Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

BÉLGICA, ACORDO POLÍTICO PARA FECHAR SUAS USINAS NUCLEARES.

Será que desta vez vai?
O governo belga anunciou nesta segunda-feira um acordo partidário para desativar as duas usinas nucleares restantes no país, pertencentes à empresa Electrabel, subsidiária da GDF-Suez.
A intenção é desligar os três reatores mais antigos até 2015, e completar a desativação até 2025, desde que haja suficientes fontes energéticas alternativas para evitar um apagão.
"Se acontecer de não enfrentarmos escassez e de os preços não dispararem, pretendemos manter a lei de saída nuclear, de 2003," disse uma porta-voz do ministério belga de Energia e Clima.
Usina Nuclear de Tihange na Bélgica - Controlada pela Electrabel
A Bélgica, que tem sete reatores e duas usinas, aprovou em 2003 uma lei que previa sua desativação.
O acordo definido no domingo fez com que as ações da GDF Suez abrissem na segunda-feira em baixa de até 4,5, pior desempenho do índice Stoxx 600 de empresas elétricas europeias, que operava em baixa de 0,8 por cento às 7h30 (hora de Brasília).
A hostilidade popular à energia nuclear cresceu desde o acidente nuclear na usina japonesa de Fukushima, o que levou a Alemanha, maior economia europeia, a anunciar a intenção de desativar todas as suas usinas atômicas até 2022.
A energia nuclear não emite carbono, e os planos da Alemanha geram o temor de que sua matriz energética se torne mais poluente. As fontes renováveis - como energia eólica ou solar - podem ser intermitentes, o que exige o uso do carvão e do gás como reservas.
A Electrabel disse nesta segunda-feira que não irá comentar o plano dos políticos belgas, por ainda não ter sido oficialmente comunicada.
Em 2009, a Bélgica decidiu manter seus reatores mais antigos em funcionamento durante dez anos a mais do que previa a lei de 2003, mas essa mudança não chegou a entrar em vigor, já que o governo que a aprovou perdeu o poder.
A Bélgica agora irá negociar com investidores para buscar uma forma de recuperar os 5.860 megawatts de capacidade que serão perdidos com a desativação das usinas de Doel e Tihange.
Os partidos belgas também discutiram qual será a taxação adicional à Electrabel, que em 2009 aceitara pagar 215 a 245 milhões de euros por ano entre 2010 e 2014 pelo direito de operar as usinas.
O jornal econômico belga L'Echo informou neste mês que Elio Di Rupo, o líder socialista francófono que negocia atualmente a formação de um novo gabinete, queria cobrar 1 bilhão de dólares por ano do setor nuclear, dominado pela Electrabel.
Fonte: Reuters

VULCÃO CONSIDERADO EXTINTO PODERÁ ENTRAR EM ATIVIDADE, A TERRA ESTÁ MESMO PASSANDO POR TRANSFORMAÇÕES PROFUNDAS!!!

No sudoeste da Bolívia, próximo à fronteira com o Chile, existe uma atração natural que tem incitado uma série de debates com geólogos de várias partes do mundo. É o vulcão Uturuncu, uma montanha de 6 mil metros de altura encravada no limite da cordilheira dos Andes. E algo inusitado diferencia este de outros vulcões: aparentemente, o Uturuncu está inflando cada vez mais.
Uturuncu o vulcão que geologicamente está morto, pode voltar a atividade em breve
Ninguém sabe, exatamente, explicar o motivo, mas estimativas indicam que o vulcão boliviano está inflando entre um e dois centímetros por ano, durante os últimos vinte. Geologicamente, trata-se de uma velocidade espantosa.
O que foi observado até o momento é uma gradual elevação da área que fica abaixo do vulcão. Um platô de 70 quilômetros de comprimento, sobre o qual o Uturuncu está situado, está subindo seu nível como um balão gigante.
Em busca de respostas mais precisas sobre a origem do fenômeno, pesquisadores da Universidade do Oregon (EUA) estão investigando a fundo este mistério geológico. O que se pretende descobrir, basicamente, são o passado e o futuro: como e porque o vulcão está inflando dessa maneira, e o que deve acontecer com ele nos próximos anos.
A situação desse vulcão, como explicam pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA), pode ser imaginada da seguinte maneira: pense em um chapéu de festa de aniversário infantil. A base é notoriamente circular, o que contribui para o inchaço, já que qualquer pressão vinda de baixo se distribui de maneira uniforme.
Tal pressão também pode ser medida: os geólogos afirmam que a camada de magma tem crescido na ordem de 1 metro cúbico por segundo, dez vezes mais do que um vulcão “normal”. Os indícios apontam para uma erupção em breve. Mas isso seria estranho, como explicam os cientistas, porque o Uturuncu está em uma região geologicamente “morta”: os vulcões da área estão inativos há mais de um milhão de anos.
Quando estes vulcões entram em erupção, no entanto, o impacto material tende a ser muito maior. O volume de magma destas montanhas da Bolívia e do Chile, quando elas explodem, tende a ser gigantesco. Em números, cerca de mil vezes superior ao Monte St. Helens, nos EUA, que já destruiu 250 casas ao longo da história. Por essa razão, vulcões como o Uturuncu são chamados de “supervulcões”.
A humanidade, por sorte, nunca presenciou a erupção de um supervulcão. A última vez em que isso aconteceu, segundo estimativas, foi há 74 mil anos, na Indonésia. Os supervulcões, segundo cálculo dos cientistas, armazenam lava por cerca de 300 mil anos até explodir. A última erupção do Uturuncu, conforme estimativas, aconteceu há 300 mil anos. Devemos presenciar uma nova super erupção em breve?
Possivelmente, de acordo com os geólogos americanos. Os pesquisadores se dedicam a um intenso monitoramento do vulcão, considerando dados sísmicos, medidas de GPS e variações no terreno. Tudo para determinar quão próximos nós estamos de um evento natural desse porte.

domingo, 30 de outubro de 2011

BBC HISTÓRIA DO REINO UNIDO - DEZEMBRO DE 2011 [HQ PDF]

A História que a Inglaterra esconde
BBC História do Reino Unido - Dezembro 2011
Inglês | 100 páginas | HQ PDF | 79,50 Mb

BBC History Magazine é uma publicação da história oficial que se preocupa com a informação e examinar e reexaminar os principais eventos históricos, pontos de inflexão na história, as tendências mais amplas dentro da história, e diferentes eras como um todo. Ela publica artigos escritos por especialistas em seu campo em todos os períodos da história, desde o antigo Egito, até o reinado mais famoso do mundo, a Inglaterra, ou a Segunda Guerra Mundial, e traz a ponta da pesquisa histórica e novas teorias para um público mais exigente em um formato acessível e envolvente.

CHUVAS TORRENCIAIS CASTIGAM A CAPITAL DA TAILÂNDIA E CAUSAM PÂNICO ENTRE A POPULAÇÃO. O RIO QUE CRUZA BANGKOC INUNDOU TODA A CIDADE.

Segundo o governo, total de vítimas chega a 381.
Duas pessoas estão desaparecidas e 26 províncias permanecem alagadas.
As chuvas que atingem a Tailândia há uma semana afetaram, até agora, um milhão de pessoas. A estação que devia ser a mais seca do ano, já causou 381 mortes e dez tailandeses estão desaparecidos. Muitos estão sem energia elétrica e, em algumas regiões do sul, a locomoção por trem, carro ou avião foi interditada.
Devido às fortes precipitações, lugares foram inundados e houve deslizamento de terra. O governo do país está coordenando a evacuação das áreas afetadas. Em relação aos turistas, o Exército enviou seu porta-aviões para resgatar as pessoas ilhadas em Koh Tao, onde o tráfego marítimo foi suspenso.
As autoridades da Tailândia anunciaram neste domingo que o número de mortes causadas pelas inundações que afetam províncias do planalto central e áreas de Bangcoc chega a 381. Segundo o governo, a situação tenderá a melhorar nos próximos dias.
Família tailandesa passa por área alagada de Bangcoc (Foto: AP)
O Centro para a Prevenção e Combate de Desastres disse que, além disso, outras duas pessoas permanecem dadas por desaparecidas e que 144 comarcas de 26 províncias permanecem alagadas.
Em Bangcoc - da qual de acordo com informações publicadas pela imprensa local saíram durante os últimos cinco dias cerca de um milhão de moradores do total de 12 milhões que povoam a metrópole - as inundações afetam nove distritos dos 50 nos quais está dividida.
A primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, pediu ao povo de Bangcoc para ter paciência e condenou a destruição de alguns diques de proteção por parte de grupos de moradores irritados pela gradual alta do nível de água em seus bairros.
Estas inundações, consideradas as piores registradas no país asiático no meio século, obrigaram mais de 150 mil pessoas a se refugiar em abrigos improvisados.
O desastre, cujo custo econômico ultrapassará os US$ 6 bilhões, começou no final de julho com o transbordamento de rios e pântanos do norte e da região central, por causa das fortes chuvas da monção e de três tempestades tropicais seguidas.
O número de pessoas prejudicadas pelas inundações ronda os 2,5 milhões e pelo menos 700 mil receberam atendimento médico por causa de infecções e outras doenças contraídas por contato ou consumo de água contaminada.
Tailandeses caminham por área alagada de Bangcoc (Foto: AP)
Fonte: G1/EFE

sábado, 29 de outubro de 2011

DANDO MAIS VIDA A BATERIA DO NOTEBOOK

Na hora de usar o laptop a pergunta que fica é sempre a mesma. Será que eu tenho que deixar meu computador carregando até o final e depois descarregá-lo completamente? Posso tirá-lo e pô-lo na fonte quantas vezes eu quiser?
Bom, os laptops costumavam rodar com baterias de níquel-cádmio, que experimenta o “efeito memória” fazendo com que elas percam a capacidade ao longo do tempo, caso elas sejam recarregadas antes de acabarem de fato. Esse não é mais o caso. 
baixar o consumo da bateria do notebook
Os laptops mais recentes usam baterias de íon-lítio ou de polímeros de lítio. Descarregar repetidamente essa bateria a zero não deve mudar nada, na verdade. Ela provavelmente não irá diminuir sua vida útil e sua capacidade global.
A única situação em que você pode precisar intencionalmente fazer a descarga completa da bateria é se o medidor interno de combustível digital, que acompanha a carga da bateria e faz os relatórios em seu computador, fica fora de sintonia como resultado de um longo prazo de armazenamento ou depois de muito uso intenso. Para isso, alguns computadores têm ferramentas de calibração embutidas, mas se o seu não tiver, carregue a bateria completamente e depois execute o computador até a que ela acabe, desativando os perfis de economia de energia.
E que tal remover a bateria totalmente para mantê-la por mais tempo? Os fabricantes de laptop oferecem conselhos conflitantes.
O mais recomendado: Se o notebook fica ligado a uma tomada por meses ou anos, retire a bateria e guarde-a em local fresco, com cerca de 50% de carga. Isto é especialmente válido se o seu computador fica muito quente, já que o calor é o inimigo dos íons-lítio. Agora, se você tira o laptop da alimentação elétrica, digamos, uma vez por semana ou até mesmo uma vez por mês, deixar a bateria no lugar dela é a melhor opção, porque sistemas inteligentes de carregamento fazem com que a bateria pare de carregar quando ela se aproxima de sua capacidade plena – não há necessidade de ficar tirando.
Muitos laptops ainda mantêm o controle da idade da bateria e deixam ela abaixo da sua capacidade para ajudar a prolongar a sua vida.
Agora faça bom uso tranquilamente do seu laptop.
Para durar mais
Primeiramente coloque o notebook no modo economia de energia ( é uma configuração que faz o notebook usar apenas o essencial dele ), cada fabricante pode ter um nome diferente, mas esse tipo de recurso diminui consideravelmente o consumo da energia.
Desligue o wi-fi e o bluetooth se não estiver usando, esses componentes gastam uma quantia considerável de energia.
Diminua o Brilho da tela, a interface é uma grande consumidora de energia, e em lugares com boa iluminação, não há necessidade de deixar o brilho do seu notebook alto.
Escolha sempre assistir à filmes digitais, que estão no seu notebook, e não a DVDs, o leitor de DVD acaba rapidamente com sua bateria, caso tenha vários DVDs, a dica é ripá-los para seu notebook e depois assistir.
Essas são algumas dicas para manter seu notebook sem tomada o maior tempo possível, mas nunca saia de casa sem seu cabo de energia, pois qualquer coisa, sempre há um bar ou qualquer outro estabelecimento com tomadas!
Fonte: POPSCI

DIA MUNDIAL DO COMBATE AO AVC: SAIBA COMO EVITAR DERRAMES

A maioria dos fatores de risco, como colesterol alto e hipertensão, pode ser controlada
Neste dia 29 de outubro é lembrado o Dia Mundial de Combate ao AVC, doença responsável pela morte de cinco milhões de pessoas no mundo a cada ano, de acordo com a OMS. No Brasil, a doença mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. Outro dado alarmante é que um em cada seis brasileiros corre risco de sofrer um AVC. 
Controlar a Pressão é fator fundamental para se evitar o AVC
"Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral é uma alteração do fluxo de sangue no cérebro, que ocorre por falta ou extravasamento de sangue em alguma região do corpo", explica o neurologista André Lima, do Hospital Barra D'or, especialista em prevenção dessa doença.
Mas é possível se prevenir de um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada. "Quanto mais idade a pessoa tiver, maiores são as chances de derrame e, por isso, os cuidados devem ser redobrados", alerta o neurologista Maurício Hoshino, do Hospital das Clínicas e Santa Catarina. Conheça esses fatores e saiba como combatê-los, além de ficar atento aos sintomas. 
Evitar alimentos ricos em gorduras
Pressão alta
A pressão alta ocupa o topo do ranking de maiores causas de acidente vascular cerebral. O neurologista André Lima explica que as paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte. "Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico)", explica. É possível, entretanto, controlar a hipertensão com medicação e hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal da alimentação e praticar exercícios. 
Mudar  os Hábitos alimentares

Fonte: Yahoo por Letícia Gonçalves

TERREMOTO SACODE SUL DO PERU E DEIXA 15 FERIDOS

Um terremoto de magnitude 6,9 abalou nesta sexta-feira o sul do Peru e deixou 15 feridos, nenhum com gravidade, após o desmoronamento de ao menos duas casas em estado precário. O sismo, no entanto, não afetou as operações dos setores de mineração e petróleo, vitais para a economia do país.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) afirmou que o epicentro foi localizado a 50 quilômetros da cidade costeira de Ica, cerca de 300 quilômetros ao sul de Lima.
De acordo com boletins da rádio local, o terremoto causou a queda da energia elétrica em algumas partes de Ica e também problemas nas comunicações da telefonia celular.
Uma funcionária do Hospital Regional de Ica disse que 11 feridos deram entrada, entre eles duas crianças, alguns com fraturas e outros por contusões, depois que duas casas desmoronaram em um bairro pobre da região.
Em outro hospital próximo, outras quatro pessoas apresentaram ferimentos leves, afirmou o médico Héctor Montalvo à rádio RPP.
Um morador da estância costeira de San Andrés, em Ica, contou que o mar tinha recuado alguns metros naquela região. As autoridades não emitiram um alerta de tsunami imediatamente.
"Há pequenas alterações no mar, contudo a Direção de Hidrografia e Navegação não registra alerta de tsunami", disse o chefe do Instituto de Defesa Civil, Alfredo Murgueytio.
O Peru sofreu em 2007 um forte terremoto de magnitude 7,9 na cidade costeira de Pisco, vizinha de Ica, que deixou mais de 500 mortos e milhares de casas danificadas ou destruídas.
O USGS afirmou que o terremoto teve uma profundidade de 23,9 quilômetros em Ica, sendo sentido fortemente na superfície da costa peruana.
O terremoto não afetou as operações de petróleo ou de mineração, fundamentais para a economia do país sul-americano.
Um porta-voz da mineradora Southern Copper, uma das maiores minas de cobre do mundo, disse à Reuters que suas operações no Peru estavam "normais".
A empresa de mineração, controlada pelo Grupo México, opera no sul do Peru as minas Toquepala e Cuajone e a refinaria de Ilo, longe do epicentro do terremoto.
A mineradora Shougang Hierro Peru, uma subsidiária da chinesa Shougang, disse que nenhum dano foi registrado em sua mina perto do epicentro.
"Não há nenhum dano nas operações e instalações", disse à Reuters o gerente-geral da Shougang Hierro Peru, Raúl Vera.
Enquanto isso, a Petrobras e a Vale informaram no Brasil que não haviam recebido até o momento nenhuma informação indicando que suas operações haviam sido afetadas pelo movimento sísmico.
Fonte: Reuters (Reportagem de Marco Aquino, Patricia Velez, Cespedes Teresa, Scollo Ursula, Caroline Stauffer e Wade Terry).
Entenda como os terremotos se formam
Os terremotos são formados a partir de fortes deslocamentos de placas gigantescas debaixo da terra. Quando isso ocorre, a energia que estava acumulada no local é liberada sob forma de ondas elásticas. Elas se espalham em todas as direções, fazendo a terra tremer.

Cerca de 90% dos tremores ocorrem ao longo das linhas de colisão entre as placas tectônicas, que passam por vários países.

A linha de colisão entre as placas dos oceanos Atlântico e Pacífico percorre toda a costa oeste das Américas do Norte, Central e Sul.

Portanto, os países que ficam ao longo dessas falhas, como Estados Unidos, México, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Peru e Chile, têm recebido ao longo dos anos os mais devastadores terremotos de que se tem registro no continente americano.

Brasil, Argentina, Uruguai e a costa leste dos EUA dificilmente têm terremotos justamente porque estão localizados no meio da placa do Atlântico, cuja borda leste está enterrada no meio do oceano.
Epicento do Terremoto de acordo com a USGS
 Detalhes do terremoto
6,9
·         Sexta-feira, 28 de outubro, 2011 às 23:46:03 UTC
·         Sexta-feira, 28 de outubro, 2011 às 18:46:03 na epicentro
14,528 ° S, 75,927 ° W
19,7 km (12,2 milhas)
Perto da costa central do Peru
55 km (34 milhas) SSW de Ica, Peru
121 km (75 milhas) S de Chincha Alta, Peru
km 194 (120 milhas) W de Puquio, Peru
298 km (185 milhas) de SSE LIMA, Peru
horizontal + / - 17,7 km (11,0 milhas); profundidade + / - 4,1 km (2,5 milhas)
NST = 348, Nph = 350, Dmin = 846 km, Rmss = 0,86 seg, Gp = 68 °, 
M-type = magnitude onda do corpo (Mb), Versão = 9
·         Magnitude: USGS NEIC (WDCS-D) Localização: USGS NEIC (WDCS-D)
usb0006g0p

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A MULHER E A MORTE, DEIXE-ME MORRER EM PAZ - ANIMAÇÃO EM 3D

Animação sobre as últimas horas de uma solitária anciã
  É a luta entre a ciência e a morte.
Quem ganhara?
Curta metragem em 3D

MULHERES TAMBÉM TEM ORGASMO PRECOCE

Segundo a sabedoria convencional, são os homens que tendem a problemas como ejaculação precoce, enquanto as mulheres sofrem mais com o fato de nem sempre terem um orgasmo.
Mas nem tudo é como parece: sim, as mulheres também podem sofrer do problema de ter um orgasmo muito cedo durante o sexo.
Maldita dor de cabeça
De acordo com um novo estudo, uma pequena porcentagem de mulheres também tem orgasmo prematuro.
A pesquisa, feita com mulheres portuguesas, descobriu que 40% delas ocasionalmente chegaram ao orgasmo mais rápido do que pretendiam durante o sexo. Para cerca de 3% das mulheres, o problema era crônico.
“Para esse grupo, o orgasmo prematuro é mais do que um incômodo”, disse o pesquisador Serafim Carvalho. “Achamos que seja tão grave quanto o sofrimento que é para os homens”.
Orgasmo precose, não é um problema só masculino.
A ejaculação precoce é causado por ansiedade
Tradicionalmente, as disfunções sexuais femininas não recebem a mesma atenção que as masculinas, e o orgasmo precoce não é nenhuma exceção.
Enquanto a ejaculação precoce nos homens é uma disfunção sexual oficial, listada em manuais de referência para a medicina, não há tal categoria para um orgasmo incontrolável para as mulheres.
Para saber se a experiência do orgasmo precoce atingia as mulheres, Carvalho e seus colegas enviaram um questionário a uma amostra geral de mulheres portuguesas com idades entre 18 e 45 anos.
O questionário perguntava sobre a frequência de orgasmos prematuros, se as mulheres já sentiram uma perda de controle sobre o momento do orgasmo, e se sentiam angústia sobre o assunto. As mulheres também foram questionadas sobre sua satisfação com seus relacionamentos.
Pouco mais de 60%, ou 510 mulheres, responderam a pesquisa online. Destas, 40% já tinham experimentado um orgasmo mais cedo do que tinham desejado em algum momento de suas vidas.
Outras 14% relataram orgasmos prematuros mais frequentes. Estes 14% são casos “prováveis” que podem exigir atenção clínica.
Outras 3,3% preencheram os critérios para ter uma disfunção devido ao orgasmo prematuro. Os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre orgasmo prematuro e satisfação no relacionamento.
Na pesquisa, uma mulher descreveu seu desconforto com seus orgasmos rápidos como semelhante ao que um homem pode sentir, no caso da ejaculação precoce: “Eu me sinto da mesma forma que os homens devem se sentir sobre a ejaculação prematura e não vejo qualquer diferença – eu termino muito rapidamente, enquanto meu namorado não tem a chance de terminar, e isso está realmente começando a me incomodar. Uma vez que já atingi o orgasmo, acho desconfortável continuar, mudo de humor, e ele acaba perdendo seu orgasmo, o que me deixa mal”.
Enquanto os orgasmos prematuros podem causar muito estresse, a incapacidade de ter um orgasmo ainda é provavelmente um problema mais amplo entre as mulheres. Um estudo de 2010 com mulheres norte-americanas descobriu que problemas para ter orgasmo é a queixa mais comum sexual entre mulheres, com 54% delas relatando esse problema.
O novo estudo é preliminar, e mais pesquisa com um grupo maior de mulheres é necessária para determinar a extensão do orgasmo prematuro para o sexo feminino. Mas as mulheres que tem orgasmo rápido demais não deveriam ter medo de falar sobre isso com um médico, pois, na maioria dos casos, este não é um problema sério.

O USO DA MACONHA ASSOCIADA À ESQUIZOFRENIA

Um novo estudo pode ter descoberto como a maconha afeta o nosso cérebro. É sabido que a droga prejudica a nossa memória e cognição, e, agora, uma pesquisa com ratos indica que isso é porque a maconha faz o cérebro ficar fora de sincronia. O resultado disso assemelha-se aos efeitos da esquizofrenia.
Os pesquisadores neurocientistas mediram a atividade elétrica das células nervosas de ratos que receberam uma droga que imita o efeito do ingrediente psicoativo da maconha, chamado de tetrahidrocanabinol (THC).
A droga em si tem apenas efeitos sutis sobre as regiões cerebrais individuais, no entanto, ela interrompe a atividade coordenada entre as regiões do cérebro.
Especificamente, os pesquisadores descobriram que a droga interrompeu as flutuações coordenadas da atividade elétrica – chamadas de ondas cerebrais – em todo o hipocampo e o córtex pré-frontal. O resultado parecia com dois instrumentos dentro de uma orquestra tocando fora de sincronia.
A falta de sincronização entre o hipocampo e o córtex pré-frontal – áreas do cérebro associadas à memória e à tomada de decisões – também está associada com a esquizofrenia.
Sendo um grupo de distúrbios cerebrais graves, a esquizofrenia leva as pessoas a interpretar a realidade de forma anormal. Seus sintomas podem incluir uma combinação de alucinações, ilusões e pensamento e comportamento desordenados.
O abuso de maconha é comum entre pessoas que sofrem de esquizofrenia
Como resultado da interrupção de sua atividade cerebral, os ratos do estudo se tornaram incapazes de tomar decisões precisas enquanto navegavam em torno de um labirinto.
O abuso de maconha é comum entre pessoas que sofrem de esquizofrenia. De fato, outros trabalhos recentes mostraram que o ingrediente psicoativo da maconha pode induzir alguns sintomas de esquizofrenia em voluntários saudáveis.
“Essas descobertas são importantes para nossa compreensão das doenças psiquiátricas, que podem surgir como consequência de cérebros ‘desorquestrados’ e que poderiam ser tratadas através do reajuste da atividade do cérebro”, disse o pesquisador Matt Jones.
“Os resultados são um importante passo adiante em nossa compreensão de como a atividade rítmica no cérebro constitui a base de processos de pensamento na saúde e na doença”, disse o outro autor do estudo, Michal Kucewicz.

TUMORES AGRESSIVOS DE CÂNCER DE MAMA PODEM SEREM EXTIRPADOS COM O VÍRUS DA HERPES

Segundo uma nova pesquisa, uma versão geneticamente modificada do vírus que causa a herpes mostra promessa como tratamento para um tipo particularmente agressivo de câncer de mama.
O estudo foi feito com animais. O vírus atacou e matou células do câncer de mama triplo-negativo em ratos. O tipo triplo-negativo é uma forma de câncer de mama que não pode ser tratada com terapias hormonais, tais como tamoxifeno e Herceptin.
O câncer de mama triplo-negativo responde por cerca de 20% dos casos de câncer de mama. Ele afeta desproporcionalmente mulheres jovens com descendência africana e é geralmente tratado com quimioterapia. Esse câncer não é alimentado pelo hormônio estrogênio, por isso não responde aos tratamentos projetados para bloquear o hormônio.
Os pesquisadores infectaram células do câncer de mama em um prato com um vírus da herpes chamado NV1066. Dentro de uma semana, o vírus matou até 90% das células tumorais.
Os pesquisadores então injetaram as células do câncer de mama em ratos. Depois de tratar os ratos com o vírus durante 20 dias, eles viram que os tumores haviam desaparecido.
Essa resposta dramática pode ser devido ao fato de que as células do câncer de mama triplo-negativo têm altos níveis de uma proteína chamada p-MAPK. O vírus da herpes visa especificamente as células com altos níveis dessa proteína.
Um Novo Tratamento para o Câncer de Mama
Por enquanto, os resultados são preliminares. Segundo os pesquisadores, não está claro se a terapia terá o mesmo efeito sobre tumores de pessoas. Mais pesquisas são necessárias para determinar isso.
Os cientistas também disseram que se algum tratamento baseado na pesquisa for desenvolvido, ele provavelmente será usado em conjunto com outras terapias contra o câncer, incluindo quimioterapia e radioterapia.
A nova terapia é apenas uma das muitas que surgiram nos últimos anos para explorar o uso de vírus como um meio de atacar e destruir células cancerosas. O vírus da herpes foi testado em pessoas como tratamento para câncer de cabeça e pescoço, mas ainda não tinha sido testado para o câncer de mama.
A pesquisa é promissora, no entanto, os pesquisadores ainda precisam mostrar que o vírus da herpes é seguro para uso em pacientes.
Afinal, tal vírus é conhecido por causar infecção em seres humanos, incluindo infecções no cérebro. Comprovar a segurança da terapia provavelmente vai ser um processo demorado, e envolverá testá-la em outros animais, como cães e primatas.
Nessas novas etapas, os pesquisadores planejam descobrir exatamente como o vírus funciona para matar as células do câncer de mama, para tentar reforçar o seu efeito.

ESPÉCIES MARINHAS INVASORAS AMEAÇAM EQUILÍBRIO DE RESERVA AMBIENTAL DE ARRAIL DO CABO NO RJ




Pode-se dizer que Arraial do Cabo é uma região privilegiada em termos de biodiversidade marinha. É o único ponto no país onde ocorre o fenômeno da ressurgência, que, no verão, faz emergir das profundezas correntes de águas frias, repletas de nutrientes. Como a região permanece relativamente intocada e é de interesse para pesquisas, foi criada ali a Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo, onde só é permitida a pesca de canoa, ou dos barcos de pescadores locais. Isso, no entanto, não tem evitado a introdução de espécies exóticas, como os corais Chromonephthea e Tubastraea, este último popularmente conhecido como coral sol. Uma outra espécie exótica, o ofiuróide Ophiothela, vem sistematicamente colonizando as gorgônias orelhas de elefante, outra espécie de coral, endêmica da costa brasileira e considerada ameaçada de extinção.
Na área pesquisada, o hidrocoral Millepora alcicornis
       cresce sobre a gorgônia Phyllogorgia dilatata

(Felipe Ribeiro / UFF)
Monitorando essas espécies invasoras, o biólogo Bernardo Perez da Gama, do Departamento de Biologia Marinha, da Universidade Federal Fluminense (UFF), alerta para a competição por espaço com as espécies nativas, para a possível redução de diversidade marinha que isso representa e os consequentes prejuízos à pesca comercial. Em seu projeto, desenvolvido com recursos do edital Jovem Cientista do Nosso Estado, da FAPERJ, pelo menos alguns invasores importantes vêm sendo alvo de acompanhamento: o coral Millepora alcicornis; a Tubastrea, de esqueleto calcário, também chamado coral sol por sua cor amarelo forte, e seu enorme potencial para dispersão; e Chromonephthea, um coral mole, que por enquanto tem se mantido relativamente confinado a poucas áreas; e Isognomon bicolor, uma espécie de ostra que já está estabelecida na região entremarés – que permanece submersa durante a maré alta – e é bastante difícil de erradicar; ou ainda Ophiothela, um ofiuróide (tipo de equinodermo similar a uma pequena estrela do mar amarela), que parece agir em colaboração com o coral nativo Millepora alcicornis para a colonização da gorgônia orelha de elefante.
"Precisamos monitorar o comportamento dessas espécies exógenas e, sempre que possível, evitar que elas cheguem e se estabeleçam em Arraial." Segundo o pesquisador, o Isognomon, por exemplo, vem competindo com o mexilhão, que é uma espécie comercial importante para os pescadores da região. "Hoje, a densidade desse invasor está mais baixa do que há alguns anos. Mas a espécie está estabelecida por aqui há 15, 20 anos e era bastante abundante em toda a área de costão. Não se sabe, porém, exatamente o que aconteceu para reduzir sua presença. Talvez tenha sido alvo de algum patógeno ou de um verão extremamente quente, que tenha elevado demasiadamente a temperatura das águas, a um ponto intolerável para a espécie. Com isso, sua densidade ficou bastante reduzida, mas precisamos evitar que ela prolifere novamente", fala.
Como explica o pesquisador, invasores como o Tubastraea, por exemplo, já são consideradas espécies estabelecidas em Angra dos Reis e na Ilha Grande. "Isso porque, como seus ovos fertilizados são dispersos nas águas e levados pelas correntes, isso significa um potencial enorme para se espalhar rapidamente. 
Invasora Millepora avança sobre gorgônia brasileira (à esquerda)
A Chromonephthea, ao contrário, tem sido limitada por sua forma de reprodução assexuada, que faz com que se espalhe apenas em pontos restritos em seu entorno." O que também tem impedido uma maior proliferação de espécies exógenas tem sido a ação dos peixes. Como o fenômeno da ressurgência torna toda aquela região abundante em pescado, e com as limitações impostas à pesca comercial, os peixes que ali se reproduzem se tornam importantes predadores das espécies invasoras. "Eles terminam exercendo uma forma natural de controle, fazendo com que essas espécies se mantenham apenas dentro dos limites do porto do Forno, e promovendo um relativo equilíbrio na reserva", esclarece.
Para confirmar esse papel de controle dos peixes sobre os invasores, Perez da Gama e equipe fizeram um experimento, levando placas com incrustação de espécies da baía de Guanabara a um ponto controlado de Arraial do Cabo e levando uma placa incrustada com espécies de Arraial a um ponto da baía de Guanabara. "Em Arraial, pudemos observar como a comunidade de peixes consome seletivamente as espécies invasoras. Mas na baía da Guanabara, como o ambiente já é muito invadido e a poluição orgânica favorece a bioincrustação de organismos filtradores, como ostras e mexilhões, a ação dos peixes predadores não é tão perceptível. Até porque, como as águas poluídas se tornam muito escuras, eles têm dificuldade de perceber visualmente as espécies exógenas."


Segundo o pesquisador, tudo isso confirmou a importância da pesca controlada em Arraial do Cabo, como forma de se manter o equilíbrio da biodiversidade local. "A própria existência da reserva é fundamental para evitar que essas e outras espécies invasoras se estabeleçam." Para Perez da Gama, é possível dar continuidade a aspectos preventivos, com algumas medidas. "Como o porto do Forno é o único acesso marítimo para grandes embarcações em Arraial, é preciso evitar-se a entrada de navios com uma quantidade elevada de bioinscrustação na parte submersa do casco, especialmente agora que a exploração de petróleo e gás vem possibilitando o trânsito de um maior número de embarcações em suporte a essas atividades."
Como explica o pesquisador, é preciso manter a fiscalização tanto nas embarcações que por ali transitam quanto para o controle da pesca. "Reduzir as comunidades de pescado a níveis mínimos, mantendo-as sob o estresse constante de uma redução ainda maior, significa também perder o controle natural de invasores e permitir que eles proliferem. Na conta final, significa também reduzir a biodiversidade local e promover modificações naquele ecossistema com consequências difíceis de prever. Os únicos resultados certos da falta de controle são os prejuízos comerciais e sociais para toda essa região", conclui.
Fonte: FAPERJ/UFF/ Vilma Homero