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terça-feira, 1 de novembro de 2016

TURCOMENISTÃO TEM "PORTA PARA O INFERNO"

Cratera de 60 metros de diâmetro está em chamas há mais de 30 anos. Fogo teria começado quando russos estavam procurando reservas de gás natural
Cratera O brilho laranja pode até mesmo ser visto nas imagens de satélite do Google Maps
Existe um lugar no Turcomenistão, bem no meio do deserto de Karakum - 11º maior deserto do mundo, o Karakum ocupa cerca de 70% do território turcomeno -, que os moradores chamam de "Porta para o Inferno". É uma cratera com mais de 60 metros de diâmetro e 20 de profundidade, que, acredita-se, está em chamas há pelo menos 37 anos.
A cratera fica em uma região conhecida como Darvaza, a mais de 250 quilômetros de Asgabate, capital do país, e tem cerca de 350 habitantes que preservam um estilo de vida seminômade. Também é rica em enxofre e gás natural, substâncias que podem estar ligadas à existência do buraco, cujas chamas, durante a noite, podem ser vistas a quilômetros de distância - o brilho laranja pode até mesmo ser visto nas imagens de satélite do Google Maps.
Buraco apareceu em 1971 após ação de geólogos da antiga União Soviética que colocaram fogo nos gases
Os relatos mais aceitos sobre a origem do fenômeno contam que geólogos russos estavam procurando reservas de gás natural na região quando uma das plataformas de perfuração caiu em uma caverna subterrânea, o que abriu a cratera. A caverna estava cheia de gás e, para evitar que a substância tóxica se espalhasse, os russos incendiaram o local, para que o gás se consumisse - e ele estaria queimando desde então. O fotógrafo americano John Bradley http://www.johnhbradley.com/, autor das fotos que ilustram esta matéria, afirmou em seu site que o cheiro de enxofre queimado pode ser sentido de longe - daí também a relação com o inferno feita pelos habitantes locais.
A data do acidente nas escavações russas não é precisa, alguns se referem ao final da década de 50, outros especificamente ao ano 1971. Também não se sabe ao certo se havia pessoas dentro do lugar quando o fogo foi ateado. Qualquer que seja a data (ou a história), a cratera está em chamas há muitos anos. Ninguém tem ideia de quantas toneladas de gás já foram consumidas pelas chamas.
Contrariando essa hispótese, o jornalista americano Joshua Kucera, que também esteve na região, contou que seu guia turcomeno afirmou que a formação era natural.
Fenômeno semelhante, mas em maior escala, aconteceu também na Pensilvânia, nos EUA. A cratera na Pensilvânia foi formada por uma mina de carvão e está queimando desde maio de 1962.
Confira abaixo vídeos da Porta do Inferno:


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