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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sumo de romã reduz doenças cardiovasculares e hipertensão

Capacidade antioxidante da bebida é maior do que a do vinho tinto e do chá verde
Antioxidantes do sumo travam radicais livres
Antioxidantes do sumo travam radicais livres















Estudantes do departamento de Zoologia da Universidade de Baroda, na Índia analisaram os efeitos do sumo de romã e chegaram à conclusão que esta bebida reduz as doenças cardiovasculares e a hipertensão.
O estudo, publicado na edição de Junho da revista Cardiovascular Toxicology, foi desenvolvido por Jadeja Ravirajsinh, professor associado do departamento de Zoologia.
O estudo realizado em ratos enfatiza a propriedade medicinal do sumo de romã em vez da semente. Até agora o efeito benéfico desta fruta estava apenas estudado nas sementes, mas esta investigação provou que o sumo é uma fonte rica em antioxidantes com efeito protector cardiovascular.
O estudo demonstrou que o consumo diário do sumo de romã tem um efeito significativo sobre o stress oxidativo cardíaco, pois os antioxidantes do sumo travam os radicais livres, reduzindo o risco de doenças coronárias.
Capacidade antioxidante
Ravirajsinh explica que “o sumo de romã contém a mais alta capacidade antioxidante, quase três vezes mais que o vinho tinto e o chá verde”.
Segundo o estudo, o consumo regular do sumo registou entre 40 a 50 por cento de redução dos níveis de plasma dos marcadores de risco cardíaco.
A romã é composta por 80 por cento de água e 17 por cento de açúcares, destacando-se a sua elevada composição em substâncias polifenóis, que além de protegerem a planta e dar-lhe cor a aroma, são convertidas pela flora intestinal em outras mais simples, como as punicalaginas (com actividade anti-bacteriana e que previnem o stress oxidativo) e as antocianinas (que fortalecem e conservam o colagénio e melhoram a micro circulação).
Fonte: Ciência Hoje PT

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