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domingo, 28 de julho de 2013

Intertidal Fishes: Life in Two Worlds



Intertidal Fishes: Life in Two Worlds by Michael H. Horn, Karen L.M Martin and Michael A. Chotkowski
English | 1 edition | November 9, 1998 | ISBN-10: 0123560403 | 399 pages 
| PDF | 26.2 MB
Intertidal Fishes describes the fishes inhabiting the narrow strip of habitat between the high and low tide marks along the rocky coastlines of the world. It analyzes the specialized traits of these fishes that have adapted to living in the dynamic and challenging space where they are alternately exposed to the air and submerged in water with the ebb and flow of the tides.
This book provides a comprehensive account of fishes largely overlooked in many previous studies of intertidal organisms and emphasizes how they differ from fishes living in other deeper-water habitats. Coverage includes air breathing, movements and homing, sensory systems, spawning and parental care, feeding habits, community structure, systematic relationships, distribution patterns, and the fossil record in the intertidal zone.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A ÁGUA DO PLANETA TERRA



Se alguém pergunta: “qual é a substância mais importante que existe?”, a resposta mais óbvia é “a água”. Não só ela é diretamente responsável pela nossa existência, como perfaz a maior parte do corpo humano – precisamos dela para sobreviver.
Com base em quão abundante parece ser, é fácil esquecer que na maioria das vezes é um dos recursos mais escassos (pelo menos quando se trata de água potável), ainda mais quando deixamos a atmosfera da Terra rumo a imensidão do espaço.
Confira uma lista com alguns dos fatos mais interessantes sobre esse líquido e o papel que desempenha em nosso planeta:
Terra não tem tanta água quanto provavelmente você acha que tem
É fato que mais de 70% da superfície da Terra é coberta por água; o Oceano Pacífico, sozinho, cobre metade do globo. No entanto, na maior parte da superfície, ela não passa de uma película relativamente fina.
Um estudo recente publicado pela U.S. Geological Survey (Serviço Geológico dos EUA) mostra que se reuníssemos toda a água da Terra (oceanos, rios, lagos, lençóis freáticos e calotas de gelo) em uma única esfera, ela teria um diâmetro de 1.384 km, um pouco mais que a distância do Rio de Janeiro – RJ a Salvador – BA, ou o tamanho de um planeta anão como o Sedna (um dos muitos objetos trans-netunianos), e teria um volume de 1,386 bilhão de quilômetros cúbicos.
Além disso, a quantidade de água doce é muito menor: sua esfera teria um diâmetro de 272,8 km – 4 vezes menor em diâmetro e 50 vezes menor em volume. Essa segunda esfera inclui as geleiras. A terceira esfera, com apenas lagos de água doce e rios, teria uns 90 km de diâmetro.
A lua Europa tem mais água que a Terra
Antigamente, os astrobiólogos achavam que a Terra era a maior fonte de água do sistema solar, algo hoje reconhecido como falso.
Quando na década de 90 a sonda Galileu investigou o sistema de luas de Júpiter, descobriu que uma delas tinha uma massa de água maior que o esperado. A notícia repercutiu pelo mundo e, de uma gélida lua, Europa se tornou uma sensação no mundo dos astrobiólogos como potencial morada para a vida extraterrestre.
Sua água está na forma de uma espessa crosta de gelo rachada, onde podem se formar lagos subglaciais perto da superfície, parecidos com o famoso lago Vostok, explorado na Antártida. E os estudos indicam também um oceano colossal de água líquida abaixo da crosta de gelo.
Mesmo sendo menor que a lua e umas 50 vezes menor que a Terra, toda a água de Europa daria uma esfera de 1.754 km, duas a três vezes maior que toda a massa líquida da Terra.
Outros mundos parecem ter ainda mais. Titã, lua de Saturno, teria uma massa maior de água que a Terra e Europa, enquanto o planeta Netuno poderia ter em seu manto uma massa colossal de vários planetas Terras em forma de água, segundo modelos teóricos para a estrutura dos gigantes gasosos distantes.
No sistema solar exterior, a presença de água em mundos como luas e planetas anões não é uma pequena fração como na Terra, mas tão ou mais substancial que a própria rocha.
Nosso abastecimento de água veio provavelmente de cometas e asteroides
Não temos uma resposta exata sobre a origem da água na Terra, mas o modelo científico mais aceito indica que ela veio por um bombardeio de cometas.
Neste cenário, a primeira parte da história é que muito de nosso abastecimento de água existiu no período de formação dos planetas, quando o material que os compõe começou a se fundir no disco protoplanetário do sistema solar em formação ao redor do jovem sol.
Enquanto planetas rochosos se formavam no sistema solar interior, o calor das rochas fundidas teria feito todas as massas de água evaporarem e escaparem da gravidade para o espaço, se aglutinando na forma de cometas e asteroides – no fim, a gravidade dos planetas se encarregou de arremessá-los para longe do espaço planetário, onde permaneceram inertes por bilhões de anos.
A segunda parte vem no Intenso Bombardeamento Tardio, quando um fenômeno gravitacional iniciou um processo de envio de muitos desses objetos gelados na direção do sistema solar interior, tendo muitos deles caído na Terra. Com isso, uma massa imensa de água se formou em nosso planeta, com a ajuda da pressão atmosférica da Terra.
Boa parte dos materiais orgânicos daqui provavelmente vieram para a Terra da mesma maneira, dando origem à vida.
Micrometeoritos caem na Terra sobre a forma de chuva
Estima-se que em torno de 10 mil toneladas de micrometeoritos caem na Terra todos os dias, sendo muitos deles pequenos pedaços de rocha por vezes com pequenas frações de ferro, que cruzam nosso caminho.
Acredita-se que a maioria desses pequenos viajantes, que consiga sobreviver ao atrito com a atmosfera que incinera objetos entrantes, acaba ficando presos na atmosfera superior e passe realmente a fazer parte dela. Em um dado momento, eles se misturam com o vapor de água, aglomerando-se e depois caindo sobre a superfície na forma de chuva.
Então, na próxima vez que molhar-se numa chuva de verão, saiba que pode estar em contato com bilhões de pequenas partículas de poeira estelar, restos da formação planetária, talvez pedacinhos de Marte ou da lua.
Há mais de 10^30 vírus nos oceanos do mundo
Através de sua pesquisa, Curtis Suttle (da Universidade de British Columbia) passou um tempo significativo a contar fisicamente o número de vírus localizados em várias partes do oceano. Em última análise, ele concluiu que cada litro de água do mar contém cerca de 3 bilhões de vírus. Considerando o fato de que os geólogos estimam que o oceano contém cerca de 1,3×1021 litros de água, devemos ter cerca de 4 E 30 (4 seguido de 30 zeros) vírus ao todo.
Uma curiosidade é que se pudéssemos empilhar esse número colossal de seres microscópicos, cobriríamos algo como 10 milhões de anos-luz – uma medida mais que astronômica, galáctica. Uma ano-luz equivale a 9,46 trilhões de km. A nossa galáxia, a Via Láctea, tem 100.000 anos-luz de diâmetro. 10 milhões de anos-luz daria o diâmetro do Grupo Local de Galáxias, que abrange 35 galáxias, entre elas a nossa.
A vida pode sobreviver em regiões “inabitáveis” do fundo do mar
 
A maioria de nós mantém uma boa ideia das variáveis necessárias para nossa sobrevivência – água, alimentos, oxigênio, luz solar… – tudo isso geralmente considerado imperativo para a nossa forma de vida.
Imagine a surpresa dos biólogos quando vida foi descoberta ao explorarem alguns dos mais profundos lugares de nosso planeta, onde as condições são mais adversas que quaisquer outras localidades já vistas.
As formas de vida encontradas são comparáveis a potenciais formas alienígenas. Algumas delas, como os vermes-tubo, são criaturas de três metros de comprimento, sem olhos, bocas ou intestinos. Outros, como bactérias que forma encontradas dentro de fontes hidrotermais, vivem a mais de 2.000 metros abaixo do nível do mar – onde não só há ausência de luz solar, como a pressão é substancialmente maior do que se poderia experimentar na superfície, e as temperaturas podem exceder os 400 graus Celsius. Para sobreviver, algumas formas de vida extraem energia a partir do sulfeto de hidrogênio proveniente das fontes hidrotermais, num processo chamado “síntese química”.
Na parte mais profunda do oceano, na Fossa das Marianas, além de outros seres foi encontrada uma peculiar ameba gigante, com 10 centímetros. Esses seres vivem a quase 11 quilômetros de profundidade com uma pressão 1.100 vezes maior que a da atmosfera ao nível do mar.
A vida nesses estremos obscuros tem sido uma grande esperança para a procura por formas de vida extraterrestre em mundos com oceanos obscuros como Europa, a lua de Júpiter citada no item 9.
4. Há mais moléculas em um litro de água que litros de água no oceano
Se você despejasse uma garrafa de água no oceano, e viajasse para o outro lado do mundo para pegar água do oceano com essa mesma garrafa, qual a chance de pegar ao menos uma molécula da mesma água que despejou anteriormente? Provavelmente nula, dada a imensa quantidade de água em um oceano.
Na verdade, as chances são muito boas (na casa dos dígitos quádruplos) de que você não só encontre uma molécula idêntica de água: cerca de 8.000 exatamente. Mas como?
Um litro de água tem um monte de moléculas nele. Na verdade, há mais moléculas em um litro de água do que litros de água em todos os oceanos da Terra. Por conta disso, as chances são boas de encontrar não apenas uma, mas dígitos quádruplos de moléculas idênticas (cerca de 8.000). Esses números são discriminados aqui.
Importante lembrar que isso é apenas um teste de lógica numérica, que não deve ser levado ao pé da letra.
Algumas das moléculas de água que consumimos já foram bebidas por dinossauros
Como vimos desde as séries fundamentais, a água tem um ciclo bastante complexo: é consumida por seres vivos, devolvida a terra, evaporada, forma nuvens, precipita nas chuvas – obviamente, isso não é tudo, mas é um bom resumo do que acontece.
Isso essencialmente significa que a água é constantemente reciclada. No entanto, as moléculas por si próprias mudam de estado (sólido, líquido e gasoso) o tempo todo. Embora, como na fotossíntese ou na radiação, elas possam ser separadas em suas partes constituintes – hidrogênio e oxigênio, na maior parte das fases dos ciclos, elas permanecem as mesmas, e já encontramos vários leitos de rios antigos que contém moléculas de água com milhões de anos de idade, quando dinossauros ainda andavam por aí.
Uma vez sabido que moléculas são pequenas e numerosas, passam por vários ciclos e processos na natureza, podemos calcular a quantidade de água que herdamos da época dos dinossauros. Segundo os cientistas, as plantas consomem 12 trilhões de quilos de água por ano, de uma quantidade de 1.400 bilhões de bilhões de quilos; assim, a maioria das moléculas de água é separada a cada 100 milhões de anos. Considerando que a distância entre nós e os dinossauros é 65 milhões de anos, as estimativas dizem que mais da metade das moléculas de nossa água (uns 57%) eram ingeridas por eles. Ou, para quem preferir, algumas das moléculas mais recentes em seu copo d’água passaram através da bexiga de Einstein, Shakespeare, Cleópatra, Issac Newton e talvez até Confúcio.
Se a Terra parasse de girar, toda a nossa água iria para os pólos
 Entre outras coisas terríveis que aconteceriam se a Terra parasse de girar, toda a água se acumularia nos pólos. Isso aconteceria porque a migração oceânica cessaria, e toda a água se deslocaria da parte equatorial para as polares. A rotação é um elemento fundamental da formação planetária, pois equilibra o campo magnético e dá movimento as massas oceânicas e atmosféricas. Dois super oceanos nos pólos gélidos e sem chão pra pisar, e equador seco de um lado pelo calor solar, e congelado do outro por uma noite de meio ano é o que uma Terra sem giro causaria.
Super Barragens podem frear a rotação da Terra
Talvez alguns não achem o assunto mais interessante dessa lista, mas certamente é de grande importância. É necessário uma discussão em torno dos impactos ambientais de algumas tecnologias modernas.
Durante os últimos 40 ou 50 anos, temos visto uma concentração significativa em formas de geração de energia. Um avanço que tem sido massivo está na forma de barragens hidrelétricas, que apesar de geralmente caras, são uma fonte de energia limpa. A princípio, parece um bom investimento, mas logo surgem preocupações surpreendentes, como o fato de que elas podem alterar a rotação orbital do planeta.
O maior exemplo é a Three Gorges Dam, Barreira das Três Gargantas, na China. É uma barreira peso-pesado que, quando cheia, contém 42 bilhões de toneladas de água – um volume de 39 km³, na capacidade total.
Esta grande mudança na distribuição de massa em relação à rotação da Terra tem aumentado o tempo de um dia em 0,06 microsegundos. Isso com apenas essa barreira, sem contar as outras superbarragens que existem no globo. Certamente, 60% de um microsegundo não parece muito, mas a soma futura de várias barragens operantes simultaneamente pode trazer consequências maiores. Associadas a outros fenômenos naturais responsáveis pela gradual freagem da rotação, como o afastamento da lua, esses números podem passar a ser significativos.

domingo, 21 de julho de 2013

Robbins Basic Pathology, 9th Edition


Robbins Basic Pathology, 9th edition By Vinay Kumar, 
Abul K. Abbas, Jon C. Aster
2012 | 928 Pages | ISBN: 1437717810 | PDF | 262 MB
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terça-feira, 16 de julho de 2013

MAGNETISMO - NÓS JÁ OUVIMOS FALAR MUITO DELE, SABEMOS SUA APLICAÇÃO PRÁTICA, MAS O QUE REALMENTE É?



Essa palavra se refere a fenômenos físicos decorrentes da força entre ímãs, objetos que produzem campos que atraem ou repelem outros objetos.
Todos os materiais possuem magnetismo, a diferença é que alguns o têm um pouco mais forte do que outros. Ímãs permanentes, feitos a partir de materiais como ferro, experimentam efeitos mais fortes, conhecidos como ferromagnetismo. Esta é a única forma de magnetismo forte o suficiente para ser sentida pelas pessoas.
A indução magnética é o fenômeno pelo qual um corpo se imanta quando é colocado perto de um ímã já existente. Ela depende exclusivamente da intensidade de imantação do ímã que produz o campo, e não depende do meio.
Há também o paramagnetismo, no qual certos materiais são atraídos por um campo magnético, e o diamagnetismo, em que os materiais são repelidos por um campo magnético. Outras formas, mais complexas, incluem antiferromagnetismo, em que as propriedades magnéticas dos átomos ou das moléculas se alinham ao lado uma da outra, e o comportamento vidro de spin, que envolve interações tantos ferromagnéticos quanto antiferromagnéticas.
Alguns materiais são chamados de não magnéticos porque os seus efeitos magnéticos são tão pequenos que são desprezados. O magnetismo também pode variar dependendo da temperatura ambiente e de outros fatores.
Um campo magnético é uma maneira de descrever matematicamente como materiais magnéticos e correntes elétricas interagem. Os campos magnéticos têm ambos uma direção e uma magnitude ou intensidade. Ímãs têm um polo “norte” e um polo “sul”. Polos opostos se atraem e polos iguais se repelem. Estes polos são conhecidos como dipolo magnético. Dipolos magnéticos e correntes elétricas dão origem a campos magnéticos.

Um ímã não apresenta propriedades magnéticas em toda a sua extensão, mas só em certas regiões, chamadas regiões polares. Quando um ímã é suspenso pelo seu centro de gravidade, entra em oscilação e depois fica em equilíbrio numa posição tal que suas regiões polares ficam voltadas para os polos geográficos da Terra.

Um ímã é o que faz a bússola apontar para o norte – o pequeno pino magnético em uma bússola é suspenso para que ele possa girar livremente dentro da bússola e responder ao magnetismo do nosso planeta. A agulha da bússola se alinha e aponta em direção ao polo sul magnético da Terra, que corresponde ao polo norte geográfico.
Regiões polares do imã -Sul (S) e Norte (N) 
Os campos magnéticos exercem uma força sobre as partículas no campo, chamada força de Lorentz. O movimento de partículas carregadas eletricamente dá origem ao magnetismo. A força magnética em uma única carga elétrica depende do tamanho da carga, a sua velocidade, e da força do campo elétrico e magnético.
Ímãs que utilizam elemento químico Neodímio e que possuem um campo magnético mais forte do que os ímãs comuns.
Tanto as interações elétricas como as magnéticas são elementos de um mesmo fenômeno chamado eletromagnetismo. Há quatro forças, ou interações, fundamentais: a força forte, a força fraca, a gravidade e a força eletromagnética. O campo do eletromagnetismo lida com a maneira como as partículas eletricamente carregadas interagem umas com as outras e com os campos magnéticos.
James Clerk Maxwell desenvolveu uma teoria unificada do eletromagnetismo em 1873. Existem quatro principais interações eletromagnéticas:
  • A força de atração ou de repulsão entre cargas elétricas é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas;
  • Os polos magnéticos vêm em pares que se atraem e se repelem, assim como acontece com as cargas elétricas;
  • Uma corrente elétrica num fio produz um campo magnético cujo sentido depende do sentido da corrente;
  • Um campo elétrico em movimento produz um campo magnético, e vice-versa.
Maxwell desenvolveu um conjunto de fórmulas, chamadas equações de Maxwell, para descrever esses fenômenos. Fonte: Live Science