Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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sábado, 31 de julho de 2010

DOWNLOADS » Pérolas da Internet
O quadro de humor mais engraçado da Internet agora pra você baixar.
Todos são arquivos públicos que passaram por transformações pela
equipe da Rádio Giga e adaptaram ao formato de áudio de Internet
»  Daqui a 100 Anos - Piada entre os governantes no céu 
querendo saber como será o país deles daqui 100 anos.
»  Disk Sai Capeta. - Você já viu um exorcismo por telefone ?
Então conheça o Disk Sai Capeta.
»  Jornal Bossal - Dois apresentadores muito loucos de um jornal 
qualquer dão as notícias e fazem oque todos tem vontade de fazer,
dar muitas risadas.
»  A Infancia de um deputado - Ouça como é a infancia dos 
deputados do Brasil.
»  Ironia do Corithians - O tiozinho ganha na loteria e vai comprar
um carro novo. É tanta tecnologia que ele se empolga e descobre
como funciona o rádio. Muito boa !
»  Diferença entre homem, mulher e gay. - Jô Soares apresenta 
as grandes diferenças entre o homem, a mulher e o gay em diferentes
ocasiões da vida.
»  Tele Pizza Português - Trote para um escritório de Tele Pizza 
português, mas o cara é muito chato e o atendente perde a paciência.
»  No Céu - Cuidado com oque faz na terra, pois no céu pode voltar
contra você.
»  Vai Wilson Vai - Sátira da clássica I Will Survive em que um rapaz 
se casa com um capataz da fazenda, descobrindo sua feminilidade.
»  Yakissoba - Paródia da música de Bee Gees ensina como fazer 
um Yakissoba delicioso, muito engraçado as expressões faciais e a letra.
»  Zezinho de Pato Branco - Um penalty histórico, uma única 
oportunidade do clube subir para a primeira divisão e o que
o jogador fez ? Ouça !
»  Significado da palavra merda. - Conheça os diferentes significados 
da palavra merda. Muito engraçado.
»  Égua fecha a janela. - No suporte de internet o atendente pede para a
mulher fechar a janela, adivinha oque ela foi fechar ?
»  Suporte de Internet - Um suporte de internet muito comum no 
Brasil, mas mostrado de maneira bem engraçada, de como as
mpresas tratam os clientes como idiotas.
»  Secretária Eletrônica do Hospício - Uma secretária eletrônica
para qualquer tipo de pessoa com problemas emocionais.
»  Vigança do usuário para a Telemar. - Tudo que qualquer pessoa 
gostaria de fazer contra uma empresa de telefonia ou de internet.
O consumidor foi a forra.
»  Temperaturas do Brasil - Conheça as diferentes reações de 
alguns estados brasileiros com as quedas de temperatura.
»  Silvio Santos jogando Counter Strike - Silvio Santos se aventura 
no Counter Strike, vai indo bem até que .....
»  Trote Portugues (O carro não dança) - O portugues comprou um 
carro e achou que ele tinha que dançar só por causa do comercial da TV.
»  Secretária eletrônica portuguesa. - A secretária eletrônica portuguesa 
é a mais eficiente do mundo !
»  É meio ou email ? - O cara xingou muito porque que um email 
era uma informação pela metade, é meio.
»  Musa Motel. - Este hotel ninguém nunca esquece. Que medo !
»  Entrevista com Renato Paulos - Uma ótima entrevista com Renato 
Paulos em que ele fala um pouco de suas amizades, aventuras e os
trabalhos desenvolvidos. Ilário !
»  Fluminense X Barcelona - O maior jogo de todos os tempos, 
adivinha oque aconteceu ?
»  Soldado 24 - O que podemos esperar de um soldado com 
o número 24 ?
»  Locutor Gago - Um locutor gagueja muito para dar uma 
notícia importante na região. Um locutor gago ?
»  Secretária eletrônica inteligente. - Uma secretária eletrônica que 
sabe das coisas.
»  Lula falando Inglês. - Nosso cultural e poliglota presidente 
arriscou algumas palavras em inglês e foi tão chocante
que as pessoas precisaram de especialistas para entender o que
ele dizia.
»  Trote no argentino - Em clima de copa, passamos um trote para 
um argentino logo depois da seleção dos "ermanos" ter perdido
para a Suécia e... só ouvindo pra dar risada.
»  ET Tarado - Um ET usa o telefone e diz que precisa fazer sexo 
por telefone com a sensitiva antes de ele partir ao planeta dele e a
mulher acredita, aaiiiiiii .......

Apostila: Introdução à Biologia das Criptógamas

Título:  Introdução à Biologia das Criptógamas (2007)
Autor: Paula et al.
Idioma: Português
Formato: PDF
Número de Páginas: 194
Tamanho do arquivo: ~1,17 MB
Apostila

Título: Algumas apostilas de Botânica
Autor: ???
Idioma: Português
Formato: PDF
Número de Páginas: Variado
Tamanho do arquivo: < 3 MB
FISIOLOGIA VEGETAL
SISTEMÁTICA VEGETAL
MORFOLOGIA VEGETAL
DENTROLOGIA

domingo, 25 de julho de 2010

Meteorito é encontrado no interior do Rio


Material pesa 600 gramas e tem 12 centímetros de diâmetro.

Suspeita é de que a bola de fogo tenha caído no sábado (19).

Uma pedra encontrada no quintal de uma propriedade rural intrigou os moradores da pequena cidade de Varre-Sai, no Noroeste do estado do Rio. A análise preliminar de astrônomos e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) indica que a pedra é um meteorito. Nesta quarta-feira (23), os técnicos voltaram à cidade em busca de outros vestígios de meteoritos para a elaboração de um estudo.















(Foto: Gilmar Mendes da Silva)


Análise preliminar de astrônomos indica que pedra seria mesmo um meteorito.
Uma análise fotográfica levou pesquisadores americanos a constatar que se trata de um meteorito a pedra encontrada no fim de semana no município de Varre-Sai, no Noroeste Fluminense. O objeto seria um condrito, um tipo rochoso que mantém intactas as mesmas características que tinha antes de chegar à Terra.




O material, no entanto, ainda será analisado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que, numa observação preliminar, confirmaram a constatação americana. Se ficar comprovado que é mesmo um meteorito, será a primeira descoberta deste tipo no país em 19 anos.















(Foto: Gilmar Mendes da Silva)



“A gente pode estar tocando um objeto que estava vagando no espaço há tanto tempo. Muitas pessoas passam a vida tentando encontrar um objeto como este”, diz o astrônomo Marcelo Oliveira.

Como foi

A pedra foi encontrada no último sábado (19) pelo agricultor Germano da Silva, dentro de sua propriedade.

“Vi umas nuvens cor de rosa rodando, deu uma explosão e clareou tudo, depois foram mais três explosões menores”, conta ele. O meteorito encontrado tem 12 centímetros de diâmetro e pesa 600 gramas.

O meteorito encontrado tem 12 centímetros de diâmetro e pesa 600 gramas. Segundo o Clube de Astronomia Louis Cruls, em Campos dos Goytacazes, não havia relatos de queda de meteoritos no país há 19 anos.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Bates Propedêutica Médica - 11ª e 10ª Edição



Bates 11ª e 10ª Edição Propedêutica Médica
Este livro maravilhoso, respeitado em todo o mundo, contém todas as informações necessárias
para a obtenção de uma anamnese clinicamente consistente, de um exame físico minucioso e de
todos os demais elementos que formam o conjunto da Semiologia.
A obra é um guia completo de habilidades clínicas que mostra como identificar os fatos relevantes
da anamnese e como investigar os achados comuns, ensina as melhores técnicas e procedimentos
do exame físico nas diversas faixas etárias, aborda técnicas especiais de avaliação e possibilita
que o leitor aprimore suas técnicas de interpretação.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 18 de julho de 2010

Um Foucault Surpreendente

Depois do Discurso do Método, de Descartes, tem-se como certo que o sujeito é, por natureza, capaz de aceder à verdade, sem conversão prévia.Pouco a pouco se revela uma face ignorada do pensamento de Michel Foucault: o que ensinou no Collège de France. A partir de agora, o leitor pode mergulhar em seus cursos do período universitário de 1981-1982: A hermenêutica do sujeito. As aulas reunidas neste livro visam a reconstituir a história, na cultura antiga, da relação entre a verdade e o sujeito; movem-se em torno da noção da “prática de si”.Passam-se mil anos entre o exercício filosófico platônico e o desenvolvimento do ascetismo cristão: milênio percorrido nesse livro. Ao longo desses séculos, a exigência filosófica e a exigência espiritual foram enlaçadas. Se a filosofia é a interrogação sobre os caminhos que permitem ao sujeito ter acesso à verdade, a espiritualidade, por sua vez, é a “a busca, a prática, a experiência pelas quais o sujeito opera sobre si mesmo as transformações necessárias para ter acesso à verdade”. A exigência da preocupação de si, mobilizando as práticas de si, é a expressão dessa natureza espiritual da filosofia.

Amor e ascese esboçam as duas grandes formas históricas do trabalho de arrancar o sujeito daquilo que ele é, para torná-lo capaz de verdade.O “momento cartesiano” porá fim, na filosofia, a essa preocupação de si, iniciando a modernidade. Depois do Discurso do Método, tem-se como certo que o sujeito é, por natureza, capaz de aceder à verdade, sem conversão prévia: basta aplicar bem o método. É a tradicional exigência espiritual de transformação do sujeito que Descartes expulsa definitivamente do campo filosófico e científico.A espiritualidade implica a transformação do sujeito. Amor (desde Platão) e ascese (de Pitágoras aos últimos estóicos) esboçam as duas grandes formas históricas desse trabalho de arrancar o sujeito daquilo que ele é para torná-lo capaz de verdade. Michel Foucault estabelece um primeiro momento, “socrático-platônico”, representado por Alcebíades. Sócrates ensina ao jovem Alcebíades o seguinte: para aspirar a governar a cidade, é necessário aprender a governar-se a si mesmo. A preocupação de si implica um terceiro: o mestre, seja ele o maiêutico (Sócrates), o fundador da escola (Epicuro), o modelo (Epiteto) ou o correspondente (Sêneca). Com o desaparecimento da preocupação de si, do caráter espiritual da filosofia, desaparece igualmente a necessidade de um terceiro-mestre: Descartes medita sozinho (“cogito, ergo sum”), precedendo, nessa solidão da razão filosofante, Espinosa, Leibniz, Kant.



A prática de si identifica-se com o cuidado da alma: a filosofia é paralela à medicina, sendo o filósofo quem dispensa cuidados à almaO segundo momento transporta-nos ao início da era cristã. A preocupação de si tornou-se uma obrigação de toda a existência. Os epicuristas e os estóicos afirmam que é necessário filosofar durante a vida inteira por meio indireto de práticas de si codificadas em exercícios precisos. A prática de si identifica-se com o cuidado da alma: a filosofia é paralela à medicina, sendo o filósofo – para falar com Epiteto – aquele que dispensa cuidados à alma. Esse momento desenvolve novas tecnologias de si. Primeiro: a parrésia, a franqueza no discurso, o dizer-verdadeiro. E em seguida: a salvação. A filosofia se baseia na salvação; mas esta palavra não corresponde ao que será a salvação cristã. A salvação é uma prática de si pela qual o sujeito salva sua própria vida (enquanto a salvação cristã projeta o sujeito no além). Enfim: a meditação. Longe de ser um jogo moderno efetuado pelo sujeito com seu pensamento, a meditação antiga é o exercício espiritual que transforma o sujeito. Essas formas constituem a ascese. A ascese não é, como no cristianismo, uma renúncia; corresponde, antes, a uma relação plena, acabada, com o si, sendo a idéia da velhice, segundo Sêneca, uma amostra disso. Através da ascese, o dizer-verdadeiro, a parrésia, pode tornar-se o modo de ser do sujeito. Assim, a finalidade da ascese é, antes do cristianismo, quem transformará e, antes da filosofia moderna, quem abandonará a “subjetivação do discurso verdadeiro”.Esse último Foucault é o mais surpreendente e o mais inesperado: é o de uma prodigiosa mutação em seu pensamento. É um pensamento trabalhando, que se entrega em sua parrésia. Nele, Foucault se desfaz de sua pele moderna de filósofo não espiritual, aproximando-se dos filósofos da Antigüidade, dos quais nos fala como se seu estudo já fosse uma prática de si. Ao longo dessa hermenêutica do sujeito, Michel Foucault afasta-se das margens da filosofia moderna para se tornar um filósofo espiritual.
O último Foucault e sua moral


Foucault acabou experimentando, pela antiguidade greco-romana, uma atração tão viva como a que teve seu mestre Nietzsche. A admiração implica uma sinceridade e uma assimetria que repugnam comumente os intelectuais, esta casta de ressentidos; assim, um dia me surpreendi ao ver Foucault abandonar sua mesa de trabalho para me dizer ingenuamente: “Você não acha que certas obras mestras possuem uma esmagadora superioridade sobre as outras? Para mim a aparição do Édipo cego no final da obra de Sófocles...”. Jamais havíamos falado de Édipo Rei; apenas falamos algumas vezes sobre literatura, e esta falsa pergunta expressava uma brusca emoção que não pedia resposta. Igualmente, nossos alternados cantos em homenagem a René Char se reduziam timidamente a algumas frases. Mas quando foi necessário submergir-se na literatura antiga para poder escrever seus últimos livros, Foucault chegou a experimentar um prazer sensível, ao que fiz o possível para conservar, e o ouço ainda dizer, com o laconismo de rigor, que as cartas de Sêneca eram textos magníficos. E é que claro que existe alguma afinidade entre a elegância do indivíduo Foucault e aquela que distingue a civilização greco-romana. Resumindo, a elegância antiga foi secretamente para Foucault a imagem de uma arte de viver, de uma moral possível; durante seus últimos anos, quando trabalhava sobre os estóicos, refletia muito sobre o suicídio: “porém não falarei mais: se me mato, as pessoas bem verão”; sua morte teve algo disso, como se poderia ver. Só que Foucault tinha da moral uma concepção tão particular que finalmente se coloca o problema: é possível, no interior de sua filosofia, uma moral para Foucault?Evidentemente não lhe atribuiremos o propósito de renovar a moral estóica dos gregos. Na última entrevista que a vida lhe permitiu conceder, ele se manifestou claramente: não se encontrará jamais a solução de um problema atual em um problema que, por estar situado em outra época, não é o mesmo senão que por semelhança falaz. Ele jamais acreditou ver, na ética sexual dos gregos, uma alternativa para a ética cristã, mas antes, o contrário. Não existem problemas similares através dos séculos, nem em função de sua natureza, nem de sua razão; o eterno retorno é assim um eterno partir (ele amava esta expressão de René Char), e não existem mais do que as valorizações sucessivas. Em um perpétuo new deal, o tempo redistribui as cartas sem cessar. A afinidade entre Foucault e a moral antiga se reduz à moderna reaparição de uma única carta no interior de uma partida totalmente diferente; é a carta do trabalho de si sobre si, de uma estetização do sujeito, através de duas morais e de duas sociedades muito diferentes entre si.



Moral sem pretensão à universalidade. Foucault era um guerreiro, me dizia Jean-Claude Passeron, um homem da segunda função; um guerreiro é um homem que pode abster-se da verdade, que não conhece mais que prejuízos, os seus e aqueles de seu adversário, e que tem a energia suficiente para abater-se sem necessidade de dar uma razão para justificar-se; “toda respiração propõe também um reino”, escreveu também René Char. O curso da história não supõe problemas eternos, essências, nem dialética, não há nela mais do que valorizações, as quais são diferentes de uma cultura a outra, ou mesmo que de um indivíduo a outro; valorizações que não são, como gostava de repetir, nem verdadeiras nem falsas: elas são, isto é tudo; e cada um é o patriota de seus valores. Eis aqui praticamente o contrário de um fatalismo coletivo à la Spengler. O porvir esfumaçará nossos valores, o passado de sua genealogia, sem dinastia, já nos refutou, mas não importa: eles são nossa carne e nosso sangue, já que há tanto tempo constituem nossa atualidade.Em sua primeira lição do ano de 1983 no College de France, Foucault opunha a uma “filosofia analítica da verdade em geral”, sua própria preferência “por um pensamento crítico que haveria de tomar a forma de uma ontologia de nós mesmos, uma ontologia da atualidade”; ele chegou, naquele dia, até a apelar para “aquela forma de reflexão que, de Hegel à escola de Frankfurt, passa por Nietzsche e Max Weber”: se cuidará de levar longe demais esta analogia um tanto circunstancial, mas dela reterá duas coisas. Os livros de Foucault são, literalmente, livros de um historiador, a menos que aos olhos daqueles que admitiram que não existe história que não seja interpretativa. Mas Foucault não escreveu todos os livros como historiador. Porque a história, essa interpretação, tem por segundo programa o de ser um completo inventário. Claro que Foucault não se tornou historiador mais do que daqueles pontos onde o passado encobre a genealogia de nossa atualidade. Esta última palavra permanecerá como a maior. Não há mais relativismo desde que se deixa de se opor a verdade ao tempo, ou igualmente de identificar o Ser com o tempo: o que aqui se opõe ao tempo como à eternidade é nossa atualidade valorizante. O que importa que o tempo passe e sua fronteira obscureça nossas valorações? Nenhum guerreiro foi perturbado em seu patriotismo pela idéia de que, se houvesse nascido do outro lado da fronteira, seu coração bateria pelo outro lado.A filosofia de Nietzsche – gostava de repetir Foucault – não era uma filosofia da verdade, mas do dizer-verdadeiro. Para um guerreiro, as verdades são inúteis, e mais ainda, são inacessíveis; se elas estivessem ditadas pela semelhança ou a analogia com as coisas, poder-se-ia desesperar ao tentar alcançá-las, como afirma Heidegger em um momento de seu percurso. Mas crendo buscar a verdade das coisas, os homens acabam apenas por fixar as regras segundo as quais será julgado o dizer como verdadeiro ou falso. Neste sentido, o saber não apenas é o lugar dos poderes, uma arma do poder ou ele mesmo poder, ao mesmo tempo que saber: ele não é mais do que poder, radicalmente, pois não é possível um dizer-verdadeiro, mas que pela força das regras impostas em uma outra ocasião por uma história da qual os indivíduos são, ao mesmo tempo e mutuamente, atores e vítimas. Entendemos, então, por verdades, não as proposições verdadeiras a descobrir ou a aceitar, mas o conjunto de regras que nos permitem dizer e reconhecer aquelas proposições tidas por verdadeiras.Convenhamos que em uma filosofia de guerreiro se está mais perto de uma filosofia do ator histórico do que de um fatalismo. Em 1977, Foucault, em uma circunstância que prefiro esquecer, escreveu no Le Monde uma coisa menos esquecível: que as liberdades e os direitos do homem se fundam mais seguramente sobre a ação de homens e mulheres decididos a usar o poder e defendê-los, que sobre a afirmação doutrinal da razão ou do imperativo kantiano. Havia ali, bem entendida, uma denúncia sobre a supervalorização da filosofia: Foucault apenas acreditava que a prática discursiva de uma época encontra o motivo de sua escolha em suas formas intensificadas, em seus textos canônicos ou que a instituição do terror atômico pudesse surgir de um enunciado desafortunado de Descartes. Mas ainda havia mais: a persuasão, fundada por outro lado, da vaidade das racionalizações e dos raciocínios. Faz três ou quatro anos, no apartamento de Foucault, olhávamos uma reportagem na tv sobre o conflito palestino/israelita; em um momento, a palavra foi concedida a um combatente de um dos lados (é indiferente dizer qual). Este homem tinha um discurso distinto daqueles que se ouvem comumente nas discussões políticas: “eu só sei de uma coisa”, dizia o combatente, “e é que vou reconquistar a terra de meus ancestrais. Procuro isto desde que era adolescente; ignoro de onde me vem esta paixão, mas é assim que é”. “Enfim, é isto, tudo está dito e já não há mais nada a dizer”, disse Foucault.



Cada valorização da vontade de poder, ou cada prática discursiva (muitos estudiosos enfatizaram a relação entre Nietzsche e Foucault sobre este ponto) é prisioneira de si mesma, e a história universal é tecida apenas com estes fios; a valoração grega do prazer mais que do sexo, fazia que os gregos não encontrassem outro objeto que não este prazer, sendo que o sexo do parceiro era por demais indiferente. Adivinha-se em que medida esta filosofia, que deixa aos homens, por assim dizer, as razões de sua luta – pois ela mesma luta para evitar toda a razão – haveria de tornar-se impopular. Por sua vez, ela não haveria favorecido estes dois mal entendidos: o desconhecimento do nível transcendental da crítica de Foucault; a interpolação de uma negatividade que permitiria crer no que se deseja e que sempre se está situado no lado correto.Àquilo que chamamos uma cultura não possui nenhuma unidade de estilo, é antes uma confusão de práticas discursivas rigorosamente interpretáveis, um caos de precisão. Mas todas essas práticas têm em comum ser, ao mesmo tempo, empíricas e transcendentais, e como tais, constitutivas, há tanto tempo que não podem ser eliminadas, e só o diabo sabe com qual recurso se haverão de impor em cada caso esses “discursos” (dado que constituem as condições de possibilidade de toda ação). Foucault não se oporia se propuséssemos que o transcendental é ao mesmo tempo histórico. As condições de possibilidade inscrevem toda a realidade no interior de um polígono irregular, cujos estranhos limites não possuem jamais a ampla cobertura de uma racionalidade acabada; seus limites lhes são desconhecidos pela mesma razão e parecem inscritos na plenitude de algum raciocínio, essência ou função. O que é falso, pois constituir é também sempre excluir; há sempre um vazio em redor, mas vazio de que? De nada, um nada, uma simples maneira de evocar a possibilidade de polígonos recortados de outro modo, em outros momentos históricos; uma simples metáfora.Assim, quando Foucault se referia a esse gesto de recorte ou, como ele dizia, de rarefação, e assim também o Grande Internamento na época de Luis XIV, as prisões, etc, parecia estar falando de uma mesma coisa, e de uma coisa apaixonante, que claramente apaixonava o indivíduo Foucault. Mas o nível transcendental que há em tudo isso ficou um pouco esquecido para muitos de seus leitores; pois o propósito do filósofo Foucault não era pretender que, por exemplo, o Estado Moderno se caracterize por um grande gesto de separação, de exclusão, mais que de integração, o qual seria evidentemente excitante para discutir; seu propósito foi o de mostrar que todo gesto, sem exceção, estatal ou não, não completa jamais o universalismo de uma razão, e deixa sempre um vazio, um exterior, inclusive quando este gesto fosse de inclusão e de integração. Do mesmo modo, quando Kant falou da constituição transcendental do espaço e do tempo, estava negando-nos a possibilidade de atuar nesses campos: mas o difícil seria, claro, que em nossa ignorância nos abstivéssemos de atuar.O outro generoso mal entendido vem da mão do famoso vazio; tende-se a imaginar que a finitude de toda prática discursiva não é mais que empírica; assim também o vazio metafórico devém para alguns em um espaço real, povoado com todos os excluídos, expulsos e leprosos, e com os murmúrios de todas as palavras marginalizadas e reprimidas. A tarefa histórica seria então a de restituir-lhes a voz: uma racionalidade da negatividade das posições encontradas restabeleceria, por fim, uma filosofia estimulante, que sustentaria na razão nossos bons sentimentos. Mas se há uma coisa que diferencia o pensamento de Foucault de qualquer outro, é o firme propósito de não fazer um duplo uso, de não reduplicar nossas ilusões, de não afirmar como finalmente verdadeiro aquilo que cada um desejaria crer, de não provar aquilo que é o que deveria ser sobre a base de uma razão de ser. Coisa raríssima, há aqui um filósofo sem happy end; isto não quer dizer que acabe mal: nada pode “acabar”, já que não há mais termino, como não há origem. A originalidade de Foucault entre os grandes pensadores deste século consistiu em não converter nossa finitude em fundamento de novas certezas.Autêntica pintura da história universal, constância evidente dos tempos que tudo apagam; entretanto, nós continuamos sem nada ver, e relendo Kant... A filosofia de Foucault é ao mesmo tempo quase trivial e paradoxal. Foucault se reconhece incapaz de justificar suas próprias preferências; não pode lançar mão nem de uma natureza humana, nem de uma razão, nem de funcionalismo, nem de uma essência, nem da adequação ao objeto. Todos, em suma somos iguais, sem dúvida, mas se é que não se possam discutir mais os gostos e as valorações, com que objetos ter escrito livros de história, que bem podem ser de moral e que certamente são de filosofia? Pois um saber é um poder: ele impõe e se nos impõe, não emana de uma natureza das coisas; mas possui, contudo, seu limite: a atualidade.É o destino da filosofia o que aqui está em jogo, mas é o que ela se obstina? Ao duplicar aquilo do qual os homens estão já suficientemente persuadidos? Mas, apesar do que afirmam os filósofos justificadores ou tranqüilizadores, o espetáculo do passado nos deixa ver apenas outra razão na história que os combates dos homens por aquilo que, nem verdadeiro, nem falso, sem dúvida, se impõe como o verdadeiro a dizer; se isto é assim, uma filosofia não tem mais que um uso possível: fazer a guerra; mas não a guerra anterior: a guerra atual. E, por isso, ela deve começar por demonstrar genealogicamente que não existe outra verdade da história, além deste combate. Sim à guerra, não ao abarrotamento de fanfarrões patrióticos.



Aqui aparece uma característica pouco destacada da obra de Foucault, uma elegância que se fundamentava filosoficamente, que se fazia sensível em sua fala privada, em que a cólera não estava excluída, mas antes, aí como indignação. Foucault jamais escreveu: “minhas preferências políticas ou sociais são as verdadeiras e as boas” (o que quer dizer o mesmo, se concedermos a Heidegger): ele também não escreveu: “as preferências de meus adversários são as falsas”; todos seus livros supõem antes isso: “as razões pelas quais meus adversários pretendem que sua posição seja verdadeira, repousa genealogicamente sobre nada”, Foucault não atacava as escolhas dos outros, mas as racionalizações que os outros incorporavam às suas escolhas. Uma crítica genealógica não diz “eu tenho razão e os outros estão enganados”, mas somente: “os outros não têm razão ao pretender que tenham razão”. Um autêntico guerreiro conhece a falta da indignação, a cólera, o thumos; Foucault não se inquietava por ter que fundamentar suas convicções, bastava-lhe o valor; mas racionalizá-las teria sido humilhar-se, sem nenhum proveito para sua causa.Os homens não podem fazer muito mais coisas do que valorar, não menos que respirar, e se enfrentam por seus valores. Foucault vai tratar de impor uma de suas preferências, resgatada dos gregos, à qual lhe parece ser de atualidade; não o faz por pretender ter razão, nem pelo contrário, procurava ganhar e esperava ser atual. A atualidade limita as preferências possíveis. Max Weber, outro nietzscheano, havia exclamado com beleza: “posto que não existe a verdade dos valores e que o céu se encontra dilacerado, cada um combate por seus deuses, e como novos Lutero, peca resolutamente”: mas as posições inimigas não são assim reversíveis como indica Weber; a atualidade nunca é qualquer uma. Ser filósofo é fazer o diagnóstico dos atuais possíveis, e ao fazê-lo, erigir o mapa estratégico. Com a secreta esperança de influir na definição dos combates. Apanhado em sua finitude, em seu tempo, o homem não pode senão pensar, não importa em que, nem importa quando; já vai reclamar os romanos a abolição da escravidão ou refletir sobre o equilíbrio internacional. Uma memória me vem, que data de 1979; aquele ano Foucault inicia seu curso mais ou menos nesses termos: “Vou abordar certos aspectos do mundo contemporâneo e de sua governamentalidade; este curso não lhes dirá o que é que vocês devem fazer, ou contra quem devem combater, mas lhes proverá um mapa; e em função disso, lhes dirá: se vocês querem atacar em tal ou qual direção, tudo bem, mas aqui há um nó de resistência e, ali um acesso possível”. Foucault acrescenta também aqui algo do qual eu ignoro o sentido exato: “enquanto a mim, não vejo, pelo menos até agora, quais critérios são os que permitiriam decidir contra que coisa devemos nos enfrentar, salvo, talvez, os critérios estéticos”; não devemos abusar destas últimas palavras, que poderiam não ser outra coisa senão uma confissão de ignorância, ou uma distância que toma respeito das convicções de muitos de seus ouvintes. Tudo mais o que pode haver aqui é um vago pressentimento do que será o grande tema no ano de sua morte: não já os critérios estéticos, mas a idéia de um estilo de existência.Porque em L’usage des plaisirs e no Souci de soi, o diagnóstico da atualidade é aproximadamente este: no mundo moderno, parece ter se tornado impossível fundamentar uma moral. Não existe mais uma natureza ou uma razão diante a qual render-se, nem uma origem com a qual estabelecer uma relação autêntica (no caso da poesia, eu diria, é aparte); a tradição ou a sujeição não são mais que situações de fato. Já não apregoamos mais nem a crise e nem a decadência; as aporias da reduplicação filosófica jamais comoveram aos mortais comuns. O que perdura é que os mortais comuns são compostos de sujeitos, de seres desdobrados, que mantêm uma relação ou de consciência ou de conhecimento de si consigo mesmos. É sobre estas bases que julgará Foucault.A idéia de um estilo da existência tem julgado um desempenhado um papel nas conversações e, sem dúvida, na vida interior de Foucault durante os últimos meses de uma vida que ele sabia ameaçada. “Estilo” não quer dizer aqui distinção; a palavra está tomada no sentido dos gregos, para quem um artista era, antes de qualquer coisa, um artesão, e uma obra de arte, uma obra. A moral grega está bem morta e Foucault pensava que era pouco desejável e impossível ressuscitá-la: mas um detalhe desta moral, a saber, a idéia de um trabalho de si sobre si, parecia suscetível de adquirir um sentido atual, a maneira de uma dessas colunas dos templos antigos pagãos que, às vezes, se vê reinstaladas nos edifícios mais recentes. Adivinhamos algo em vista deste diagnóstico: o eu se põe a si mesmo, como uma tarefa a desempenhar, o poder sustentar uma moral que nem a tradição nem a razão favorecem mais: artista de si mesmo exerceria esta autonomia da qual a modernidade não pode senão abster-se. “Tudo desapareceu”, dizia Medeia, “mas uma coisa me restou: eu”. Por fim, se o eu nos resgata da idéia de que entre a moral e a sociedade, ou aquilo que denominamos assim, existe uma ligação analítica ou necessária, então não há mais necessidade de aguardar a revolução para começar a atualizar-nos: o eu é a nova possibilidade estratégica. Foucault, com uma visão ampla das coisas, não pretendeu que nos entregássemos, portanto a uma moral já formada dos pés à cabeça; considerava essas façanhas acadêmicas mortas junto com a filosofia antiga. Mas nos sugeriu uma saída. Levou consigo o resto de sua estratégia. Mas ele, de modo algum, pretendeu apontar uma solução verdadeira ou definitiva; posto que a humanidade se desloca sem parar, sendo também que alguma solução atual revela logo que ela carrega seus perigos, toda solução é então imperfeita, e isso será sempre assim: um filósofo é aquele que, para cada nova atualidade, diagnostica o novo perigo, e mostra uma nova saída. Com esta concepção novíssima de filosofia, a verdade clássica está morta, enquanto que, da confusão historicista moderna se desprende nossa idéia de atualidade.Foucault não experimentou o medo da morte: dizia isso às vezes a seus amigos, quando a conversa recaía sobre o suicídio; e os fatos provaram, ainda que de outra maneira, que não era arrogância. A prudência antiga havia se tornado hábito pessoal para ele, inclusive de outras formas: durante os oito últimos meses de sua vida, a redação de seus dois livros desempenhou para ele o papel que a escritura filosófica e o diário pessoal desempenhavam na filosofia antiga: a de um trabalho sobre si, o de uma auto-estilização (ele mesmo publicou, naqueles dias, no número cinco de Corps ecrit, um penetrante estudo sobre esta questão).Durante esses oito meses, víamos trabalhar tenazmente escrevendo e reescrevendo seus dois livros, saldando esta grande dívida consigo mesmo; ele me falava sem parar de seus livros ou me fazia verificar as traduções; Ao mesmo tempo que se queixava de uma febre ligeira, mas incessante e de uma tosse tenaz que o fazia ir de vagar, cortesmente me fazia pedir conselhos a minha mulher, que era médica e que nada podia fazer, mas... ele sabia.“Você deveria repousar”, eu dizia, “teus estudos de grego e latim te esgotaram” – “sim, mas depois”, respondia; “antes eu tenho que terminar com esses dois livrinhos”.Retrospectivamente, sua atitude não tira o alento. Dar um exemplo vivo, não era outra das tradições dos filósofos antigos? Tudo isso acabava por aclarar para mim, em uma alucinação visual, o mesmo dia da morte de Foucault, alguns minutos antes do telefonema de Maurice Pinguet que me informou do acontecido, quando eu estive em Tóquio, onde também uma rádio japonesa acabara de anunciar a notícia.O homem é um ser que confere sentidos e que algumas vezes estetiza também. Um ano antes de sua morte, Foucault teve um dia a ocasião de falar sobre o ritual da morte solene, tal como se o praticava na Idade Média e inclusive no século XVII: o moribundo, rodeado de todos seus parentes, lhes deixava, de seu leito de morte, suas lições. O historiador Philippe Ariès lamentou que em nossa época esse grande integração social tenha caído em desuso. Foucault mesmo não se lamentou de nada, mas escreveu isto: “eu prefiro a doce tristeza da desaparição a esta morte cerimonial. Há algo de quimérico em querer reatualizar, em um ímpeto nostálgico, as praticas que já não possuem mais nenhum sentido. Tratemos de melhor de outorgar sentido e beleza à morte-desaparição.”

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Um Pedaço de Você

Um pedaço de você já ficou no tempo,
quando você deixou de ler um bom livro,
quando não acreditou naquele amigo…
Quando não aproveitou aquele instante
para falar de amor,
quando não abraçou seu pai e nem beijou a mãe.
Um pedaço de você se perdeu na curva,
quando abandonou o seu sonho sem tentar,
quando aceitou trabalhar onde não gostava,
quando fazia o que não suportava…
Quando disse sim, quando queria dizer não,
quando deixou o amor morrer
antes de nascer, por medo de sofrer…
Um pedaço de você ficou parado,
quando você não quis fazer um novo percurso,
quando se conformou com o velho,
quando ficou parado vendo o povo correr…
Quando votou em branco, se podia escolher,
quando não apareceu quando era esperado.
A vida pede atitude em cada instante,
e passa por cima de quem se cala,
de quem aceita, de quem acredita que tudo
está irremediavelmente perdido.
A vida desacata quem não se aceita,
humilha quem não se valoriza,
ensina com amor os que amam sem medidas,
ensina com dor, os que fogem das lições…
Um pedaço de você quer tudo, outro quer se esconder.
Assim, cabe a você, só a você,
dosar ansiedade e apatia,
ter um tempo para criar e outro para executar…
Falar e ouvir, ensinar e aprender, caminhar e correr…
Amar e ser amado, falar baixo e gritar.
Ter um tempo para refletir…
Só não vale cruzar os braços!
Só não vale não ser você!
Só não vale esquecer:
Que nada é mais importante que você.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Matas Ciliares

O que é Mata Ciliar?


Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos rios, córregos, lagos, represas e nascentes. Também é conhecida como mata de galeria, mata de várzea, vegetação ou floresta ripária. Considerada pelo Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.



O que acontece sem a mata ciliar?

O uso das áreas naturais e do solo para a agricultura, pecuária, loteamentos e construção de hidrelétricas contribuiram para a redução da vegetação original, chegando em muitos casos na ausência da mata ciliar.

ESCASSEZ DA ÁGUA

A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos.

EROSÃO E ASSOREAMENTO












A mata ciliar é uma proteção natural contra o assoreamento. Sem ela, a erosão das margens leva terra para dentro do rio, tornando-o barrento e dificultando a entrada da luz solar.

PRAGAS NA LAVOURA

A ausência ou a redução da mata ciliar pode provocar o aparecimento de pragas e doenças na lavoura e outros prejuízos econômicos às propriedades rurais.

QUALIDADE DA ÁGUA

A mata ciliar reduz o assoreamento dos rios, deixa a água mais limpa, facilitando a vida aquática.

IMPEDE A FORMAÇÃO DE CORREDORES NATURAIS

Essas áreas naturais possibilitam que as espécies, tanto da flora, quanto da fauna, possam se deslocar, reproduzir e garantir a biodiversidade da região.



Para que preservar as Matas Ciliares?

- Reter/filtrar resíduos de agroquímicos evitando a poluição dos cursos d’água
- Proteger contra o assoreamento dos rios e evitar enchentes
- Formar corredores para a biodiversidade
- Recuperar a biodiversidade nos rios e áreas ciliares
- Conservar o solo
- Auxiliar no controle biológico das pragas
- Equilibrar o clima
- Melhorar a qualidade do ar, água e solo
- Manter a harmonia da paisagem
- Melhorar a qualidade de vida



Quais os danos ambientais decorrentes da redução da cobertura florestal e das matas ciliares?

- perda de qualidade da água

- erosão e perda de nutrientes do solo
- aumento de pragas das lavouras.
- assoreamento dos rios e enchentes
- alterações e desequilíbrios climáticos(chuva e aumento da temperatura)
- redução da atividade pesqueira


Legislação

A mata ciliar é uma área de preservação permanente, que segundo o Código Florestal (Lei n.° 4.771/65) deve-se manter intocada, e caso esteja degradada deve-se prever a imediata recuperação.e. Essa lei já existe há 40 anos! Mas nem sempre foi cumprida.

Toda a vegetação natural (arbórea ou não) presente ao longo das margens dos rios, e ao redor de nascentes e de reservatórios, deve ser preservada. De acordo com o artigo 2° desta lei, a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada está relacionada com a largura do curso d'água. A tabela abaixo apresenta as dimensões das faixas de mata ciliar em relação à largura dos rios, lagos, represas e nascentes.



Os ecossistemas formados pelas matas ciliares desempenham suas funções hidrológicas das seguintes formas:
Estabilizam a área crítica, que são as ribanceiras dos rios, pelo desenvolvimento e manutenção de um emaranhado radicular;
Funcionam como tampão e filtro entre os terrenos mais altos e o ecossistema aquático, participando do controle do ciclo de nutrientes na bacia hidrográfica, através de ação tanto do escoamento superficial quanto da absorção de nutrientes do escoamento subsuperficial pela vegetação ciliar;
Atuam na diminuição e filtragem do escoamento superficial impedindo ou dificultando o carreamento de sedimentos para o sistema aquático, contribuindo, dessa forma, para a manutenção da qualidade da água nas bacias hidrográficas;
Promovem a integração com a superfície da água, proporcionando cobertura e alimentação para peixes e outros componentes da fauna aquática;
Através de suas copas, interceptam e absorvem a radiação solar, contribuindo para a estabilidade térmica dos pequenos cursos d'água.

A mata ciliar e a qualidade da água

O principal papel desempenhado pela mata ciliar na hidrologia de uma bacia hidrográfica pode ser verificado na quantidade de água do deflúvio.

Em estudos realizados para verificar o processo de filtragem superficial e subsuperficial dos nutrientes, N, P, Ca, Mg e Cl, através da presença da mata ciliar, as conclusões foram as seguintes:

A manutenção da qualidade da água em microbacias agrícolas depende da presença da mata ciliar;

A remoção da mata ciliar resulta num aumento da quantidade de nutrientes no curso d'água; Esse efeito benéfico da mata ciliar é devido à absorção de nutrientes do escoamento subsuperficial pelo ecossistema ripário.

O consumo de água pela mata ciliar
Em regiões semi-áridas, onde a água é limitante, a presença da mata ciliar pode significar um fator de competição. Isso se deve ao fato de que as árvores das matas ciliares apresentam suas raízes em constante contato com a franja capilar do lençol freático. Nesse caso, o manejo da vegetação ripária pode resultar numa economia de água.

No caso de se pensar em aumentar a produção de água de uma bacia mediante o corte da vegetação da mata ciliar em regiões semi-áridas, deve-se considerar que a eliminação da vegetação deve ser por meio de cortes seletivos e jamais por corte raso.

Isso porque as funções básicas das matas ciliares, manutenção de habitat para fauna, prevenção de erosões e aumento da temperatura da água devem ser mantida. Na região sul do Brasil, onde o clima é subtropical sempre úmido, e chove em média 1350 mm por ano, a competição das matas ciliares não compromete a produção de água nas bacias hidrográficas a ponto de serem feitos cortes rasos.

Fonte: http://www3.pr.gov.br/mataciliar/index.php




Vídeo do Dia

Mulher

O rosto da mulher através de 500 anos de arte... Admirável.
Este vídeo é uma verdadeira obra de arte digital ao nível do domínio técnico e da criatividade artística.

Foi visto por mais de 5,3 milhões de visitantes no YouTube e deu origem a mais de 10.000 comentários em 2 meses.

Assista AQUI o vídeo !

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Não há, não, duas folhas iguais em toda a criação. Ou nervura a menos, ou célula a mais, não há de certeza, duas folhas iguais. Limbo todas têm, que é próprio das folhas; pecíolo algumas; bainha nem todas. Umas são fendidas, crenadas, lobadas, inteiras, partidas, singelas, dobradas. Outras acerosas, redondas, agudas, macias, viscosas, fibrosas, carnudas. Nas formas presentes, nos actos distantes, mesmo semelhantes são sempre diferentes. Umas vão e caem no charco cinzento, e lançam apelos nas ondas que fazem; outras vão e jazem sem mais movimento. Mas outras não jazem, nem caem, nem gritam, apenas volitam nas dobras do vento. É dessas que eu sou.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Por Favor, deixem um comentário nas postagens. Isto me deixaria com mais ímpeto, para postar mais.
Podem até me xingar. mais comeeeeennntem por favor.
Senão vou tirar o blooooooog do ar.............

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Filme Religulous – dvdrip

Religulous

Filme Religulous 

Do mesmo realizador de “Borat” chega-nos um olhar mordaz e sarcástico sobre a religião em todo o mundo.
Do diretor William Maher, ativista, político, comediante e crítico de religiões, e com direção de Larry Charles (Borat) o filme contará com várias entrevistas de religiosos tendo em vista mostrar o quanto as crenças são insustentáveis e o quanto os ditos “religiosos” apenas seguem os seus líderes, já que muitos deles não sabem dizer nem a época em que o possível Jesus Cristo esteve vivo.
Elenco: Bill Maher, Steve Burg, George W. Bush
Título: Religulous
Gênero: Documentário / comédia
Duração: 101 Minutos
Ano de Lançamento: 2008
Tamanho: 700 MB
Resolução: 624×352
Formato: DVDRip
Idioma: English
Download:
ou
https://mega.co.nz/#!NEp0yQQK!TPZOuQjwn2RyBKczwicieizJkop5PU_wIllvwaGGX_E

domingo, 4 de julho de 2010


Cansado da vida solitária, o sujeito tímido resolveu colocar um anúncio nos classificados de um jornal, com o título: Procura-se uma Esposa.

No dia seguinte recebeu uma enxurrada de cartas. Todas diziam a mesma coisa:

- Pode ficar com a minha!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Eu acredito nisto !

O bem é invencível, mas paradoxalmente não opera através da imposição, sua graça só pode ser evocada através do livre arbítrio.

Na margem contrária, o mal impõe e opera através do medo, da cobiça, da ira e da tentativa de colocar os humanos uns contra os outros.

Isso não é nada difícil, porque com os humanos partindo do princípio que eles e elas são o fundamento de suas próprias vidas acabam atribuindo a si o que não procede de suas essências, são apenas estações repetidoras e multiplicadoras da graça divina.

Com cada humano se achando o centro crítico do Universo, o mal não tem dificuldade alguma de impor, separar, infundir medo e cobiça, já que as pessoas olham às outras com desconfiança em vez de amor.

Apesar de tudo, o bem é invencível

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Pedaços



Um pedaço de mim reclama tempo
para viver, outro assume a responsabilidade
e quer apenas trabalhar.

Um pedaço de mim quer viver um grande
amor, e entrega-se sem medidas, o outro tem
medo, já sofreu decepções e por ele,
nunca mais me apaixonaria.

Um pedaço de mim é brincalhão e vive
rindo, outro é triste, tem momentos de puro
isolamento,

Um pedaço de mim quer vencer, é
pura euforia, Outro quer apenas viver, deixar a
vida me levar…

Um pedaço de mim sofre com a dor
dos outros, outro quer que eu cuide apenas das
minhas dores, que não são poucas, já que vivo
em conflito…

Entre o que eu sou e o que eu gostaria
de ser, entre o que tenho e aquilo que gostaria de ter,
existe um pedaço de mim que sente-se satisfeito,
o outro grita por novidades,
por consumo, por gente, por beijos
e amores inconstantes.

Nesse turbilhão, acordo todos os dias,
tentando unir esses dois lados que coexistem em
mim, e que por mais diferentes que sejam,
ainda assim, só querem mesmo,
o melhor para mim.

Hoje eu junto o ser e o querer,
o que fui e o que desejo ser, para cumprimentar
a vida, abraçar meus sonhos e pedir passagem
simplesmente para ser feliz.
Autor: Paulo Roberto Gaefke

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ordem do Nascimento dos Filhos e Seus Principais Acontecimentos

Aprendi que: O 1º filho é de vidro... Já o 2º é de borracha e o 3º é de ferro !!!! Duvidam ?!?!?!?!? Então vejam se não é assim mesmo:

A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS:

1º - Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º - O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º - Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família

O que vestir
1º bebê - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê - As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

Preparação para o nascimento
1º bebê - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê - Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê - Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que parir dói demais.

O guarda-roupas
1º bebê - Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê - Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)

Preocupações
1º bebê - Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê - Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê - Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.

A chupeta
1º bebê - Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê - Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê - Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)

Troca de fraldas
1º bebê - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê - Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.

Banho
1º bebê - A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê - É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

Atividades
1º bebê - Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc...
2º bebê - Você leva seu filho para a escola e olhe lá..
3º bebê - Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure, e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol...

Saídas
1º bebê - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê - Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê - Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

Em casa
1º bebê - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê - Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola do carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê - Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

Engolindo moedas
1º bebê - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.

domingo, 13 de junho de 2010

Partition

entre+dois+mundos 126x180 Download Entre Dois Mundos Dublado 2010
Dados do filme

Titulo Original: Partition

Título Traduzido: Entre Dois Mundos ou Filhos de Deuses Diferentes

Gênero: Drama

Tamanho: 780 Mb

Duração: 116min

Ano de Lançamento: 2007

Qualidade/Formato: Dvdrip / xvid

Audio: portugues e ingles

Idioma: Portugues Dublado e Ingles
Tamanho do Arquivo: 780 Mb

Recomendo este filme para quem gosta de uma boa história, recheada de desencontros, interferencia religiosa e familar entre povos diferentes.


Sinopse: No Filme Entre Dois Mundos Dublado 2007 Download O soldado inglês Gian assume um amor proibido ao apaixonar-se por Naseem, uma mulher criada com cultura e costumes diferentes do seu. Em nome deste amor, Gian deverá enfrentar a ira de todos em uma terra dividida pelo ódio questionando seu passado, sua lealdade e sua honra, num filme tocante sobre pessoas à procura da felicidade. Baixar Entre Dois Mundos Dublado 2007 legendado e dubloado no megaupload download .

Baixar Entre Dois Mundos Dublado 2007 RMVB

Link



























sexta-feira, 11 de junho de 2010

Pacote com 500 Livros

500 Livros


Dados do Ebook
Nome do livro: Pacote com 500 Livros
Nome do Autor: VA
Gênero: Cultura
Ano de Lançamento: VA
Editora: VA
Ebooks
Sinopse
- Hardware Total completo (43 capítulos)
- Harry Potter:
- Baixando Animais Fantásticos e onde Habitam (Joanne Kathleen Rowling)
- O Quadribol através dos séculos (Joanne Kathleen Rowling)
- Harry Potter e a Pedra Filosofal
- Harry Potter e a Câmara Secreta
- Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
- Harry Potter e a Ordem da Fênix
-Harry Potter e o Cálice de Fogo
Senhor dos Anéis
- As Aventuras de Tom Bombadil (J.R.R Tolkien)
- Mestre Gil de Ham (J.R.R. Tolkien)
- O Silmarillion (J.R.R. Tolkien)
- Rovenrandom (J.R.R. Tolkien )
- Idiomas TengWar (J.R.R. Tolkien)
- Quenya (J.R.R Tolkien)
- O Senhor dos Anéis, A Sociedade do Anel (J.R.R Tolkien)
- Senhor dos Anéis, O Retorno do Rei (J.R.R Tolkien)
- O Hobbit (J.R.R Tolkien)
- O Senhor dos Anéis, As Duas Torres (J.R.R Tolkien)
- Contos Inacabados (J.R.R Tolkien)
- Sexualidade
- 177 MANEIRAS DE ENLOUQUECER UMA MULHER NA CAMA
- 203 MANEIRAS DE ENLOUQUECER UM HOMEM NA CAMA
- A Casa dos Budas Ditosos - João Ubaldo Ribeiro
- Kamasutra
- Bíblia da Sedução
- Apostila: Aumente seu Pênis
William Shakespeare:
- A Comédia dos Erros
- A Tempestade
- Antônio e Cleópatra
- Conto de Inverno
- Hamlet
- Henrique IV
- Júlio César
- Medida por Medida
- Muito Barulho por Nada
- Os Dois Cavalheiros de Vereno
- Rei Lear
- Romeu & Julieta
- Tito Andrônico
- Tudo Bem Quando Terminar
- Trabalhos de Amor Perdido
- Sonho de Uma Noite de Verão
- Ricardo III
- Otelo
- O Mercador de Veneza
- Morte e Vida do Rei João
- Macbeth
- Henrique VIII
- Coriolano
- As Alegres Senhoras de Windsor
- A Tragédia do Rei Ricardo II
- A Megera Domada
Gabriel Garcia Márquez:
- Crônica de uma Morte Anunciada_Gabriel_G_Marques
- Doze Contos Peregrinos
- Viver para Contá-la
- DO AMOR E OUTROS DEMÔNIOS
- Ninguém Escreve Coronel
Filosofia:
- Assim Falava Zaratustra_ Friedrich Nietzsche
- Além do Bem e Mal_ Friedrich Nietzsche
- O Anticristo_ Friedrich Nietzsche
- Crepúsculo dos Ídolos_ Friedrich Nietzsche
- Genealogia da Moral_ Friedrich Nietzsche
- A Ordem do Discurso_Michael Foucault
- A Microfisica do Poder_Michael Foucault
- O Mundo de Sofia
- Política
- O Príncipe_Maquiave
- A Revolução dos Bichos_George Orwell
- Regresso ao Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley
- Estação Carandiru_Drauzio Varella
- Elogio da Loucura_Erasmo de Rotterdam
- 1984_George Orwell
- As Veias Abertas da América Latina_Galeno
- Minha Luta_Adolf Hittler
- Clássicos Internacionais:
- A Metamorfose_Kafka
- Alice no País das Maravilhas_Lewis Carroll
- Drácula_Bram Stoker
- Fausto_Goethe
- Noites Brancas_Dostoievski
- Os Lusíadas_Camões
- Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley
- Contos Libertinos_Marques de Sades
- Entrevista Com O Vampiro - Anne Rice
- Laranja_Mecanica_-_Anthony_Burgess
- O Retrato de Dorian Gray - OSCAR WILDE
- Uma nação de idiotas_Michael Moore
- A Divina Comédia_Dante Alighiere
- Código Da Vinci (Dan Brown)
- Anjos e Demonios (Dan Brown)
- Decifrando o Código Da Vinci (Simon Cox)
- Quebrando o Código Da Vinci (Darrel L Buck)
- A outra Face - Sidney Sheldon
- As areias do Tempo - Sidney Sheldon
- A Herdeira - Sidney Sheldon
- Lembranças da meia-noite - Sidney Sheldon
- Nada dura para sempre - Sidney Sheldon
- O Preço do Poder - Sidney Sheldon
- Se houver Amanhã - Sidney Sheldon
- A Perseguição - Sidney Sheldon
- A Ira dos Anjos - Sidney Sheldon
- Conte-me seus Sonhos - Sidney Sheldon
- Manhã, Tarde e Noite - Sidney Sheldon
- O Plano Perfeito - Sidney Sheldon
- O Reverso da Medalha - Sidney Sheldon
- O Céu está caindo - Sidney Sheldon
- Um estranho no Espelho - Sidney Sheldon
- A Testemunha Ocular do Crime - Agatha Christie
- O Assassinato de Roger Ackroyd - Agatha Christie
- O Crime no Expresso do Oriente (Agatha Christie)
- O misterioso caso de Styles - Agatha Cristie
- Poirot e os Quatro Relógios - Agatha Christie
- Morte no Nilo - Agatha Christie
- O Estranho Caso da Velha Curiosa - Agatha Christie
- O Crime no Expresso do Oriente (Agatha Christie)
- O misterioso caso de Styles - Agatha Cristie
- Poirot e os Quatro Relógios - Agatha Christie
- À Espera de Um Milagre - Stephen King
- O iluminado - Stephen King
- A hora do Lobisomem - Stephen King
- Primavera Eterna – Stephen King
- A Hora das Bruxas - Volume 1 - Anne Rice
- Entrevista Com O Vampiro - Anne Rice
- Sétimo céu - Anne Rice
- A Hora das Bruxas - Volume 2 - Anne Rice
- Lasher - Anne Rice
- O Diário de Anne Frank
- O Exorcista - Wilham Peter Blatty
- O Hóspede de Drácula - Bram Stoker
- Sobre meninos e lobos - Dennis Lehane
- O Médico e o Monstro - Robert Louis Stevenson
- O Todo Poderoso - Irving Wallace
- O Silêncio dos Inocentes - Thomas Harris
- A Caverna - José Saramago
- O Evangelho segundo Jesus Cristo - José Saramago
- Todos os Nomes - José Saramago
- A Jangada de Pedra - José Saramago
- O Homem Duplicado – José Saramago
- Auto – Ajuda:
- A ARTE DA FELICIDADE_ Dalai Lama
- HOMENS SÃO DE MARTE MULHERES SÃO DE VENUS_John Gray
- A Única Revolução Possível é Dentro de Nós_Gandhi
- As Valkírias (Paulo Coelho)
- Manual do Guerreiro da Luz (Paulo Coelho)
- O Alquimista (Paulo Coelho)
- O Diário de um Mago (Paulo Coelho)
- Veronika Decide Morrer (Paulo Coelho)
- Brida (Paulo Coelho)
- Na Mareg do rio Piedra eu Senti e Chorei (Paulo Coelho)
- O Demônio e a Srta. Prym (Paulo Coelho)
- O Monte Cinco (Paulo Coelho)
- Onze minutos (Paulo Coelho)
- Utilidade Pública:
- Medicina_Alternativa_de_A_a_Z
- O Livro dos Espíritos_Allan Kardec
- Bíblia Sagrada
- D.I.P - Departamento de Impresna e Propaganda
- Várias Letras de MPB
- Nossa Língua Portuguesa - Pasquale Cipro Neto
- Como Elaborar um Currículo
- Constituição Federal do Brasil de 1988
- Todas as Letras Legião Urbana
- Curso de Historia da Arte
Informática:
- Algoritmo
- AutoCAD
- Guia do Hacker Brasileiro
- Java Script para a Web
- Aprendendo ASP
- Delphi - A Biblia – Borland
- html_completo
- Web Designer - Para Iniciantes
- Literatura Nacional:
- Budapeste – Chico Buarque
- O Xangô de Baker Street - Jô Soares
- A Carne - Júlio Ribeiro
- Capitães de Areia - Jorge Amado
- Olga - Fernando Morais
****Contos*****
A Donzela - Verissimo, Luis Fernando
A Escrita do Deus - Borges, Jorge Luis
A Flor de Vidro - Rubiao, Murilo
A Loteria na Babilônia - Borges, Jorge Luis
Bugio Moqueado - Lobato, Monteiro
Casa de hospedes - Joyce, James
Contos de Assis, Machado de
Contos de barreto, Lima
Contos de Dickens, Charles
Contos de Dostoievski
Contos de Fonseca, Rubem
Contos de Hesse, Hermann
Contos de Lispector, Clarice
Contos de Ramos, Graciliano
Contos de Tchekhov
Contos de Telles, Lygia Fagundes
Os Melhores Contos de Poe, Edgar Allan
Um Pássaro em Pânico - Elias Jose
Frei Genebro - Queiroz, Eca de
Negrinha - Lobato, Monteiro
Os Melhores Contos de Poe, Edgar Allan
*****Critica da Ideologia******
A Contracultura - Ontem e Hoje de ARMANDO Ferreira de ALMEIDA Júnior
A TELEVISÃO BRASILEIRA NA PRODUÇÃO DA EXCLUSÃO de Lília Junqueira
A Universidade Operacional de Marilena Chauí
Aspectos sociais da canção de grande circulação, de Paulo Marcondes F Soares
Autenticidade, desejo e mediação Algumas reflexões sobre subjectividade e cidadania no contexto da cultura de massa
Da Ritualização da Sociedade ao Fetiche Consumogônico
Globalização, Dependência e Exclusão Social - O Caso Brasileiro
Informações sobre a Rede Globo e sua enorme influência na sociedade
Jovens e excluídos, porém consumidores, seriam eles cidadãos Rosemere Santos Maia- Professora Assistente da Escola de Serviço Social da UFRJ
O Capitalismo Atual e a Produção da Subjetividade
Quatro teses sobre o neoliberalismo de Euclides André Mance
Questões éticas no mundo globalizado de Euclides André Mance
Sobre o ser humano e sua coisificação
Critica da ideologia - O Capital transforma tudo em mercadoria
******Diversos*****
A Autoridade e o Individuo - Russerl, Bertrand
A Biblia Sagrada
A Carta - Pero Vaz de Caminha
A filosofia e a visao comum do mundo - Porchat, Oswaldo
A morte de Deus e a morte do Homem - Tese de mestrado
A Narrativa Trivial - Trecho do livro O Heroi de Flavio R Kothe
A Ordem do Discurso - Foucault, Michel
A Revolucao dos Bixos - Orwell, George
A Tirania da Comunicacao -Ramonet, Ignacio
Anti-Duhring - Engels
As Opinioes e as Crencas - Le bon, Gustave
Codigo de Hamurabi
Crítica do Nominalismo e do Positivismo trecho do livro Dialética do Esclarecimento de Adorno e Horkheimer
Da incoerência de nossas ações tradução de Sérgio Milliet 2. ed São Paulo Abril Cultural 1980 pp 159-162, Montaigne, Michell de
Deus e o Estado - Bakunin, M
Dos Delitos e Das Penas - Cesare Beccaria
El Control de Nuestras Vidas - Chomsky, Noam
Entre Campesinos - Malatesta, Enrico
Escritos Revolucionários - Malatesta, Enrico
Microfisica do Poder - Michel Foucault
Minha Luta - Hitler, Adolf
Nietzsche-A vida como valor - Alfredo Naffah Neto
O Especialista Instantaneo em Filosofia - Hakinson, Jim
O que e Propaganda Ideologica - Garcia, Nelson Jahr
O que es la Propiedad - Proudhon
O Senso Comum e a Ciencia, Professor Osmando
O Sentido das Palavras-Princípio na Filosofia da Relação de Martin Buber
Os Caminhos do Poder - Chonsck, Noam
Pensamentos - Pascal, Blaise
Sobre a liberdade - Einstein, Albert
Trecho de Analítica da Atualidade - Miranda, Braganca de
Trecho de As duas Faces do Tempo ALMIR DE ANDRADE José Olímpio Editora
Trecho do livro Etica Pratica Capitulo 6 Tirar a vida o embrião e o feto - Singer, Peter
Trecho do livro Psicologia da Evolução Possível ao Homem de Oupensky
Trechos de um Diário Íntimo De Henri-Fréderic Amiel
Uma Utopia Militante-Repensando o Socialismo - Singer, Paul
Verbetes do Diccionario de Bolso do Almanaque Philosophico Zero à Esquerda, de Paulo Arantes
******Filosofia******
A Desobediencia Civil - Thoureau, Henry D
Discurso da Servidao Voluntaria - La Boetie
Critica da Razao Pura - Kant, Emmanuel
Discurso do Metodo - Descartes, Rene
Hegel Textos Dialéticos Selecionados e traduzidos com Introdução e Notas pelo professor DJACIR MENEZES 1969 Zahar Editores RJ
Investigacoes Acerca do Entendimento Humano - Hume, David
Novum Organum - Bacon, Francis
O Que e Filosofia - Prado Jr, Caio
Prefacio do livro Fenomenologia do Espírito - Hegel
Que e Isto-A Filosofia - Heiddeger
Que e Metafisica - Heiddeger
Tratado da Correcao do Intelecto - Spinoza
Do belo tratado de Plotino (em Tratados das Enéadas)
Topicos - Aristoteles
Antologia de textos de Epicuro
Candido - Voltaire
Dicionario de Filosofia - Voltaire
Discurso Preliminar Sobre o Espirito Positivo - Auguste Conte
Discurso sobre a origem da desigualdade entre os homens - Rousseau, J J
Do belo tratado de Plotino (em Tratados das Eneadas)
O Anticristo - Nietzsche, F
O Principe - Maquiavel, Nicolau
Utopia - Morus, Thomas
A Alma - Voltaire
Discurso Sobre a Origem das Desigualdades Entre os Hmens - Rousseau, J J
Discurso sobre as ciencias e as artes - Rousseau, J J
Do contrato social -Rousseau, J J
O Principe - Maquiavel, Nicolau
*****Introdutorio******
A Árvore do Conhecimento e a Certeza dos seus Frutos, por César Schirmer dos Santos
A Questão Da Verdade Própria Das Sensações Na 6ª Meditação Segundo Martial Gueroult, por César Schirmer Dos Santos
Maquiavel - O Exterminador do Futuro, por Cesar Ramos
Schopenhauer, por Thomas Mann
A construção de uma civilização superior em Nietzsche, por José Amorim de Oliveira Júnior
A existência como Liberdade Absoluta, de Jean Paul Sartre
A Filosofia Moderna e Descartes, por Eduardo Chaves
A Filosofia política de Nietzsche, por José Amorim de Oliveira Júnior
A fraqueza e a transgressão como elementos de obtenção do melhoramento, por José Amorim de Oliveira Júnior
Afirmação da Existência, em Nietzsche, por José Amorim de Oliveira Júnior
Alunos de Publicidade e Propaganda num trabalho sobre Sartre
Apostila de curso - A moral e a ética Definições e Origens pelo professor Eduardo Sugizaki
Correntes da Filosofia no século XX
David Hume e a Questão Básica da Crítica da Razão Prática, por Eduardo Chaves
Descartes, por João Virgílio Tagliviani
Entrevista com Apel
Entrevista com Bento Prado Jr
Entrevista com Marilena Chaui
Entrevistas com Rorty
Entrevistas com Searle
HABERMAS Pangloss do século XX
introdutorio Max Scheler
introdutorio Merleau-Ponty
introdutorio Metafisica de Bergson
introdutorio Parmenides
Kant responde a perguntaQue é esclarecimento
Milagres, a Historia e a Ciência Uma Análise do Argumento de Hume por Eduardo Chaves
Milagres, a Historia e a Ciência Uma Análise do Argumento de Hume, por Eduardo Chaves
Moral e Ética em Habermas
O Existencialismo de Sartre, por Gerd Bornheim ( professor de Filosofia da UFRJ)
O Homem e a Natureza, de J C Avelino da Silva
Para uma leitura leiga de Nietzsche
Positivismo
Pragmatismo
Retalhos de conferências e de livros de Krishnamurti, Jiddu
Rosseau, por João Virgílio Tagliviano
Segunda Apostila de Curso - Aforismos e máximas em La Rochefoucauld, Pascal, Nietzsche e Cioran - Professor Eduardo Sugizaki
Sócrates, Platão e Aristóteles - O período auréo da filosofia grega
Texto sobre Descartes compilado de vários autores por Rubem Queiroz Cobra
Trabalho conciso sobre Maquiavel
Trecho de O Mundo de Sofia referente ao existencialismo e a Jean-Paul Sartre
Verbetes atuais
Introdutorio Heiddeger
Maquiavel, por Marilena Chauí
A Filosofia e sua Importância nos Dias Atuais
Benjamim, Marcuse, Habermas, Adorno e Horkheimer - Os teóricos de Frankfurt
Ceticismo
Descartes e a possibilidade da Ética
Descartes e o destino da revolução racionalista
Entrevista com Simon Blackburn
Introdução à algumas disciplinas filosóficas
Introdutorio Auguste Comte
Introdutorio Donald Davidson
Introdutorio epicteto
Introdutorio Heraclito de Efeso
introdutorio Para Ler Hegel
introdutorio freud
introdutorio kant
Istvan Meszaros
Marilena Chauí falando sobre a Filosofia Moderna
Para que serve a Filosofia, por Simon Blackburn
Possibilidade da dialética marxiana na sociedade pós-capitalista
Pragmatismo e Neopragmatismo
Apostila de Ética e Política, prof. Laerte Moreira dos Santos
Apostila de Filosofia da Ciência, prof. Laerte Moreira dos Santos
Coletânea de textos que comentam sobre David Hume
Coletânea de vários textos que comentam sobre Descartes
******Literatura*****
A Metamorfose - Kafka, Frans
Ana Karenina - Tolstoi
Artista da Fome - Kafka, Frans
Broqueis - Cruz e Sousa
Da Terra a Lua - Julio Verne
Derradeiro - Cruz e Sousa
Dom Casmurro - Assis, Machado de
Dracula - Stoker, Bram
Farois - Cruz e Sousa
Manifesto Surrealista - Breton, Andre
Morte e Vida Severina - Joao Cabral de Mello Neto
O Crime do Padre Amaro - Queiroz, Eca de
O Elogio da Loucura - Rotherdan, Erasmo de
O Sertoes - Cunha, Euclides da
o Tao do Ocidente - Romano, Paulo
Obras Seletas vol 6 - Barbosa, Rui
Obras Seletas vol 7 - Barbosa, Rui
Obras Seletas vol 8 - Barbosa, Rui
Oracao aos Mocos - Barbosa, Rui
Os Trabalhadores do Mar - Hugo, Vitor
Poemas Malditos - Alvarez de Azevedo
Tristao e Isolda
Vinte Mil Leguas Submarinas - Julio Verne
Volta ao Mundo em 80 dias - Verne, Julio
*****Literatura Filosofica******
A Busca de Krishnamurti
A Escrita do Deus - Borges, Luis
A História do Baghavad Gita
Cristo morto - Richter, Jean Paul
Dentro e Fora - Hesse, Herman
Gatos trecho retirado do livro Porta para o Infinito, de Carlos Castaneda
Koans e Contos Zen-Budistas
O Livro da Lei - ocultismo de Aleister Crowley
O Mistério das cousas, de Fernando Pessoa Há metafísica bastante em não pensar em nada
Os Ssofrimentos do Jovem Werther - Goethe
O Santo Inquisidor fragmento do romance Irmãos Karamazov, de Dostoiévsky
Povo da Redoma conto que faz analogia à metáfora da caverna, de Platão
Rubaiyat escrito por Omar Kayyam (1050-1123), poeta e matemático persa
*****Marx e Engels*****
A Ideologia Alemã - Marx Engels
Critica da Economia Politica - Marx e Engels
Do Socialismo Utopico ao Socialismo Cientifico - Marx e Engels
Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel - Marx, Karl
Manuscrito Economicos Filosoficos terceiro manuscrito - Marx, Karl
O Manifesto do Partido Comunista - Marx e Engels
Teses Sobre Feuerbach
*****Platao****
Dialogos de Platao - Apologia de Socrates
Dialogos de Platao - Critao
Dialogos de Platao - Fedao
Dialogos de Platao - Filebo
Dialogos de Platao - Gorgias
Dialogos de Platao - O Banquete
Dialogos de Platao - Parmenides
Dialogos de Platao - Teeteto
*****Poemas******
Afonso Romano Santanna
Allen Ginsberg
Alphonsus Guimaraes
Alvares de Azevedo
Alvaro Pacheco
Anibal Beca
Antonin Artaud
Augusto dos Anjos
Carlos Drummond de Andrade
Caroline Bonarde
Cecilia Meirelles
Cidi Martins
Ciro Pessoa
Cummings
Fernando Pessoa
Iluminuras - Rimbaud
Joao Cabral de Mello Neto
Jorge de Lima
Kavafis
Leminsky
Maiakovski
Manuel Bandeira
Mario Quintana
Montale
Murilo Mendes
Neruda
Prevert
Raul de Leoni
Uma Estacao no Inferno - Rimbaud
Vinicius de Moraes


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