Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

PÉROLAS DO ENEM
·
· "O Brasil não teve mulheres presidentes mas várias primeiras-damas foram do sexo feminino".
· (Ou seja: vários ex-presidentes casaram-se com travestis.)
·
· "Vasilhas de luz refratória podem ser levadas ao forno de microondas sem queimar".
· (Alguém poderia traduzir?!)
·
· "O bem star dos abtantes da nossa cidade muito endepende do governo federal capixaba".
· (Vende-se máquina de escrever faltando algumas letras.)
·
· "Animais vegetarianos comem animais não-vegetarianos".
· (Esse aí deve comer capim.)
·
· "Não cei se o presidente está melhorando as insdiferenças sociais ou promovendo o sarneamento dos pobres. Me pré-ocupa o avanço regresssivo da violência urbana".
· (“Sarneamento” deve ser o conjunto de medidas
· adotadas por Sarney no Maranhão. Quer dizer, eu “axo”, mas não me “pré-ocupo” muito.)
·
· "Fidel Castro liderou a revolução industrial de 1917, que criou o comunismo na Russia".
· (Não, besta, foi o avô dele.)
·
· "O Convento da Penha foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do morro".
· (Demorou o "céculo" inteiro pra fazer a mudança.)
·
· "A História se divide em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje".
· (Esqueceu a História em Quadrinhos.)
·
· "Os índios sacrificavam os filhos que nasciam mortos matando todos assim que nasciam".
· (Mas e se os índios não matassem os mortos????)
·
· "Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos".
· (Ou era uma "biga" macho que tinha duas "bigas" fêmeas, puxada por um burro?!)
·
· "No começo Vila Velha era muito atrazada mas com o tempo foi se sifilizando".
· (Deve ter sido no tempo em que lá chegaram as primeiras prostitutas.)
·
· "Os pagãos não gostavam quando Deus pregava suas dotrinas e tiveram a idéia de eliminá-lo da face do céu".
· (Como será que eles pretendiam fazer isso?!)
·
· "A capital da Argentina é Buenos Dias".
· (De dia. À noite chama-se Buenas Noches.)
·
· "A prinssipal função da raiz é se enterrar no chão".
· (E a "prinssipal" função do autor deveria ser a mesma. E ainda vivo...)
·
· "As aves tem na boca um dente chamado bico".
· (Cruz credo.)
·
· "A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva".
· (Hehe. Esse é espirituoso...)
·
· "Respiração anaeróbica é a respiração sem ar, que não deve passar de 3 minutos".
· (Senão a anta morre.)
·
· “Ateísmo é uma religião anônima praticada escondido. Na época de Nero, os romanos ateus reuniam-se para rezar nas catatumbas cristãs".
· (E alguns ainda vivem nas "catatumbas".)
·
· "Os egipícios dezenvolveram a arte das múmias para os mortos poderem viver mais".
· (Precisa "dezenvolver" o cérebro. Será que egipício é para rimar com estrupício?)
·
· "O nervo ótico transmite idéias luminosas para o cérebro".
· (Esse aí não deve ter o tal nervo, ou seu cérebro não seria tão obscuro.)
·
· "A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos".
· (I will survive.)
·
· "O nordeste é pouco aguado pela chuva das inundações frequentes".
· (Verdade: de São Paulo até o Nordeste, falta construir aquadutos para levar as inundações.)
·
· "Os Estados Unidos tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro asfaltadas".
· (Juro que eu não li isso.)
·
· "As estrelas servem para esclarecer a noite e não existem estrelas de dia porque o calor do sol queimaria elas".
· (Hum... Desconfio que vai ser poeta!)
·
· "Republica do Minicana e Aiti são países da ilha América Central".
· (Procura-se urgente um Atlas Geográfico que venha com um Aurélio junto.)
·
· As autoridades estão preocupadas com a ploleferação da pornofonografia na
· Internet".
· (Deve estar falando do CD dos Raimundos.)
·
· "A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly".
· (Teve a ovelha Katrina, também. Só que ela era meio violenta...)
·
· "O Papa veio instalar o Vaticano em Vitória mas a Marinha não deixou para construir a Capitania dos Portos no mesmo lugar".
· (Foi quando ele veio no papamóvel, lembra?)
·
· "Hormônios são células sexuais dos homens masculinos".
· (Isso. E nos homens femininos, essas células chamam-se frescurormônios.)
·
· "Os primeiros emegrantes no ES construiram suas casas de talba".
· (Enquanto praticavam “Tiro ao Álvaro”.)
·
· "Onde nasce o sol é o nacente, onde desce é o decente".
· (Indecente: o sol não nasceu pra todos.)
·
· "A terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados no mundo. Os outros planetas menos demográficos são: Mercurio, Venus, Marte, Lua e outros 4 que eu sabia mas como esqueci agora e está na hora de entregar a prova, a senhora não vai esperar eu lembrar, vai? Mas tomara que não baixe minha nota por causa disso porque esquecer a memória em casa todo mundo esquece um dia, não esquece?".
· (Quase chorei. Mas todo mundo deveria esquecer a memória em casa, ao menos um dia: isso é lindo.)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Aos Patricios (Portugueses) e de Outros Paises

Se queres me contactar usem email: pmvs1000@hotmail.com  ou gmsnat@yahoo.com.br
devemos trocar informação, experiencias, e uma integração entre Paises.
Obrigado aos que acessam meu Blog (nosso Blog).
Um grande e fraterno abraço a todos.

Perfume com cheiro de dinheiro é a nova onda


O vice-presidente de vendas da Microsoft, Patrick McCarthy, resolveu descansar um pouco de seu trabalho na empresa líder dos sistemas operacionais para lançar uma linha de perfumes com cheiro de dinheiro para homens e mulheres.
Para o público masculino, a colônia foi batizada de “His Money”, e para o feminino, o perfume irá se chamar “Her Money”. O produto promete trazer auto-estima para os usuários.
“Realmente sinto que as pessoas que usarem irão sentir-se mais confiante. Tive a idéia depois de ler sobre um estudo japonês mostrando um aumento significativo na produtividade do trabalhador quando o cheiro de dinheiro era bombeado através do exaustor nas fábricas”, disse McCarthy
A versão masculina traz um aroma amadeirado do dinheiro recém-impresso, com uma simulação da brisa fresca do oceano, alecrim, ervas e outras madeiras aromáticas.”
Já a versão para as mulheres tem o cheiro de notas recém-impressas, aromas frutados de toranja rosa e tangerina, um pouquinho de citrus e um toque de freesia, maracujá, flores havaianas e ainda um suave toque de melão.
Qualquer uma das versões custa 35 dólares, mas segundo McCarty, cada frasco possui o aroma de U$ 500 de dinheiro americano desfiado.
A questão é: como arrumar dinheiro, para comprar o perfume?

A DESCOBERTAS DE ESPÉCIES NA AMAZÔNIA - 1999 A 2009

Em dez anos foram descobertas 1220 espécies na Amazônia

Em dez anos de estudo foram descobertas 1220 espécies na Amazónia. O relatório «Amazónia Viva: Uma década de descobertas: 1999-2009», editado pela World Wildlife Fund (WWF), dá a conhecer os animais e plantas que nunca tinham sido detectadas. Em média, foi encontrada uma espécie em cada três dias.
Francisco Ruiz, coordenador da iniciativa Amazónia Viva, daquela instituição, considera que “em nenhum outro lugar da Terra a teia da vida é tão intrincada e exuberante quanto na Amazónia. A maior bacia hidrográfica do planeta forma um gigantesco sistema vital para a maior e mais diversificada floresta tropical do mundo”.
No total, o relatório inclui 637 plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 aves e 39 mamíferos. A chamada formiga de Marte (Martialis heureka), o papagaio-careca (Aurantiocephala pyrilia), um peixe que vive em águas subterrâneas (Phreatobius dracunculus) ou um camaleão sapo (Telmatobius sibiricus) são alguns desses tesouros, a maior parte ameaçados de extinção.
A formiga de Marte tem uma combinação única de características. É um predador sem olhos, que não ultrapassa os três milímetros, pálido e com grandes mandíbulas. Encontrada no Brasil, em 2008, pertence a um género descoberto em 1923 que muito possivelmente descende de espécies com mais de 120 milhões de anos.
O peixe Phreatobius dracunculus foi descoberto por acaso pelos habitantes de Rio Pardo, no Brasil, quando escavavam um poço. Pelas suas tonalidades coloridas, o papagaio-careca, também descoberto no Brasil, é outra das descobertas mais mediáticas.
A floresta amazónica abrange principalmente o Brasil e o Peru. Mas são oito os países que incluem a floresta mais rica em biodiversidade do planeta. Juntam-se àqueles a Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Suriname e Venezuela.
Muitas das espécies quando são descobertas ficam logo classificadas como estando ameaçadas de extinção. Francisco Ruiz explica que “nos últimos 50 anos a humanidade provocou a destruição de, pelo menos, 17 por cento do bioma”.
A maior parte da região permanece “razoavelmente intacta”, diz, mas as ameaças “são consideráveis”. Os problemas, explica o coordenador, são os “modelos de desenvolvimento inadequados, o rápido crescimento económico regional, a demanda crescente por energia e as tendências insustentáveis do agronegócio”. A mudança do clima “também agrava os problemas”.

IOGURTEGATE

Danone e sua mentira
A Danone acordou pagar 21 milhões de dólares no âmbito de acordo com os reguladores norte-americanos, por causa do "activia challenge", uma charlatanice pseudo-científica que consiste em convidar pessoas (jornalistas, de preferência) a comer iogurtes num hotel de luxo durante quinze dias e a olhar para as próprias fezes, para concluir que o activia "regula o trânsito intestinal" ou que cura, uma mutreta qualquer que passa sozinha.
A Danone reconheceu ainda no âmbito do acordo que não há qualquer evidência que os iogurtes com pro-bióticos façam aquilo que eles dizem que fazem. Não sem acrescentar que "milhões de pessoas acreditam firmemente nos benefícios para a saúde dos iogurtes da danone" e que lhes vão continuar a vender iogurtes.
Não sei quantos iogurtes são 21 milhões de dólares, mas dá-me ideia que isto não afecta o trânsito intestinal dos marketeers da Danone.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ostras estão desaparecendo rapidamente, diz estudo

Pelo menos 85% das ostras já sumiram do mapa por causa da exploração e destruição do habitat

Uma pesquisa recente sobre o estado da população mundial de ostras mostrou que os animais estão desaparecendo com rapidez. Cerca de 85% dos recifes de ostras sumiram por causa de doenças e exploração humano, estimam os pesquisadores. Mas o desaparecimento pode ser maior ainda porque muitas regiões estudadas não tinham dados do passado.
Editora Globo
Ostras estão desaparecendo

O derramamento de óleo no Golfo do México afetou o abastecimento de ostras nos Estados Unidos (19/05/2010). Crédito: John Moore/Getty Images
O estudo da ONG Nature Conservancy e Universidade da Califórnia, publicado na revista BioSciences, analisou 40 regiões, com 144 baías. Os pesquisadores concluíram que 75% das ostras que ainda vivem estão localizadas em recifes de cinco regiões da América do Norte. O estudo não incluiu recifes de ostra na costa da África do Sul, China, Japão e Coreias do Norte e Sul.
Morte de ostra causada por herpes pode ter ligação com aquecimento

Os pesquisadores constataram que a maioria dos recifes de ostras que sobraram estão com menos de 10 % de sua população inicial. O declínio das ostras começa com a destruição de seu habitat, principalmente pela pesca de arrastão e a dragagem de materiais do fundo do mar. Os animais que conseguem sobreviver ficam mais vulneráveis às mudanças ambientais.
Outro fator responsável pelo desaparecimento das ostras selvagens é a introdução de ostras não nativas em seu ambiente, que provoca a disseminação de doenças. Segundo os pesquisadores, as ostras selvagens estão praticamente extintas. Para remediar o problema, os cientistas sugerem que os recifes com menos de 10% de sua população original sejam fechados para exploração até que as ostras se recuperem. Os animais, além de filtrarem a água do mar, são fonte de alimento e renda de várias populações. 

Fonte: Revista Galileu


PARA QUEM USA MÁSCARAS!!!!!

Todos nós usamos máscaras, todo mundo, todos os dias.
E as vezes nós a usamos tantas vezes que esquecemos de quem somos.
E as vezes, se tivermos sorte, alguém aparece e nos mostra quem realmente
queremos ser.
"Quem devemos ser"

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cobra albina com duas cabeças é caso único no mundo

Cobra Albina com duas cabeças
Uma cobra albina de duas cabeças é exibida em museu na Basileia, localizada em território suíço. Segundo o dono, Tom Beser, outras sete cobras também vivem com duas cabeças, porém somente esta apresenta albinismo ao mesmo tempo. O réptil pertence ao gênero 'Thamnophis'. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira no site do jornal britânico 'The Telegraph'. (Foto: Reprodução / The Telegraph)
Fonte: G1

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Amores ???????

Amores vem…
Porém ao contrário do que dizem, não, vão, pois deixam de ser amor quando terminam e, na maioria das vezes, tornam-se verdadeiros casos de ódio eterno ao ponto de um desejar a morte do outro.
Há os que, a cada nova paixão, juram que será para sempre. Nasceram um pro outro, único(a) em sua vida, sem sombra de dúvidas. Trocam elogios, carícias, ombro amigo, parceria, companheirismo e tesão. É bom demais pra ser verdade. A química rolou logo na primeira troca de olhares, e acreditam piamente que o outro é o amor da sua vida. A tão almejada tampa da panela. Querem gritar ao mundo o quanto estão apaixonados e fazem uma lista de todas as qualidades do parceiro, pois este é tão incrível e único que parece inacreditável. Fazem planos pro futuro à dois, viagens, cursos, passeios no final de semana, uma gama de maravilhosos passa tempo ao lado da pessoa amada.
E amam tanto que fazem questão de colocar foto à dois em perfis do orkut, twitter, facebook e adjacências, não se esquecendo de listar os meses, dias, horas e minutos que estão juntos nesse maravilhoso enlace.
Um relacionamento adorável e perfeito…
Porém esquecem-se de ler as letrinhas miúdas no contrato onde diz que defeitos fazem parte do pacote, e que todo mundo os tem.  Que é bom conhecê-los ao mesmo tempo que usufrui das qualidades, para que isso não gere, futuramente, frustrações e desencanto. E é aqui que muita gente peca, pois conviver com qualidades é fácil!
Todos conhecemos histórias de namoros eternos que se tornaram noivados de prazo duradouro e que depois disso transformaram-se em casamentos desastrosos.
O namoro é, sem dúvida, a melhor fase de um relacionamento. Depois de muito beijo na boca e adjacências vai cada um roncar na sua própria cama, limpar sua própria sujeira, organizar sua própria vida, etc.
Noivado é um nível mais sério da relação onde você anda se policiando pra não cair em tentação, pois agora carrega consigo a imagem (transfigurada em uma aliança na mão direita) de que pertence à alguém, e o pior, está completamente ciente e de acordo com isso…
Casamento por sua vez é outra história. Contas à pagar, vida à dois para administrar (que engloba roupa suja, bagunça, divisão de espaço, TPM, disputa de território, disputa de comando…), falta de erotismo que chega de mãos dadas com a rotina, e tantos pormenores que acaba sobrando pouco tempo pra parte legal do relacionamento, beijo na boca e afins. Crise na estruturação, crise dos 07, crise de meia idade, quebras de contrato e por aí adiante…
Se você cria uma imagem de ‘contos de fadas’ já no início da relação, pode correr o risco de acordar ao lado de um sapo – ou uma bruxa – em algum momento de sua vida e se ver envolto de um quebra-cabeça de um milhão de peças ou um labirinto gigantesco.
Se você não atenta para as necessidades do outro e só pensa em você, está fadado ao fracasso.
Porém caso se entregue demais e abstraia você mesmo, corre o risco de perder o valor ou pior, a individualidade. E individualidade é justamente o que mantém você como pessoa/objeto de desejo, interessante ao outro.
Psicólogos e terapeutas apontam em estudos: o que lhe atrai no outro é justamente essa imagem do ‘ser único’. Seu desprendimento, sua timidez, sua seriedade, sua descontração, seu temperamento, aquele seu “jeitinho”, enfim, algo que você considere só dele. Quando se abre mão da individualidade, perde-se o valor.
Homens, como todo neandertal que se preze, dão muita importância à conquista e gostam de pensar (em sua maioria, não generalizando claro) que partiu de si o ato do enlace. Foram suas qualidades de caçador (charme, inteligência, destreza, desprendimento, beleza física, atitude…) aliadas ao armamento certo (leia-se Pênis Erectus) que provocaram o encantamento da parceira. Em poucos casos ocorre-lhes raciocinar que foi justamente por elas quererem tirar uma casquinha ou dar umazinha que tudo começou. E é justamente esse caçador inveterado que na maioria das vezes deixa de dar a atenção devida ao seu relacionamento afinal, caça conquistada é caça abatida.
Mulheres por sua vez tendem a fantasiar demais seu relacionamento. Estão sempre em busca do homem perfeito, mesmo sabendo que isso é lenda. Quando encontram um que considerem ‘legal’ baseadas em seu dicionário próprio, acreditam piamente que tudo vai dar certo e que o peludo neandertal irá se transformar num gato gordo e capão ronronando à sua volta o tempo todo. Não importa como ela se vista, o que faça ou deixe de fazer, não importa seu temperamento ou suas bolas fora, ele sempre pertencerá e será fiel a esta que lhe dá o pires de leite, indiferente das gatas de rua gritando seu cio lá fora ou que sua natureza o force sempre a ir atrás de nova caça (leia-se conquista).
E não adianta ter “Homens são de marte, mulheres são de vênus” no criado mudo próximo à cama. O seu homem pode ter vindo de Júpiter ou pior, Plutão e sua mulher de sabe Deus onde.
O lance é aprender a jogar Poker com a relação.
Hora você blefa, hora você mostra suas cartas, outras paga pra ver e outras tantas cobre apostas alheias. E tem de gostar do jogo e correr todos os riscos ciente que, afinal, nada na vida é certo. A não ser a morte, sua ou da relação.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O Rio que Saía do Éden -Richard Dawkins

O Rio que Saía do Éden -Richard Dawkins

Boa Leitura!

Sinopse
O rio que saía do Éden é um livro do escritor e cientista Richard Dawkins, publicado em 1995. O livro é o mais curto daqueles escritos por Dawkins, e faz parte de uma série de livros que busca elucidar a biologia e os mecanismos da evolução para aqueles que não são tão versados em ciência.
O livro é ilustrado pela terceira e atual esposa de Dawkins, Lalla Ward. No Brasil foi publicado pela editora Rocco, como parte da coleção Ciência Atual, em 1996. O título original do livro é River out of Eden: a darwinian view of life.

Cadeia Transportadora de Elétrons

Software desenvolvido por Eduardo Galembeck e Bayardo Baptista Torres da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) mostra de forma interativa o funcionamento da Cadeia de Transporte de Elétrons mostrando as principais proteínas constituíntes deste processo e os efeitos causados pela adição de
diferentes substratos e inibidores.
As imagens são coloridas e em 3D, o que permite a diferenciação dos principais componentes e compreensão dos fenômenos. A animação mostra por etapas cada processo e os vídeos podem ser retornados e visualizados a qualquer momento.
Screenshots
Onde conseguir?
O software é disponibilizado na Biblioteca Digital de Ciências (BDC). Para obter é necessário se cadastrar no site. Acesse aqui.
Especificações
Licença: Software Livre e Gratuíto
Direitos autorais: O software pertence à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e distribuído nos termos de software livre.
Sistemas Operacionais: Linux, MS-Windows, Mac OS (para todas as versões). Basta ter o plugin para abrir programas em extensão .SWF (Flash 7)

Radicais Livres - Software

Radicais Livres foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores: DanielaYokaichiya,  Eduardo Galembeck, e Bayardo Torres da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente o programa está disponível para download sendo distribuído nos termos de um software livre.
O software Radicais Livres é constituído de quatro seções:
(A) Fontes de produção – Descreve as fontes de produção mais conhecidas e enfatiza o papel da cadeia de transporte de elétrons na formação dos radicais livres de oxigênio.
(B) O que são e como se formam – Demonstra a estrutura química dos radicais livres e ilustra a formação dos diferentes radicais livres de oxigênio na cadeia de transporte de elétrons.
(C) Como agem e o que causam – Descreve os mecanismos de ação e os efeitos provocados.
(D)Mecanismos de proteção – Apresenta os mecanismos enzimáticos e não enzimáticos de proteção.
Onde conseguir?
O software é disponibilizado na Biblioteca Digital de Ciências (BDC). Para obter é necessário se cadastrar no site. Acesse aqui.
Especificações
  • Licença: Software Livre e Gratuíto
  • Direitos autorais: O software pertence à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e distribuído nos termos de software livre.
  • Sistemas Operacionais: Linux MS-Windows, Mac OS (para todas as versões). Basta ter o plugin para abrir programas em extensão .SWF (Flash 7).
Requisitos do programa

O programa está na extensão .swf  e pode ser rodado em qualquer sistema operacional desde que tenha o plugin Flash instalado.
RADICAIS LIVRES



sábado, 29 de janeiro de 2011

ZÉ GERALDO - Catadô de Bromélias

Catadô de Bromélias
O álbum Catadô de Bromélias é o 16º da carreira do cantor e compositor Zé Geraldo. Ele foi gravado pelo seu próprio selo, o Sol do Meio Dia, com distribuição Unimar Music.
Com 10 músicas inéditas, o CD conta com parceria de Zeca Baleiro em 'Na Barra do seu Vestido', música de abertura, Tavares Dias em 'As Canções do Embornal' e a música de sua filha, a compositora Nô Stopa, em 'Última Reza'.
Valem destaque também as músicas Mr. Tambourine Man, versão de Gileno e adaptação de Zé Geraldo para o clássico de Bob Dylan, grande influência para Zé, e Diário de Bicicleta (o dia que encontrei Che Guevara na zona em Valadares), emblemática e bem humorada.
As canções de Catadô de Bromélias não fogem ao dito estilo folk/rock rural, característico do artista. Mas de forma peculiar, ele sempre inclui a diversidade ao seu trabalho, tornando-o difícil de ser rotulado. Para entender, basta ouvir! 

Sony
2008
Na Barra do seu Vestido
Last Station Before New York
Catadô de Bromélias
Última Reza
Mr. Tamborine Man
Encantamento
As Canções do Embornal
Diário de Bicicleta (o Dia que Encontrei Chê Guevara na Zona em Valadares)
Porra Mano!
A Fé












BLOG DE CARA NOVA

Dei uma  mudada no Blog. Se alguem não gostar podem opinar!!!
Aliás, quem visita deve deixar um comentário, isto nos ajuda a continuar
 Postando!!!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O PREÇO DO DESENVOLVIMENTO

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Chuvas

A lição amarga das tragédias climáticas

Ano após ano, as tragédias decorrentes das chuvas, em várias cidades do Brasil, revelam a vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, a imprudência humana diante da natureza. Desmatamento, adensamento populacional e falta de planejamento urbano e de consciência política criam um quadro mais dramático somado às mudanças climáticas; tudo isso exige ações imediatas

Ruas alagadas, deslizamentos, perdas de vidas, de bens... Assim, ano após ano, marcas profundas alteram o cenário em várias cidades do Brasil, quando chegam as chuvas do verão. Eleger um culpado se torna uma tarefa difícil e inútil, visto que, há muitos personagens envolvidos nessas situações. São cidadãos, poder público e a natureza em desarmonia. Mas o alvo das críticas nas manchetes são geralmente ‘as chuvas’ cada vez mais intensas, como se não houvesse um contexto mais complexo envolvendo as catástrofes climáticas, que se acentuam com gravidade.

O excesso de lixo que assoreia os rios, as moradias construídas à beira dos corpos d´água ou nas encostas, o desmatamento, a poluição veicular e gestões públicas incapazes de instituir um planejamento urbano eficiente. Para alguns, essa lista de problemas parece um argumento desgastado, mas é algo que até agora ninguém conseguiu solucionar e está aí para todo mundo ver em ‘preto e branco’. A inabilidade administrativa e de cidadania se mesclam aos fenômenos climáticos, como El Niño e La Niña, que a Ciência já explica.

A tragédia que atinge a região serrana fluminense (Nova Friburgo, Sumidouro, Petrópolis, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto), que ocupa as primeiras páginas dos noticiários, nos últimos dias, figura entre os dez piores deslizamentos do mundo nos últimos 111 anos, segundo a ONU – Organização das Nações Unidas e pode ter ainda piores proporções.

Chuvas fracas a temporais prosseguem, pelo menos, até terça-feira (18), segundo José Felipe Farias, metereologista do CPTEC/INPE – Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos* do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Enquanto isso, familiares choram seus mortos (oficialmente, até agora, cerca de 520 vítimas) e feridos, enquanto outros se veem desabrigados ou desalojados. As Defesas Civis, os Corpos de Bombeiros e outros profissionais não dão conta da quantidade de atendimentos a ser feitos e precisam de mais ajuda.

Nessa hora, os esquemas emergenciais são prioritários, mas deixam de lado uma discussão de planejamentos a longo prazo, que se relaciona à prevenção. O Ministério da Saúde, por exemplo, liberou R$ 8,9 milhões, para os municípios afetados, tendo em vista o socorro às vítimas e para precaução de possíveis doenças relacionadas às contaminações de fundo hídrico, comuns nessas situações. E foi instituído pelo Governo Federal, até um gabinete de crise. O governo do Estado e as Prefeituras ainda contabilizam todos os efeitos humanos e financeiros da tragédia.

Farias explica que a chuva forte na região foi prevista com 48h de antecedência e é decorrente da umidade que vem da Amazônia. “Havia possibilidade de moderada a forte e o boletim foi encaminhado à Defesa Civil do Estado”. Entre os dias 11 e 12 de janeiro choveu cerca de 166 milímetros por 24h, em Nova Friburgo, mais da metade do que era esperado para o mês de janeiro (232 milímetros). “É característico da estação, porque quanto mais calor, há maior quantidade de evaporação”.

Na sua avaliação, a intensidade das chuvas não pode ser considerada anormal para esse período do ano. “Há o impacto maior nas serras. Os solos, ao receber chuva por vários dias, fica encharcado. Isso facilitou a calamidade. O mesmo acontece nas áreas que não são das encostas”.

Farias explica que esse tipo de previsão metereológica anuncia gravidade. “O perigo está justamente quando há aberturas do sol, quando o calor potencializa as nuvens, as deixando mais pesadas. Pelo menos, até dia 18, a região sul de Minas Gerais e no restante do Sudeste têm canal de influência dessa umidade, de moderada a forte”.

Edilson Pissato, professor do Instituto de Geociência da USP – Universidade de São Paulo e do Mackenzie, explica que a região serrana fluminense pertence ao grande complexo da Serra do Mar, que tem além da declividade alta, as inclinações grandes das encostas. “O solo é formado por uma camada fina porosa, de cerca de 1m de espessura, sobre camadas de blocos de rochas. Os movimentos de massa envolvem deslizamentos, corridas de lama, detrito, que são os mais graves, pois ocorrem em alta velocidade, com poder destrutivo muito grande”.
A AMEAÇA DO CÓDIGO FLORESTAL
Diante desta catástrofe, no cenário político, há um novo Código Florestal a ser votado na Câmara este ano (houve duas tentativas fracassadas no final de 2010), que suscita uma série de polêmicas, entre elas, a redução de proteção em APPs – Áreas de Preservação Permanente, além da exclusão da obrigatoriedade de reserva legal para pequenas propriedades e da concessão de anistia de multas a produtores que desmataram APPs e Reservas Legais, antes de julho de 2008; para o relator Aldo Rebelo (PCdoB), estes devem, apenas, recuperar a área que destruíram em um prazo de 25 anos. Este tema deverá chamar a atenção da sociedade daqui por diante.

A engenheira florestal Malu Nunes, diretora-executiva da Fundação Boticário e integrante da diretoria do Instituto Life, considera que o projeto de lei substitutivo não está maduro e sensato para o país. “O projeto do Código Florestal entra em conflito com outros programas do governo. Se tem o dever de reduzir emissões, dessa forma irá aumentar”.

É preciso maior discussão para ter uma negociação de consenso, segundo ela. “Em termos científicos, o atual Código deveria ser até mais rígido. Não poderiam ser diminuídas as restrições. É o mínimo para o ecossistema prover água limpa e polinização. O problema é o cumprimento do Código. Se tivesse sido praticado, estaríamos em outra situação hoje em dia. Tem de haver um pensamento a longo prazo”.

Para Virgílio Viana, superintendente geral da FAS - Fundação Amazonas Sustentável, o projeto substitutivo precisa ser revisto para ter uma versão equilibrada. “Há necessidade de ser mais realista, flexível e capaz de se adaptar a diferentes condições no Brasil. Precisamos incorporar questões regionais, sem estimular o desmatamento. A redução da área de mata ciliar, no texto, é um exemplo de afrouxamento; por outro lado, a parte de compensações ambientais deveria ser mais ambiciosa”.

URBANIZAÇÃO DESCONTROLADA

Andrea Young, pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Unicamp – Universidade de Campinas e integrante do Projeto Megacidades do INPE, alerta que historicamente, no país, sempre se ocupou o território sem se considerar os recursos naturais.

Andrea, que é arquiteta e especialista em Gestão Ambiental, destaca que a mata e os rios têm dinâmicas próprias. “Quando ocorrem chuvas intensas no verão, os rios apresentam uma área propícia para encher, que é a sua margem, com mata ciliar, para depois a água ser escoada. A área urbana invadiu essas margens, suprimiu a vegetação e ocupou as várzeas, que são como uma esponja gigantesca, que auxilia que o fluxo siga ao lençol freático”.

Não é difícil saber o que ocupa esses lugares. São as vias expressas (as marginais) e rodovias com concreto e asfalto. A impermeabilização se acentua e deixa pouca chance para que o ciclo natural siga o seu curso.

As áreas íngremes, de declividade acentuada, como as afetadas recentemente nas cidades da serra fluminense, e em Mauá, SP, também deixaram de ter a proteção. Ocupações nos topos de morro e nas encostas assumiram os espaços da vegetação. “Com o advento da urbanização muito intensa, a situação se agravou, com o passar das décadas”, afirma Andrea.

Pissato avalia que as ocupações aumentam o risco, com o desmatamento, implementação de residências sem infraestrutura, além de aterros sem observação técnica, e lançamento se águas servidas no solo. “Quando se tira a vegetação, grande parte da proteção natural deixa de existir. As raízes têm função mecânica de permeabilização do solo e as folhas impedem o contato da chuva com o solo.

Diante desse quebra-cabeças do planejamento urbano, é perceptível que as políticas públicas deveriam ser revistas, segundo a arquiteta Andrea Young. “Também é necessária integração de órgãos públicos, para não haver decisões isoladas. Quem cuida da rede de drenagem, por exemplo, precisa pensar no uso do solo. O diálogo ainda deve ocorrer entre todas as esferas de governos (da municipal à federal). Precisam pensar na lógica do planejamento ambiental e bioclimático”.

A especialista recomenda que nos projetos urbanísticos sejam aproveitadas as brisas, a irradiação solar e os declives, de maneira a usá-los a favor e não contra a sociedade. “Uma terraplanagem não pode ser pensada para o lucro imediato, mas em longo prazo. Um recorte errado no terreno pode facilitar as enchentes”.

Na sua avaliação, no caso de incidentes de tamanha proporção, que ocorrem no Rio de Janeiro, se exige estudos preventivos, que detectem as áreas de risco e regularizações. “O solo, ao estar exposto às águas, pode propiciar o escorregamento. No topo da montanha, sempre chove. Em UCs – Unidades de Conservação, como existem naquela região, avisam do perigo das trombas d`água. Não era para ter 180 mil pessoas vivendo numa serra dessas e nem nos vales que ficam entre elas”.

De uma maneira geral, existem teorias científicas de que o aquecimento global potencializa tragédias como essas. “Os oceanos estão interligados com a atmosfera, quanto mais evapora, mais nuvens e evento de chuvas. Pelo que se tem visto, o espaçamento está mais reduzido”, diz a especialista.

Ao integrar a equipe que produziu a pesquisa Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo, liderada por Calos Nobre, climatologista do INPE e conselheiro do Planeta Sustentável - e de outra pesquisa em andamento, que também trata do Rio de Janeiro, Andrea Young alerta sobre o modelo de urbanização adotado até hoje no país. “Se continuar o processo de expansão da urbanização, em metrópoles como São Paulo, com a velocidade que está, até 2030 aumentará o risco de enchentes e deslizamentos e de doenças, como a leptospirose”.

POLÍTICAS PÚBLICAS INEXISTENTES
Ao se observar as tragédias climáticas que atingem o país, é possível detectar que o problema é mais amplo, e se deve à ineficácia do Estado Brasileiro, de acordo com Roberto Righi, arquiteto e urbanista da FAU/USP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e da Universidade Mackenzie.

“A população tem razão em reclamar dos governantes, por causa da estrutura anacrônica. Grande parte dos cargos públicos são comissionados e o funcionalismo de carreira acaba não sendo estimulante, porque os profissionais (técnicos) não conseguem ascender”. Isso se reflete nas políticas públicas urbanas, na sua opinião.

O urbanista lembra que o Brasil era um país rural que se urbanizou rapidamente e o Estado não conseguiu se adequar. “O lado visível do problema é o adensamento populacional e o lixo. A cidade brasileira não tem estrutura rígida como europeias e americanas. As colonizações espanhola e inglesa expõem uma estrutura regular da cidade, como um tabuleiro”

No Brasil, segundo Righi, não há lugar para população de baixa renda, por isso, surgem os bairros ilegais. “São 40 milhões de pessoas que moram em locais irregulares”. Para a recuperação dessa situação, o especialista analisa que há alguns problemas a enfrentar, como desapropriações, além da necessidade de planos diretores mais realistas e eficazes, para que haja habitações mais dignas e seguras.

“Em função dos desastres cada vez mais freqüentes, o medo passa a ser um componente da vida do cidadão. Acredito que os jovens arquitetos e engenheiros não tenham informação adequada para atender esses problemas”. O urbanista ainda considera que, para haver alterações nesse quadro, a educação ambiental deveria ser desenvolvida desde os primeiros anos de ensino e através dos meios de comunicação.

Ele analisa, no entanto, que as recomendações sobre a necessidade de urbanização criteriosa em consonância com o meio ambiente, não vem de hoje, mas das primeiras décadas do século passado. Ele cita, como exemplo, que o engenheiro Saturnino de Brito já previa que as áreas próximas aos rios Tietê e Pinheiros, em São Paulo, (que sofrem historicamente com as enchentes) deveriam ser destinadas a parques, e o que se vê é o concreto e a pavimentação. “São Paulo tem um índice praticamente 10 x menor de áreas verdes por habitante (um pouco mais que um metro quadrado), que a ONU prescreve”, alerta. Quanto ao desastre na Serra fluminense, ele considera que era um desastre anunciado. 

Sucena Shkrada Resk – Edição: Mônica Nunes
 

domingo, 23 de janeiro de 2011

AS PLANTAS MÁGICAS

 capa do livro
dados do livro
Plantas Mágicas - Botânica Oculta Paracelso
título: Plantas Mágicas - Botânica Oculta Paracelso
autor: Filippo Teofrasto Paracelso
gênero: Saude
editora: Hemus
Nº de páginas: 234


Paracelso: Infância, Médico e Alquimista, Místico, Morte.Para se conhecer a fundo o mundo das plantas, do ponto de vista do Ocultismo, torna-se absolutamente necessário estudá-las em suas relações com o Universo (macrocosmo) e com o Homem (microcosmo), de acordo com as teorias de Paracelso, teorias que se acham espalhadas nas obras do famoso médico e alquimista, que foram reunidas e ordenadas, até o ponto de formar todo um corpo de doutrina, condensado neste livro. Devido a algumas lacunas, a Botânica Oculta não é muito extensa mas, naturalmente, foram assentadas as bases de uma ciência vacilante em suas origens, estancada durante séculos e completamente esquecida em nossos tempos.No final do livro há um pequeno dicionário de botânica oculta, com inúmeras plantas e flores, com a indicação de suas propriedades curativas e suas virtudes mágicas. Serão apontados os signos astrais, ou seja, a influência astrológica a que estão submetidos.Sumário: Biografia de Paracelso; Botânica Oculta - Exórdio; O Reino Vegetal; O Homem e a Planta; Elementos de Astrologia; Pequeno Dicionário de Botânica Oculta.
Nº de páginas: 234
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