Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

RECURSOS OCULTOS E MUITO ÚTEIS DAS PESQUISAS NO GOOGLE


Qual efeito terá novo algoritmo do Google terá nas pesquisas? Foto: AFP

O site de pesquisa Google está tão presente em nossas vidas que mal conseguimos imaginar como era a internet sem ele. Segundo estatísticas da própria empresa, aproximadamente 300 milhões de pessoas utilizam a ferramenta diariamente. Em 2012, foram feitas, em média, 5,1 bilhões de buscas por dia. No total, foram surreais 1,87 trilhões de pesquisas realizadas no ano passado.
Apesar de tanta fama, ainda há muito a ser descoberto no Google. Confira 11 truques e ferramentas facilitadoras para a sua próxima consulta ao site:
 11. Calculadora
A função de calculadora do Google é muito mais poderosa do que você pode imaginar. Além de resolver contas de matemática básica (como 5+6 ou 3*2), ela é capaz de fazer cálculos logarítmicos, sabe como utilizar constantes (como “e”, o número de euler, e o clássico “pi”) , bem como funções seno e cosseno. O Google também pode traduzir números em código binário – tente digitar “12*3 in binary” (precisa ser em inglês) que você verá o resultado “0b100100″. Clicando em “Mais informações”, o Google Support explica tudo que você gostaria de saber sobre a calculadora.
10. Pesquisa em um site específico
Ao usar a palavra-chave “site:” antes do que você deseja pesquisar, você faz com que o Google só retorne os resultados encontrados neste site específico. Por exemplo, se você procurar por site: biogilmendes,com.br Curiosity, você só receberá como resposta notícias sobre o robô Curiosity que foram publicadas no site do Biogil.
9. Conversões de unidades ou moedas
Esta é bem simples. As conversões de moeda e de unidade são feitas automaticamente pelo Google, basta você digitar o que procura. Você pode, por exemplo, inserir “1 BRL em USD”, “20 C em F” ou “15 polegadas em cm”. Você tem a escolha de escrever as unidades por extenso, como reais e Celsius, ou apenas suas siglas, como BRL e C, uma vez que a ferramenta as reconhece. O resultado da busca é instantâneo, não é preciso entrar em algum site de conversão nem mesmo utilizar a calculadora.
8. Fusos Horários
Outra ferramenta muito simples e prática. Procure por “horario em ” (assim mesmo, sem acento, senão não funciona) e você terá a hora local da cidade ou do país que procurou, bem como descobrirá em qual fuso horário o lugar se localiza. Checar que horas são em Roma nunca foi tão fácil.
7. Pesquisa por um tipo de arquivo específico
Se você sabe que está procurando por um PDF ou um arquivo de Word, você pode pesquisar diretamente por esses tipos específicos de arquivos ao digitar “tipo de arquivo: pdf” ou “tipo de arquivo: doc”. Exemplo: a busca “aquecimento global tipo de arquivo: pdf” só resultará em PDFs sobre o assunto.
6. Exibições de filmes nos cinemas locais
Para pesquisar quais filmes estão sendo exibidos neste momento onde você mora, basta digitar a palavra “filmes”, seguida do nome da sua cidade. Nos Estados Unidos, a ferramenta é ainda mais precisa, uma vez que existe a possibilidade de incluir o seu código postal – nesse caso, o Google já lhe mostra o cinema mais perto do você.
No Brasil, porém, a pesquisa já é bem útil. Como resposta, o site lhe apresenta uma lista dos filmes que estão passando nos cinemas de sua cidade. Ao clicar naquele que deseja assistir, você será redirecionado para uma página contendo todos os locais que exibem o filme escolhido e os horários das próximas sessões.
O nome de cada cinema está lincado a uma página, também do Google, onde você pode conferir todos os filmes atualmente em cartaz lá, além dos horários de suas sessões. Clicando em uma determinada sessão, é possível até mesmo já comprar os ingressos para o filme. Teste com a sua cidade. É de uma praticidade incrível.
5. Previsão do tempo
Outra ferramenta muito útil e que pode nos poupar uns bons minutos. Digite a expressão “tempo em” seguido da cidade da qual você deseja saber a previsão do tempo e o Google lhe trará a temperatura momentânea no local, além da previsão meteorológica para os próximos dias.
O site também inclui no pacote as chances de chuva no momento, o nível de umidade, a velocidade do vento e a previsão da temperatura para as próximas horas. Todas as informações são fornecidas pelo site Canal do Tempo (The Weather Channel). Quer verificar quantos graus faz em Paris neste instante? Fácil.
4. Exclusão de termos da pesquisa
Quando você digita um termo de busca que possui um segundo significado ou uma estreita associação com outra coisa que não te interessa no momento, pode ser difícil encontrar os resultados desejados. Há um jeito de contornar este problema: exclua resultados irrelevantes usando o sinal de menos (“-”).
Se, por acaso, você está procurando por um globo para comprar e quer eliminar as respostas sobre a Rede Globo, é só escrever “globo -rede globo” e uma variedade de globos terrestres à venda aparecem.
3. Índices sociais
Para verificar dados que apontam os indicadores sociais de uma região, como número de habitantes, expectativa de vida ou taxa de desemprego, você também pode confiar diretamente no Google. Na realidade, não é necessário nenhum truque: apenas escreva o indicador que você procura, seguido do lugar (“expectativa de vida na Alemanha”).
O resultado da pesquisa aparecerá em formato de gráfico, comparando o local pesquisado com semelhantes (no caso da Alemanha, surgem também os dados da França e do Reino Unido) ao longo do tempo. Vá deslizando o cursor sobre o gráfico que o Google lhe dará o número exato do índice requisitado em um determinado ano.
Você pode ainda clicar na opção “Explorar mais” no canto inferior esquerdo do gráfico e uma nova página do site se abrirá com todas as possibilidades de pesquisa sobre índices sociais do Google desde a porcentagem de lugares ocupados por mulheres no parlamento nacional até a emissão de CO2 na atmosfera per capita.
2. Definição de palavras
Além de todas as demais utilidades elencadas aqui, o Google também possui a função de dicionário. O site permite que você digite a palavra “define” (inglês para “definir”) e, em seguida, o termo que você gostaria de pesquisar. Portanto, se você ainda está à procura da melhor definição de “amor”, agora sabe que o Google é mais um lugar para se procurar.
1. “Barrel Roll”
E para finalizar a nossa lista, talvez o mais inútil (porém, mais divertido) truque para se fazer com a barra de pesquisas do Google. Basta digitar “do a barrel roll” e acompanhar a mágica acontecendo. Não queremos estragar a surpresa aqui, mas fica o aviso: em excesso, pode causar um pouco de tontura. [The Telegraph]

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A ACIDIFICAÇÃO DOS OCEANOS



A acidificação dos oceanos é conhecida como a irmã gêmea das mudanças climáticas, pois o fenômeno decorre da absorção de CO2 pelos oceanos e a consequente mudança do pH das águas marinhas. Mas ao contrário da mudança do clima, que é monitorada razoavelmente bem com a medição de temperaturas em diversos pontos da superfície terrestre, no caso dos oceanos faltam registros acurados sobre o pH das águas.
Realizar testes de acidez das águas oceânicas com a tecnologia atual é difícil e caro e, com cortes drásticos nas verbas públicas dedicadas à pesquisa em países desenvolvidos – 16,3 % nos últimos três anos só nos EUA – e pouco incentivo vindo do mercado, a situação tende a perdurar.
Para mudar o estado de coisas e permitir o monitoramento dos níveis de acidez das águas, a X Prize Foundation e a milionária Wendy Smith – esposa do fundador da Google, Eric Smith – decidiram oferecer US$ 2 milhões para quem inventar sensores baratos e fáceis de operar. A ideia é dar uma solução ao problema e impulsionar a inovação para que possamos entender melhor as consequências da acidificação oceânica.
A X Prize é uma fundação criada pelo engenheiro americano Peter Diamandis – um entusiasta da tecnologia como solução para problemas contemporâneos – cuja missão é “gerar avanços para o benefício da humanidade” por meio de incentivos à competição.
Desde 1996, a fundação promoveu quatro prêmios e atualmente tem outros quatro em andamento. O primeiro e mais famosos deles, o Ansari X Prize, desafiou equipes a construir e operar uma espaçonave com capacidade para três pessoas. Os investimentos feitos pelos 26 times participantes superaram em dez vezes o valor do prêmio, de US$ 10 milhões.
Os oceanos são ainda os maiores produtores de oxigênio e consumidores de CO2, ou gás carbônico, do planeta. São, eles sim, o verdadeiro “pulmão do mundo”, ao contrário do que se propaga sobre a Amazônia.
O desafio dessa vez é construir sensores que possam ser operados em pelo menos 3 mil metros de profundidade, que tomem medidas precisas sobre a mudança do pH da água e que não precisem ser recalibrados frequentemente. De quebra, os aparelhos precisam ser baratos e acessíveis. A partir de janeiro de 2014, a competição terá prazo de 22 meses – o primeiro ano será dedicado ao desenvolvimento dos sensores e o restante do prazo a testes. O resultado deve ser anunciado em meados de 2015.
Críticos destacam que a capacidade de monitorar a acidez das águas não soluciona o problema e não atinge sua causa – as emissões de CO2. Mas mesmo que seja apenas para saber melhor o tamanho do estrago que acidificação terá para os oceanos – e seus impactos para a humanidade –, a história indica que o prêmio deve gerar resultados.
Um dos primeiros prêmios do gênero aconteceu em 1714 quando o Parlamento britânico ofereceu incentivos monetários para quem inventasse um método simples e prático para determinar com precisão a longitude em que se encontra um navio.
No século XX, com grandes corporações investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento de produtos para criar ou manter monopólio de mercados, os prêmios quase desapareceram do cenário. Voltaram à tona nas últimas décadas com a pulverização dos mercados e a desaceleração das economias desenvolvidas.
Problemas cabeludos a solucionar é o que não falta.

sábado, 28 de setembro de 2013

ONU REFORÇA CONSENSO SOBRE AÇÃO HUMANA NAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Relatório minimiza pausa no aumento de temperaturas nos últimos 15 anos
Um relatório do painel da ONU para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) afirma que há 95% de certeza de que as atividades humanas têm sido o principal agente causador do aquecimento global desde os anos 1950.
O relatório – que é um esforço de diversos integrantes da comunidade científica em todo o mundo – foi divulgado nesta sexta-feira.
Em 2007, o IPCC havia estabelecido em "mais de 90%" a probabilidade de que ações humanas seriam a principal causadora do aquecimento global. 
Tsunamis
 
Desde os anos 1950, a humanidade é "nitidamente responsável" por mais da metade do aumento observado nas temperaturas. Desde 1998, as temperaturas pararam de subir, mas os cientistas minimizaram este fato.
Queimadas
Segundo eles, aquele ano foi muito quente devido aos eventos climáticos El Niño — que ocorrem no Oceano Pacífico e tem grande influência sobre a distribuição de chuva e calor em várias regiões do mundo — e isso contribuiu para que as temperaturas médias parassem de crescer.
O relatório afirma que o aquecimento global é um fenômeno "inequívoco", verificado no ar, nos oceanos e no solo, e que mesmo a interrupção deste fenômeno nos últimos 15 anos foi curta demais para conter esta tendência de longo prazo.
"Tendências baseadas em dados de curto prazo [...] em geral não refletem tendências de longo prazo", afirma o texto.
O painel diz que os gases nocivos ao meio ambiente continuando sendo emitidos, e que isso vai agravar o aquecimento global. Para deter isso, seriam necessárias "reduções substanciais e sustentadas de emissões de gases nocivos ao ambiente".
Cada vez mais quente
O documento foi intensamente debatido por cientistas reunidos na Suécia nesta semana, antes de ser divulgado nesta sexta-feira. Os relatórios do IPCC servem como uma espécie de resumo consensual da comunidade científica para influenciar decisões tomadas pelos líderes políticos mundiais.
Esta é a primeira parte de três grandes documentos que serão divulgados ao longo dos próximos 12 meses. O texto de 36 páginas é considerado o mais abrangente já produzido pelo painel sobre os mecanismos de mudanças climáticas da Terra.
Degelo
O relatório é categórico ao afirmar que, desde os anos 1950, as mudanças observadas são mais intensas do que as verificadas em "décadas e milênios" anteriores.
Nas últimas três décadas, a Terra foi ficando cada vez mais quente – com temperaturas médias provavelmente superiores a qualquer período nos últimos 1,4 mil anos.
"Nossa avaliação científica detecta que a atmosfera e os oceanos se aqueceram, a quantidade de neve e gelo diminuiu, a média do nível do mar aumentou e a concentração de gases nocivos ao ambiente se intensificou", diz Qin Dahe, que é um dos diretores do IPCC.
No resumo do documento, os cientistas dizem que o nível do mar vai crescer em um ritmo mais acelerado do que o registrado nos últimos 40 anos.
A previsão é de que o planeta vai se aquecer em 1,5 graus Celsius até o fim do século.
Fonte:BBC



NOVA ILHA DO PAQUISTÃO FOI CRIADA POR UM TERREMOTO

A força do terremoto que abalou, na terça-feira, a região sudoeste do Paquistão fez aparecer uma nova "ilha" no mar Arábico, a várias centenas de quilômetros do epicentro do terremoto, fenômeno que surpreendeu habitantes e cientistas.
 
 O terremoto de magnitude 7,8 na escala de Richter fez 328 mortos e 450 feridos, segundo o balanço mais recente das autoridades paquistanesas. Este sismo é um dos mais mortíferos da última década no país.
"Não é uma coisa pequena, mas sim uma coisa imensa que emergiu da água", relatou Muhammad Rustam, um habitante de Gwadar, um porto estratégico localizado a cerca de 400 quilômetros a sul do epicentro do sismo que afetou a província paquistanesa de Baloutchistan.
Atração turística
Após o terramoto, os habitantes de Gwadar viram surgir, a 600 metros da costa, uma grande extensão de terra com cerca de 20 metros de altura, 40 metros de comprimento e 100 metros de largura, de acordo com os dados citados pela agência noticiosa France Press.
"É verdadeiramente muito estranho e um pouco assustador ver de repente uma coisa a surgir da água", disse Rustam.
A nova "ilha" suscitou a curiosidade dos pescadores locais, que foram observar de perto o local, bem como de vários fotógrafos amadores.
Especialistas acreditam que a ilhota é temporária.
A imagem acima foi capturada pela NASA a pouco mais de duas horas. Vale muito seguir o instagram da Agência Espacial Americana