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sábado, 16 de novembro de 2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

TUFÕES, COMO O HAIYAN, PODEM TER VELOCIDADES SUPERIORES A 251 KM/H



Imagem de satélite da NASA mostra a formação do tufão Haiyan antes de tocar o solo nas Filipinas (Foto: NASA / Via AFP Photo)
Tufão, furacão e ciclone são o mesmo fenômeno, explicam meteorologistas. Tempestade Haiyan se formou no Pacífico e atingiu as Filipinas.
O tufão Haiyan, que se formou na região do Pacífico ocidental e que atingiu as Filipinas nesta sexta-feira (8), já causou a morte de ao menos três pessoas e obrigou a retirada de mais de 120 mil de suas casas na área central do país.
De acordo com o governo filipino, que o batizou de Yolanda, já é uma das maiores tempestades que atingiu o país e meteorologistas norte-americanos alegam que a força dos ventos converte Haiyan, de categoria 5, a mais alta, num fenômeno pode ser um dos mais violentos registrados no mundo e o mais potente a tocar a terra em toda a história.
Até esta sexta, Haiyan se encontrava sobre a Ilha de Samar, 600 km a sudeste de Manila e havia atingido o solo das Filipinas nesta madrugada, hora local, com rajadas de 275 km/h.
Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), órgão americano responsável pelos mares e pela atmosfera, um tufão é o mesmo tipo de perturbação meteorológica que um furacão e um ciclone.
A diferença está apenas no nome recebido em determinada região. As tempestades que ocorrem na área do Pacífico ocidental (que banha parte da Ásia), recebem o nome de tufão.
No Oceano Atlântico Norte, Mar do Caribe, Golfo do México (costa dos Estados Unidos, México e América Central) e Norte Oriental do Pacífico, a perturbação é batizada de furacão. Já na região do Oceano Índico e no Pacífico Sul (onde estão Austrália e Nova Zelândia), a tempestade ganha o nome de ciclone.

Mas como um tufão se forma?
O fenômeno climático é resultado da combinação de alta temperatura na superfície do oceano, em decorrência da radiação solar, grande quantidade de chuvas e queda da pressão do ar.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), esse sistema costuma se formar em áreas próximas à Linha do Equador e a temperatura do mar nesses casos tem que estar, em média 2º C a 3º C acima do normal.
O aumento do processo de evaporação da água na superfície do mar forma nuvens de chuva e provoca uma queda da pressão atmosférica na superfície do mar. Isso provoca mais evaporação e chuvas, além de ventos que se intensificam e começam a se movimentar no oceano (em espiral), podendo atingir o continente.
O processo de giro do furacão está associado à rotação da Terra, e seu surgimento é descrito por um processo conhecido como efeito Coriolis. É esse efeito também o responsável por estabelecer a trajetória do furacão, uma vez que ele surge sobre o oceano.
Velocidade
Assim como os furacões e ciclones, os tufões se dividem em cinco categorias de força pela escala Saffir-Simpson. Fenômenos classificados na categoria 1 têm ventos de até 152 km/h. Tempestades com ventos entre 153 km/h e 176 km/h estão na categoria 2.
Tempestades com ventos entre 177 km/h e 207 km/h são classificados na categoria 3. Na categoria 4, os ventos têm velocidade entre 209 km e 250 km. Já os tufões classificados na categoria 5 são aqueles que registram ventos com velocidade acima de 251 km/h, de acordo com o meteorologista do Inmet.
Enquanto houver água embaixo do tufão para alimentá-lo, a tempestade continua forte e avança em sua trajetória até atingir a costa.
Quando toca o continente, o processo é interrompido, pois o combustível da tempestade ficou para trás, fazendo com que ela perca energia. No entanto, ao se dissipar, o fenômeno já terá causado estragos em regiões costeiras.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

AS ALERGIAS E SEUS MITOS



De pessoas que tiram o glúten da dieta e que podem não precisar fazer isso até aqueles que equivocadamente não tomam a vacina contra a gripe por serem alérgicas a ovo, mitos sobre alergias são comuns. Às vezes, até mesmo médicos acreditam nessas lendas urbanas. Por isso mesmo, depois de ouvir informações incorretas por várias vezes, o Dr. David Stukus, um alergologista pediátrico do Hospital Infantil Nationwide, de Columbus, no estado norte-americano de Ohio, contou que decidiu investigar a origem destes boatos e por que eles são tão corriqueiros.
“Esses equívocos são bastante comuns no público em geral, bem como entre os clínicos gerais”, relata Stukus. Ele descobriu que havia falta de evidência científica para muitas ideias a respeito de alergias e atestou que existe muita desinformação circulando pela internet. “Se alguém está pesquisando por conta própria, esta pessoa pode ser levada na direção errada mesmo naqueles que parecem ser sites confiáveis”, explica.
Outra razão para estes mitos persistirem é que, embora certas crenças tenham sido refutadas pela ciência, a informação correta ainda não permeou nossa cultura.
6. Alergia a corantes artificiais
As pessoas atribuem muitos sintomas como urticária crônica ou até mesmo asma como uma consequência a ser alérgico a corantes artificiais utilizados em alimentos. Stukus ressalta que é muito comum culpar essas substâncias até mesmo em casos de problemas comportamentais e de TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade).
No entanto, não há nenhuma evidência científica de que os corantes artificiais causem estes sintomas. “Um monte de gente realmente lista isso como uma alergia em seu registro médico oficial, o que torna muito difícil prescrever determinados medicamentos, e altera o efeito de terapias que poderiam receber, causando gastos desnecessários”, explica.
5. Alergia ao ovo e vacinas contra a gripe
As pessoas que são alérgicas a ovo podem pensar que não podem tomar a vacina sazonal contra a gripe. Entretanto, a verdade é que, embora elas possam conter quantidades muito baixas de proteína do ovo – porque o vírus é frequentemente cultivado em ovos de galinha – as vacinas são seguras para as pessoas com alergia ao alimento.
A segurança das vacinas contra a gripe para pessoas alérgicas tornou-se uma questão importante durante a pandemia de gripe suína de 2009.
“Desde então, pelo menos 25 ensaios clínicos bem conduzidos têm mostrado que as vacinas não contêm uma quantidade significativa de proteína de ovo e que são extremamente seguras, mesmo para as pessoas alérgicas”, disse Stukus.
4. Alergia a frutos do mar e tomografia computadorizada
Há um equívoco que as pessoas com alergias a frutos do mar estão em maior risco de reações negativas ao iodo que às vezes é usado como um “agente de contraste radiológico” durante tomografias para obter uma melhor imagem. “Este foi criado pelos próprios médicos, cerca de 40 anos atrás”, revelou o alergologista, se referindo a quando o rumor começou a se espalhar.
Em um estudo de 1975, os pesquisadores observaram que 15% dos pacientes que apresentaram reações adversas a um agente de contraste radiológico também relataram serem alérgicas a mariscos. Por este motivo, os pesquisadores supuseram que o iodo, presente tanto marisco quanto no agente, poderia ser o culpado.
Porém, quase o mesmo número de pacientes no estudo tinham relatado alergias a outros alimentos, tais como leite e ovos. “O iodo não pode causar alergia, ele está presente em nossos corpos e no sal de cozinha”, garantiu Stukus. As pessoas alérgicas ao marisco são alérgicas a uma proteína específica, que não está presente nos agentes radiológicos.
E os médicos ainda podem ainda estar propagando o mito. Um estudo de 2008 do American Journal of Medicine descobriu que quase 70% dos radiologistas e cardiologistas perguntou a seus pacientes sobre alergias a frutos do mar antes de administrar agentes radiológicos e muitos deles alteraram o procedimento nos casos de pessoas alérgicas ao marisco.
3. Alimentos alergênicos e bebês
É comum pensar que alimentos como nozes e peixe não devem ser administrados a crianças até aos 12 meses de idade, com base nas orientações emitidas em 2000 pela Academia Americana de Pediatria. No entanto, a organização mudou suas diretrizes em 2008 devido à falta de provas, e declarou que as crianças podem comer esses alimentos a partir de 6 meses de idade (desde que não representem um perigo de asfixia).
“Mas a orientação que foi criada há 13 anos ainda está sendo seguida hoje em dia por clínicos gerais, bem como pelo povo”, relata Stukus.
Na verdade, estão surgindo evidências que sugerem que a introdução precoce de alimentos potencialmente alergênicos pode ser boa para as crianças e podem promover uma maior tolerância no organismo delas. “Os estudos em andamento estão tentando provar isso. Nós também não temos grandes evidências a respeito disso, mas [as informações] estão se acumulando”, acrescenta.
No entanto, o especialista observou que as novas diretrizes podem não se aplicar a crianças que vêm de famílias com um forte histórico de alergias alimentares.
2. Ser “alérgico” ao glúten
“Alergias” ao glúten, na verdade, não existem. O Dr. Stukus explica que é uma outra proteína do trigo dos pães a qual algumas pessoas podem ser alérgicas. Porém, as pessoas podem ter intolerância ao glúten ou doença celíaca, uma condição autoimune em que comer alguns alimentos causa inflamação e vários sintomas.
Outro problema relacionado ao glúten é chamada de sensibilidade ao glúten não celíaca. “As pessoas relatam sintomas e têm queixas vagas, mas não há nenhum sinal objetivo ou uma ferramenta de diagnóstico para confirmar [a sensibilidade não celíaca]“, conta Stukus.
1. Animais de estimação hipoalergênicos
Infelizmente, não existe tal coisa como um cão ou gato verdadeiramente hipoalergênicos, afirmou o médico. Na realidade, todos os animais secretam alguns alérgenos na sua saliva, glândulas sebáceas e glândulas perianais – não são os pelos que provocam alergias.
No entanto, algumas raças são menos incômodas para quem sofre de alergias do que outras. [LiveScience]

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

COBRA GIGANTESCA? ISTO JÁ ACONTECEU E PODE VOLTAR NO FUTURO


Montagem do esqueleto da cobra
Você está dormindo bem ultimamente? Então imagine: uma cobra do tamanho de um ônibus escolar com a boca com abertura suficiente para te engolir com os braços abertos. Este réptil não apenas existiu, como poderá voltar a existir. O motivo: as altas temperaturas da Terra.
Esta afirmação é  do estudo apresentado na revista ScienceWriters 2013. Durante um período conhecido como Máximo Termal do Paleoceno-Eoceno, as altas temperaturas favoreceram o crescimento dos répteis e atrapalhavam o desenvolvimento dos maníferos pequenos. Você consegue imaginar um cavalo do tamanho do seu gato de estimação?
O Paleoceno durou nove milhões de anos. Começou com o fim dos dinossauros há 65 milhões de anos atrás. Jonathan Blochm, paleontólogo do Museu de História Natural da Flórida, Estados Unidos, descobriu fósseis de tartarugas gigantestas e a cobra gigante conhecida como Titanoboa.
O répteis cresciam muito, mas na outra extremidade do espectro, os mamíferos eram muito menores em climas excessivamente quentes. Considere que neste período, o cavalo seria um perfeito animal de estimação. Quando as temperaturas dispararam duas vezes cerca de 55 milhões de anos atrás, os mamíferos encolheram, segundo estudo da Universidade de Michigan. O motivo: o fato de esta classe animal ter maior dificuldade em regular a temperatura do corpo e encontrar alimentos.
“Desenvolver a relação entre mudança de tamanho do corpo dos mamíferos e o efeito estufa, induzido pelo aquecimento global. Isto nos ajudaria a prever mudanças ecológicas para os próximos anos”, disse Will Clyde, da Universidde de New Hampshire, Estados Unidos.
Porém, antes de imaginar no surgimento de uma cobra gigante ou do cavalo menor que um gato, saiba que este animais demoram séculos para aparecer. Estas mudanças são lentas e somente seus tataranetos conhecerão estas espécies. Seria bom deixar uma anotação para eles sobre isto.


[Yahoo Notícias]