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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO ESTÁ CRESCENDO DE FORMA ASSUSTADORA



De acordo com o observatório terrestre da NASA, o buraco de ozônio sobre a Antártida cresceu muito em 2015. Em 2 outubro deste ano, o Instrumento de Monitoramento de Ozônio (OMI) observou que o buraco tinha atingido a sua maior área em um único dia.  A imagem abaixo obtida com base em dados adquiridos com o OMI, mostra o buraco naquele dia. Ele mediu cerca de 28,2 milhões de quilômetros quadrados – a quarta maior área medida desde o início dos registros por satélite. A última vez que números tão altos foram registrados foi em 09 de setembro de 2000, com assustadores 29,9 milhões de quilômetros quadrados.
O efeito de HFCs no esgotamento do ozônio é duplo.
Outros números altos foram registrados ao longo dos anos, como por exemplo em 24 de setembro de 2003 (28,4 milhões de quilômetros quadrados) e 24 setembro de 2006 (29,6 milhões quilômetros quadrados). Afinal, por que o buraco na camada ozônio cresceu tanto este ano? A resposta está em produtos químicos.
UM POUCO DE HISTÓRIA
O Protocolo de Montreal de 1989 foi um acordo mundial para eliminar gradualmente a utilização de clorofluorcarbonetos (CFCs), produtos químicos utilizados principalmente com sprays. O acordo foi assinado depois de uma pesquisa científica intensa que descobriu que os CFCs aceleraram a destruição das moléculas de ozônio.
Moléculas de ozônio, são compostas de três átomos de oxigênio unidos. Em condições naturais, este processo contínuo de criação e destruição realmente mantém uma concentração bastante estável ao redor do globo, que tem protegido a vida na superfície a cerca de 600 milhões de anos. O problema com os compostos de cloro que vêm de origem dos CFCs, é que eles aceleram reações que destroem a camada de ozônio, e não há acelerações nas reações de formação de ozônio para compensar. Infelizmente, mesmo que as fontes de CFCs tenha sido gradualmente reduzidas, ainda existem elevadas concentrações dele.
NOVAS CONSTATAÇÕES
Além do CFC, os cientistas da NASA descobriram recentemente que hidrofluorocarbonetos (HFC) – substâncias químicas produzidas para substituir o extinto CFCs - também estão tendo um impacto sobre as concentrações de ozônio.
O efeito de HFCs no esgotamento do ozônio é duplo. Em primeiro lugar, pelo aquecimento da troposfera – o nível mais baixo da atmosfera. E em segundo lugar, ajuda a radiação infravermelha alcançar a estratosfera. Assim, enquanto o troposfera está aquecendo gradualmente, a estratosfera está se resfriando como um refrigerador, o que acelera as reações químicas que destroem o ozônio.
Fontes: NOAA | TWN

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