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terça-feira, 12 de julho de 2016

AS CRIATURAS BIZARRAS ENCONTRADAS POR EXPEDIÇÃO AMERICANA EM ÁREAS MAIS PROFUNDAS DO OCEANO


Espécime rara de água-viva têm tentáculos longos e curtos.

Uma imagem de uma espécie desconhecida de água-viva tirada por uma expedição científica em abril na região mais profunda do oceano rodou o mundo pela internet.
Registrado a 3,7 mil metros abaixo da superfície, o espécime se parecia mais com uma criatura de sonhos e fantasia de ficção científica do que um animal do nosso planeta - e esse misto de estranhamento e fascinação fez com que essa e outras fotos e vídeos da mesma expedição viralizassem.
A equipe de biólogos marinhos da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), uma agência do governo americano, explorou a Fossa das Marianas nos últimos três meses e descobriu um ecossistema povoado por criaturas bizarras.
Com 2,5 mil km de comprimento e 69 km de largura, a Fossa das Marianas, localizada ao sul do Japão, marca a fronteira entre duas placas tectônicas. Ela chega a uma profundidade de até 11 mil metros.
Essa Enteropneusta roxa e translúcida é apenas um dos animais estranhos observados na Fossa das Mariana. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Dividida em três etapas, a missão começou em 20 de abril e foi encerrada no último domingo. Ela faz parte de uma empreitada maior, com três anos de duração, para conhecer melhor regiões do Pacífico - e, a julgar pelo que foi encontrado até agora, muitas outras revelações ainda estão por vir.
Usando um potente sonar, os pesquisadores identificavam a presença de criaturas interessantes do fundo do oceano, e enviavam um veículo submarino operado remotamente para capturar imagens em alta resolução.
Além da nova espécie de água-viva, os cientistas registram o primeiro espécime vivo de um "peixe-fantasma", uma lesma marinha e uma esponja até então desconhecidas, minhocas marinhas, uma enguia com uma cabeça estranha, entre outros animais que habitam as profundezas do oceano. Confira:
Apelidado de "peixe-fantasma", esse espécime da família 'Aphyonidae' tem pele gelatinosa e transparente. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Segundo cientistas, essa lesma-do-mar é o provavelmente parte de uma nova espécie. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Essa água-viva foi registrada a 800 metros de profundidade, flutuando sobre um mini vulcão submarino. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Dois pequenos crustáceos pousados sobre a haste de uma esponja parecem posar para a foto. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Cientistas fotografaram esse tipo incomum de coral fazendo círculos no fundo do oceano. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Esse peixe da família 'Ophidiidae' tem um formato de cabeça pouco usual e pode ser uma nova espécie, dizem os pesquisadores. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Missão registrou esse espécime ainda muito jovem de um coral da família 'Isididae'. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Um dos estranhos tipos de águas-vivas-de-pente documentados na expedição. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Os tentáculos dessa anêmona encontrada incrustada em uma rocha flutuam de acordo com a correnteza Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Pesquisadores não identificaram a espécie desta esponja, mas acreditam que os pontos brancos em seu corpo podem ser embriões. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Esse tamboril usa a estrutura entre seus olhos para atrair presas e as engole de uma só vez com sua grande boca. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Esse animal marinho invertebrado que fica preso a rochas ou no leito do oceano à espera de que presas entrem em sua boca Imagem copyright Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Os registros incluem essa Enteropneusta deixando seu característico rastro de fezes no leito do oceano Imagem copyright Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA
Um close um coral pouco antes de ele ser coletado para análises. Imagem Depto. de Pesquisa e Exploração Oceânica/NOAA

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