Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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domingo, 21 de junho de 2015

CHEGOU O INVERNO: O DIA MAS CURTO E NOITE MAIS LONGA DO ANO




Agora a natureza toca o seu som; O som do vento!
Dia 21 de junho, neste domingo teremos a noite mais longa e o dia mais curto do ano. É o solstício de inverno aqui no hemisfério sul do planeta e o solstício de verão no norte.
[No hemisfério sul, estende-se do solstício de junho (21) ao equinócio de setembro (23); no hemisfério norte, do solstício de dezembro (22) ao equinócio de março (21).].

Aqueça-se
Porque é mais frio no solstício de inverno?
A órbita da Terra ao redor do sol é praticamente circular. Nossa distância do sol não influencia as temperaturas na Terra. O que causa as estações é o fato de recebemos menos horas de sol durante o dia no inverno junto com o fato do ângulo de entrada dos raios solares ser muito mais inclinado. Como a luz do sol chegando em ângulo grande parte do calor é refletida novamente para o espaço.
Veja o vídeo e entenda.

sábado, 20 de junho de 2015

ESPANHA É O PAÍS EUROPEU COM MAIS ESPÉCIES AMEAÇADAS



País vizinho alberga 85 mil espécies de animais e plantas, 54% das descritas na Europa
Espanha é o país europeu onde se concentra a maior percentagem de espécies ameaçadas de todo o continente. Este é o resultado de um estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) publicado no princípio do mês, baseado na Lista Vermelha Européia, o catálogo que indica o grau de ameaça das espécies européias em perigo. Portugal está terceiro lugar em número de espécies ameaçadas.
Espanha concentra uma grande proporção de espécies ameaçadas a nível europeu e tem a importante responsabilidade de as proteger no seu território. É preciso que haja mais e melhor ação para melhorar a situação destas espécies”, refere o estudo, recordando que Espanha, como Estado-membro da União Européia, se comprometeu a travar a perda de biodiversidade até 2020.  
Segundo a UICN, Espanha alberga aproximadamente 85 mil espécies de animais e plantas, o que representa 54% do total das espécies descritas na Europa e poderá representar mais de 5% da biodiversidade mundial.
O lince ibérico é uma das espécies ameaçadas de extinção
O estudo assegura que 38% das espécies que fazem parte da Lista Vermelha Européia estão presentes no país, a percentagem mais alta dos estados europeus. Em segundo está Grécia, que tem 32% das espécies da Lista, e Portugal, com 22% de espécies em risco.
Estes dados são preocupantes tanto mais que as políticas de biodiversidade estão “praticamente abandonadas” pelas administrações estatal e autônomas. “O Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente centra os seus esforços em modificar a normativa ambiental com graves consequências como a falta de proteção e os desregulamento”.
As Comunidades Autônomas têm, por seu lado, “apoiado projetos que teoricamente favorecem o crescimento econômico mas que, na verdade, têm graves consequências ambientais e sociais”, denuncia o grupo Ecologistas en Acción, que ontem organizou, em Madrid, um debate para analisar a situação da biodiversidade.
No país vizinho estão ameaçados 19% dos mamíferos, 24% de répteis, 7% de anfíbios, 37% de peixes de água doce, 5% de borboletas, 8% de libélulas, 6% de escaravelhos, 26% de moluscos terrestres, 34% de moluscos de água doce e 26% de plantas vasculares. “Do total de espécies estudadas no país, mais de uma quinta parte estão ameaçadas e pelo menos 10% estão ameaçadas a nível europeu”, refere ainda o estudo

STANFORD - PESQUISADOR DECLARA QUE A SEXTA EXTINÇÃO EM MASSA, ESTÁ COMEÇANDO

Período de extinção anterior levou a fim de dinossauros (Foto: EPA)
Estudo de Stanford, Princeton e Berkeley afirma que vertebrados desaparecem 114 vezes mais rápido que normal; humanos estão sob ameaça. 
A Terra entrou em um novo período de extinção em massa, de acordo com um estudo feito por três universidades americanas. E os humanos podem estar entre as primeiras vítimas.
A pesquisa, feita por cientistas das universidade de Stanford, Princeton e Berkeley, diz que os vertebrados estão desaparecendo a uma taxa 114 vezes mais rápida que o normal.
A descoberta confirma os resultados de um estudo publicado pela Universidade de Duke no ano passado.
"Estamos entrando agora no sexto grande período de extinção em massa", disse um dos autores do novo estudo.
O último desses períodos ocorreu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram extintos, provavelmente devido a um grande meteoro que atingiu a Terra.
"Se for permitido que isso continue, a vida vai levar milhões de anos para se recuperar e nossa própria espécie provavelmente desapareceria logo no início", disse o autor principal, Gerardo Cabellos.
Gráfico mostra o enorme aumento na perda de espécies ao longo dos séculos passados
Os pesquisadores analisaram, historicamente, as taxas de extinção de vertebrados - animais com espinha dorsal - por meio de dados de fósseis.
Eles descobriram que a taxa de extinção atual era mais que 100 vezes mais alta que em períodos em que a Terra não estava passando por um evento de extinção em massa.
Desde 1900, segundo o relatório, mais de 400 vertebrados desapareceram.
Uma perda desta magnitude normalmente seria vista em um período de até 10 mil anos, segundo os cientistas.
O estudo - publicado na revista científica Science Advances - cita, como causas da extinção, mudança climática, poluição e desmatamento.
Como consequência da destruição de ecossistemas, processos benéficos como a polinização feita pela abelhas podem desaparecer em até três gerações humanas.
Polinização feita pelas abelhas pode acabar em 3 gerações (de humanos) (Foto: AP)
"Há exemplos de espécies, em todo o mundo, que são basicamente mortos-vivos", disse o professor de Stanford Paul Ehrlich.
"Estamos cavando nossa própria cova", afirma.
A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) diz que pelo menos 50 animais ficam mais perto da extinção a cada ano.
Cerca de 41% de todos os anfíbios e 25% dos mamíferos estão ameaçados de extinção, afirmam.
No ano passado, um relatório de Stuart Pimm, um biólogo e especialista em extinção da Universidade Duke, na Carolina do Norte, também alertou que a humanidade estava entrando no sexto período de extinção.
Mas o estudo de Pimm diz que a atual taxa de extinção era mais de mil vezes mais veloz que no passado - o estudo atual fala em 114 vezes.
Os autores do novo estudo afirmam que ainda é possível evitar "uma queda dramática da biodiversidade" por meio de conservação intensiva, mas que é necessário agir rapidamente.
Mais ameaçado: o lêmure
 
94% dos lêmures estão sob ameaça (Foto: PA)
Segundo a IUCN, o lêmure (um tipo de primata) enfrenta uma verdadeira guerra para evitar a extinção em ambientes selvagens nos próximos anos.
O grupo diz que 94% dos lêmures estão sob ameaça, com mais de um quinto de todas as espécies de lêmures classificadas como "sob perigo crítico".
Além de ver seu habitat natural em Madagascar sendo destruído por retirada ilegal de madeira, eles também são frequentemente caçados por sua carne, diz a IUCN.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

O AQUECIMENTO GLOBAL PODE TER ACELERADO, DIZ ESTUDO QUE DESCARTA A “LACUNA” NO AQUECIMENTO


Em 2013, painel na ONU registrou desaceleração no aquecimento global.
Nova análise dos dados refutou possibilidade de pausa no processo.
'Desaceleração' do aquecimento global registrada em 2013 foi refutada por cientistas após nova análise (Foto: Reprodução/GloboNews)
Uma desaceleração evidente no ritmo do aquecimento global nos últimos anos pode ser uma ilusão baseada em dados enviesados, de acordo com um estudo nesta quinta-feira (4), que não encontrou nenhuma ruptura em uma tendência de aumento das temperaturas.
Em 2013, o painel de especialistas climáticos da Organização das Nações Unidas (ONU) relatou um "hiato" no aquecimento desde cerca de 1998, apesar do aumento das emissões artificiais de gases de efeito estufa.
O novo estudo norte-americano publicado na revista Science, baseado em uma reanálise de dados de temperatura em todo o mundo, não encontrou nenhuma pausa no aquecimento, apontado pela maioria dos especialistas em clima como culpado pela produção de ondas de calor, chuvas torrenciais e níveis do mar mais elevados.
"Não há percepção... de diminuição na taxa de aquecimento entre a segunda metade do século 20 e os primeiros 15 anos do século 21", escreveram os especialistas liderados pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).
A taxa de aumento de temperatura de 2000-14 foi 0,116 grau Celsius de uma década, quase idêntica ao 0,113 grau uma década para 1950-99, eles escreveram.