostok, centro de investigação russa. O lago está a quatro mil metros de profundidade abaixo do gelo, tem quarenta milhões de anos e levou vinte anos de perfuração para ser descoberta. É algo inédito para a ciência espacial e pode impulsionar outras descobertas em planetas similares, como Marte.
Dada a importância crucial de impedir a poluição da água, que é mantido líquido por pressão e calor a partir do solo abaixo do lago, medidas fortes têm sido tomadas para impedir a contaminação do composto natural.
Se confirmado vida em seu ambiente adverso, crescerá a possibilidade de vida nas luas de Júpiter, um dos planetas onde podemos considerar a possibilidade de vida extraterrestre, dada a similitude de condições entre os dois meios. As expectativas criadas para um evento desta magnitude têm sido aceitas para a comunidade científica, como também certamente mudaria a história da humanidade. Batizado pela comunidade científica de "O lago da vida" tem cerca de 300 quilômetros de comprimento, 50 quilômetros de largura e quase mil metros de profundidade em algumas zonas. Pode ter a água mais pura do planeta, espécies desconhecidas ou muito antigas.

UM REFRIGERANTE POR DIA AUMENTA RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA

Homens que consomem uma lata de refrigerante por dia estão sujeitos a um risco maior de desenvolver câncer de próstata, segundo um estudo sueco anunciado nesta segunda-feira.
"Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior", disse à AFP uma das autoras do estudo, Isabel Drake.
O estudo, que será publicado na próxima edição do American Journal of Clinical Nutrition, baseia-se no acompanhamento de mais de 8.000 homens da região da cidade de Malmö (sul da Suécia), com idade entre 45 e 73 anos, durante uma média de 15 anos. Todos anotaram minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram.
O estudo acompanhou mais de 8 mil homens suecos - Foto de Ed Jones/AFP
Aqueles que beberam um refrigerante (330 ml) por dia estiveram 40% mais propensos a desenvolver câncer de próstata, necessitando de tratamento.
Além disso, aqueles que tiveram uma dieta rica em arroz e massas apresentaram 31% mais chances de desenvolver formas mais benignas do câncer. Este risco foi aumentado em 38% para aqueles que ingeriram grandes quantidades de açúcar no café da manhã, relatou a pesquisadora.
Estudos anteriores já haviam indicado que os chineses e os japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolveram câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.
Uma pesquisa aprofundada sobre a resposta a diferentes dietas de acordo com a genética torna possível "adaptar as recomendações em termos de comida e bebida para certos grupos de alto risco", considerou Drake.

AUMENTO DA ACIDEZ DO MAR DISSOLVE CONCHA DE CRIATURAS MARINHAS

Acidez maior dos oceanos está afetando o ecossistema, segundo pesquisa
Lesmas-do-mar que vivem na Antártida estão sendo afetadas pelo alto nível de acidez das águas marinhas, segundo uma nova pesquisa científica.
Uma equipe internacional de cientistas descobriu que a concha das lesmas está sendo corroída pela água do mar.
Segundo especialistas, a descoberta é importante para se determinar o impacto da acidificação do oceano na vida marinha.
Os resultados foram publicados na revista científica Nature Geoscience.
Ecossistemas
As lesmas-do-mar são importantes na cadeia dos alimentos dos oceanos. Além disso, elas são um bom indicador de quão saudável está o ecossistema.
"Eles são um item importante para diversos predadores – como plânctons maiores, peixes, pássaros, baleias", diz Geraint Tarling, que é coautor do estudo e diretor de Ecossistemas Oceânicos da entidade britânica de pesquisas British Antarctic Survey.
Imagens de Limacina helicina antarctica (a partir do qual o perióstraco foi removido) mostrando os diferentes níveis de dissolução. a) e b) animal, Intacto sem quaisquer indícios de dissolução. c, Nível I: a camada superior prismático ligeiramente dissolvida. d, Nível II: a camada prismática parcialmente ou completamente ausente e a matriz lamelar parcialmente exposta com porosidade crescente na camada superior cristalino. e, f, Nível III: a matriz cruzada lamelar mostrando sinais de dissolução através de grandes áreas do escudo, e a casca se tornando mais frágil devido à fragmentação.
O estudo foi um projeto de pesquisadores da BAS, da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a US Woods Hole Oceanographic Institution e da faculdade de ciências ambientais da Universidade de East Anglia.
A acidificação do oceano ocorre devido à queima de combustíveis fósseis. Parte do dióxido de carbono que está na atmosfera é absorvido pelo oceano. Esse processo altera a composição química da água, que fica mais ácida.
Os dados foram coletados em uma expedição do barco Southern Ocean, em 2008. Os cientistas analisaram o que acontece quando a água marinha do fundo é empurrada para a superfície por ventos.
Essa água é mais ácida e acaba corroendo a aragonita – a substância que forma as conchas das lesmas-do-mar e o perióstraco, ou periostracum, que é a camada mais externa da concha de um molusco ou de braquiópode, similar a uma película de espessura variável, composta unicamente de material orgânico.
"As lesmas-do-mar não necessariamente morrem por conta da corrosão nas suas conchas, mas isso as deixa mais vulneráveis a predadores e a infecções, o que tem consequências no resto da cadeia de alimentação."
Tarling disse que o estudo ainda é um piloto para outras pesquisas que virão, mas que ele já forneceu dados importantes sobre como o ecossistema reagirá a mudanças futuras no oceano.
"Foram necessários vários anos para que desenvolvêssemos uma técnica sensível o suficiente para que analisássemos o exterior das conchas, com auxílio de microscópios de alta potência, já que as conchas são muito finas e os padrões de dissolução são muito súteis", afirmou o pesquisador.