Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

BOA VIZINHANÇA, FAZ BEM PARA A SAÚDE


Confiar na vizinhança pode ser bom para a saúde, revela estudo.
Partilhar os recursos da comunidade pode ajudar a preencher a lacuna de confiança no bairro
De acordo com um novo estudo da Universidade de Missouri, aumentar a confiança nos vizinhos está associado a uma melhoria da saúde.
Uma vez que “os seres humanos fazem comparações interpessoais a fim de avaliar as características individuais, tem sido sugerido que uma posição relativamente baixa, ou o sentimento de estar abaixo de outra pessoa financeiramente, conduz ao stress e a emoções negativas como hostilidade, vergonha e desconfiança, e a saúde sofre como consequência”, explicou Eileen Bjornstrom, professora assistente de sociologia.
No estudo, Eileen Bjornstrom descobriu que os entrevistados com maiores rendimentos em relação à sua comunidade, eram mais propensos a desconfiarem dos vizinhos. Simultaneamente, tendo em conta fatores como o nível de escolaridade, rendimentos e idade, as pessoas que relataram que os seus vizinhos são de confiança, também relataram uma melhor saúde.
“Se os indivíduos ricos são menos propensos a confiar nos vizinhos mais pobres, poderia ser benéfico tentar superar alguma da desconfiança que leva a problemas de saúde”, afirmou a investigadora.
Mais acrescenta: “É possível que partilhar os recursos da comunidade que promovem a interação, como as calçadas, áreas de laser como os parques, possam ajudar a preencher a lacuna de confiança no bairro e também promover a saúde e o bem-estar. O aumento da coesão da comunidade poderia beneficiar os moradores de todos os escalões econômicos”.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

INTRODUÇÃO À BIOLOGIA DAS CRIPTÓGAMAS - APOSTILA PDF


Criptógamas
A disciplina de Criptógamas aborda um espectro muito vasto de organismos que compreende quatro dos cinco Reinos do sistema de classificação de Whittaker: Moneras com clorofila, Protistas, Plantas e Fungos. Além disto, trata não apenas da morfologia e taxonomia, mas também da evolução e da importância econômica de cada grupo. Por abranger uma diversidade tão grande de organismos, é necessário utilizar uma abordagem superficial, tendo por objetivo “levar os alunos a um passeio pela biodiversidade dos organismos fotossintetizantes”, excetuando as plantas com sementes (Spermatophyta). O grupo das Moneras com clorofila e dos fungos eram tratados nesta disciplina atendendo ao termo genérico Criptógamas, que além de englobar as algas, briófitas e pteridófitas também incluía esses organismos.
Fonte: Departamento de Botânica – Instituto de Biociências – Universidade de São Paulo
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AS ORIGENS DA VIDA - DOCUMENTÁRIO DA HC


The History Channel - Especial - As origens da vida
Extromatólitos: Primeiros organismos unicelulares dominando o planeta há 3 bilhões e meio de anos.
Bilhões de anos antes que o homem caminhasse sobre a Terra, inclusive antes mesmo que os dinossauros existissem, havia muita vida em nosso planeta.
Organismos unicelulares fizeram de nossos oceanos um caldo de cultura para a vida. Como se iniciou este processo? De onde vem a vida? Seria um processo químico, espiritual ou uma combinação de ambos?
Formato de áudio - Mp3 128Kbps
Idioma: Dublado pt-br
Formato de vídeo - Xvid
Resolução - 720x420 DVDRip
Compatível com dvd player: Sim
Duração total: 1h e 30min
Tamanho total: 1.008mb (5x200mb 1x8mb)

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O UNIVERSO DAS PLANTAS - DOCUMENTÁRIO


Natgeo - Planeta Natgeo - O Universo das plantas
Este documentário nos leva em uma jornada pelo fascinante universo das plantas. Ao sentir, ouvir, cheirar e degustar, estas plantas continuam sua caminhada pela vegetação rasteira em busca da sobrevivência.
Cientistas e especialistas revelam as habilidades e truques que as plantas utilizam para sobreviver. Entre elas estão as plantas predatórias que utilizam todo o tipo de artimanha para conseguir uma refeição, incluindo reconhecer sua presa pelo cheiro.
Os profissionais exploram ainda as defesas que as plantas empregam para afastar o perigo, tal como a surpreendente acácia, que comanda um exército de formigas para espantar visitantes inconvenientes.
A investigação também aborda a questão de como a intervenção humana afeta as plantas, incluindo os avanços tecnológicos que poderiam revolucionar a agricultura.
Áudio - Dublado pt-br
Legenda - None
Formato - 576x384 DVDRip Xvid
Duração total: 46min
Tamanho total: 413mb (4x100mb, 1x13mb)

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COMO ELABORAR UM RELATÓRIO DE BIOLOGIA

Relatório
1. O que é um relatório?
Um relatório de uma atividade prática é uma exposição escrita de um determinado trabalho ou experiência laboratorial. Não é apenas uma descrição do modo de proceder (técnicas, reagentes, material, etc.), pois este conjunto de informações constitui o protocolo. Um relatório é o conjunto da descrição da realização experimental, dos resultados nele obtidos, assim como das ideias associadas, de modo a constituir uma compilação completa e coerente de tudo o que diga respeito a esse trabalho. De alguma forma, elaborar um relatório deve ser visto pelo aluno como uma etapa importante na sua formação acadêmica, para que mais tarde, como profissional, possa ter adquirido e desenvolvido a praxis e o raciocínio crítico necessários à elaboração de um artigo científico.
2- Como escrever?
O relatório como instrumento de trabalho deverá utilizar uma linguagem simples, clara, objetiva e precisa. A clareza do raciocínio, característica do método científico, deverá transparecer na forma como o relatório é escrito.
Um relatório deverá ser conciso e coerente, incluindo a informação indispensável à compreensão do trabalho. A forma pela qual alguma informação pode ser apresentada (tabelas, gráficos, ilustrações), pode contribuir consideravelmente para reduzir a extensão de um relatório.
As frases utilizadas devem ser completas, para que, através da sua leitura seja possível seguir um raciocínio lógico. Em ciência, todas as afirmações devem ser baseadas em provas factuais e não em opiniões não fundamentadas. Fatos especulativos não podem tomar o lugar de outros já demonstrados. De igual modo, o aluno (futuro investigador e/ou professor) deve evitar o excesso de conclusões, sendo estas precisas e sintéticas. As conclusões devem, igualmente, ser coerentes com a discussão dos resultados.
3- Estrutura dum relatório
A divisão metodológica de um relatório em várias seções ajuda à sua organização e escrita por parte dos autores e, de igual modo, permite ao leitor encontrar mais facilmente a informação que procura.
3.1. Título, autor(es), formatação e data
Identificação do trabalho (título). Identificação dos autores. Data em que o relatório foi realizado. Disciplina a que diz respeito. Para uma formatação ideal, use fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12 para o texto e 14 para os títulos. As margens superiores devem ser de 3cm e as laterais de 2,5, salvo em caso de especificação diferente dada pelo solicitante.
3.2. Objetivos
Deverá incluir sumariamente qual ou quais os objetivos do trabalho a serem realizados. 
3.3. Introdução
Nesta parte do relatório deve ser introduzido o trabalho experimental a ser realizado, bem como as noções teóricas que servem de base ao mesmo. A introdução deve conter a informação essencial à compreensão do trabalho.
3.4. Material e Métodos
Deve ser sintético mas preciso, contendo, no entanto, informação suficiente de modo que, no caso da experiência vir a ser repetida por outrem, possam ser obtidos resultados idênticos. Normalmente considerado como um ponto secundário do trabalho, esta parte do relatório é, no entanto, essencial para a compreensão da experiência a realizar. 
3.5. Resultados
Descrição do que se observa na experiência. Inclui o registro e tratamento dos dados, bem como os esquemas e ou as figuras das observações efetuadas. Os esquemas são feitos a lápis e legendados. No caso de observações microscópicas deve ser incluído junto do esquema, a ampliação.
3.6. Discussão
Interpretação dos resultados. A discussão deve comparar os resultados obtidos face ao objetivo pretendido. Não se devem tirar hipóteses especulativas que não possam ser fundamentadas nos resultados obtidos. A discussão constitui uma das partes mais importantes do relatório, uma vez que é nela (e não na introdução) que os autores evidenciam todos os conhecimentos adquiridos, através da profundidade com que discutem os resultados obtidos.
3.7. Conclusões
Esta parte do relatório deve sumarizar as principais conclusões obtidas no decurso do trabalho realizado.
3.7. Referências bibliográficas
A bibliografia deve figurar no fim do relatório. Nela devem ser apresentadas todas as referências mencionadas no texto, que podem ser livros (ou capítulos de livros), artigos científicos, CD-ROMs e websites consultados.
Adaptado de:
Jones, A., Reed, R. and Weyers, J., 1998 – “Pratical Skills in Biology”. 2nd edition. Longman Scientific & Technical (ed), New York.

RÃ GIGANTE ACHADA NA MALÁSIA


Um aborígene malaio encontrou uma rã de 20 quilos – o que é praticamente o tamanho de uma criança de quatro a oito anos.
Rã de tamanho descomunal
O batráquio colossal foi encontrado perto de um rio na região montanhosa de Gemencheh, na Malásia.
Um turista inglês chegou a ver o bicho e, espantado, perguntou ao malaio se ele estaria disposto a vender. Como o aborígene pediu mais de R$ 500, o turista não topou e pediu para, pelo menos, tirar uma foto do monstrão.
Ao voltar para seu hotel, o tal turista ficou remoendo a idéia e achou que, de fato, a rã valia o que estavam pedindo.
No dia seguinte, ele passou num caixa, sacou a grana toda e colou na casa do malaio, perguntando pelo sapão.
Para sua surpresa, o inglês descobriu que o malaio tinha fatiado a rã-monstro e comido no jantar da noite anterior.
Comer o bicho não foi boa ideia: o malaio deixou de ganhar o dinheiro e, ainda por cima, teve uma diarréia fulminante e ficou de cama por semanas.
A rã Golias, (Golias Conraua) é o maior anuro existente na Terra. Ela pode crescer até 33 centímetros e viver até 15 anos. Ela se alimenta de escorpiões, insetos e rãs/sapos menores, pode escutar, mas não coaxa.

Sobre a Rã Golias - Conraua goliath - A maior rã do mundo.

A rã Golias, (Golias Conraua) é o maior anuro existente na Terra. Ela pode crescer até 33 cm (13 polegadas) de comprimento do focinho à cloaca, e pesar até 8 kg. Este animal tem uma gama de hábitats relativamente pequeno, existindo principalmente em Camarões e Guiné Equatorial. Seus números estão diminuindo devido à destruição do seu habitat, devido a caça predatória para consumo alimentar e para o seu comércio como animal exótico. 
Alvo dos pescadores
A rã Golias, podem viver até 15 anos. A rã Golias come caranguejos na grande parte da sua dieta, mas também comem insetos e rãs menores. Essas rãs tem uma audição aguda, mas não saco vocal, não coaxam e, adicionalmente, falta almofadas nupciais. A rã Golias é normalmente encontrada em rios com correnteza e com fundo de areia nos países do Oeste Africano, Camarões e Guiné Equatorial. Esses rios são geralmente de águas claras e altamente oxigenado. Seu território na realidade tem um raio de alcance que se estende a partir da bacia Sanaga, 200 km (125 milhas), nos Camarões para o norte, 50 km (30 milhas) da bacia do Rio Benito na Guiné Equatorial, ao sul. Os sistemas fluviais em que essas rãs vivem são frequentemente encontrados em áreas densas, extremamente úmida, com temperaturas relativamente elevadas.
Rã Golias - Conraua goliath
Como todos os anfíbios, a água é vital para a sua reprodução. Os machos constrói as áreas de desova e reprodução ao lado e dentro dos rios, empurrando as rochas em padrões semicircular. Não se sabe muito sobre a reprodução da rã Golias, no entanto, alguns estudiosos Africano começaram a fazer mais investigação por razões médicinais. Rãs Golias eram consideradas uma fonte de alimentos em algumas partes da África Ocidental. Elas também foram muito exportadas para os jardins zoológicos e comerciantes de animais, para serem vendidos como animais de estimação.
Infelizmente, essas rãs não reproduz em cativeiro (e quase ou nunca se reproduz lá). Devido à sua classificação como ameaçadas de extinção, o governo da Guiné Equatorial tem declarado que não mais do que 300 rãs golias podem ser exportadas para fora do país por ano. Mesmo assim muitos, além da dessa cota, são capturados e mantidos como animais de estimação.
Bicho de estimação na África
NOTA: Eu com uma desta, vivia tranquilo sem temer a Dengue.