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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PIRÂMIDES NA ANTÁRTIDA

UMA IMPACTANTE TEORIA SURGE COM A DESCOBERTA DE PIRÂMIDES NA ANTÁRTIDA
Nos últimos dias,  começaram a ser publicadas na internet  em sites especializados, textos, fotos e vídeos sobre  notícias de suposta descoberta de pirâmides na Antártica. Embora as informações ainda não tenham sido confirmadas nem negadas por todas as fontes oficiais (meios científicos), muitos sites têm ecoado essa possibilidade com sendo verdadeira, mostrando algumas fotos que sustentam e dão crédito a esta versão, onde podem ser observadas estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas por meio do Programa Integrado de Perfuração Oceânica-IODP, um projeto internacional de exploração submarina. Sobre algumas destas imagens têm sido numerosos diversas hipóteses, como a que a Antártida pode ter tido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos, e só agora estão começando a encontrar os restos dessas  estruturas, devido ao recuo do gelo,  além de especulações sobre  a relação dessas pirâmides com as de outras partes do mundo,  onde as pirâmides também foram construídas em tempos antigos, e que também a comunidade científica, nunca conseguiu explicar,  como o México, Egito, Maia (MesoAmérica) Indonésia, e outros lugares onde essas construções estão sendo encontradas mais recentemente como na Bósnia. 
É evidente que, se confirmado este fato, seria uma revelação  sem precedentes na história da humanidade, mas ainda parece tão distante de confirmação, como as que já são conhecidas da humanidade. Teoria do Acobertamento? De qualquer forma, seja real ou não, deixam marcas no horizonte da imaginação humana. Abrindo novos paradigmas para a História da humanidade. Sabemos que a Antártida é um dos lugares do mundo mais desconhecido e que por isso tem embutido uma aura de mistérios e curiosidades, já que a origem e construção de pirâmides continua sendo um dos enigmas mais poderosos da história.
 
 
 
 
 
 Assistam o vídeo:
 Vídeo:Ancient Pyramids Found In Antarctica? 2012 HD
Programa Integrado de Perfuração Oceânica-IODP (Integrated Ocean Drilling Program)
O que é o Programa Integrado de Perfuração Oceânica e qual a sua importância?
O IODP é o maior programa internacional de pesquisa no mar, apoiado por 24 países. A iniciativa surgiu em 1961 e tem foco em estudos sobre a natureza e a dinâmica da Terra, incluindo processos tectônicos, circulação oceânica, mudanças climáticas, formação de bacias oceânicas e biologia de organismos extremos.
O programa usa as mais modernas tecnologias em perfuração oceânica como instrumento essencial para novas descobertas. A perfuração é apoiada por laboratórios analíticos a bordo dos principais navios do programa – o Joides Resolution e o Chikyu –, que contam com equipamentos de última geração voltados a investigações geofísica, geoquímica, microbiológica e paleoclimática. Essa estrutura tem ainda o suporte de mais de uma centena de universidades e institutos de pesquisa localizados nos países membros do programa e de três grandes ‘sedimentotecas’, onde exemplares de todas as amostras ficam à disposição dos pesquisadores participantes para confirmação de dados ou novas interpretações.
Com esse aparato, a comunidade cientifica internacional atuante em ciências do mar, sobretudo em águas profundas, vem, desde os anos 1960, promovendo uma verdadeira revolução sobre o conhecimento das bacias oceânicas e dos continentes. Para se ter uma ideia, quase tudo que se conhece sobre a história dos oceanos e da própria Terra teve origem nas pesquisas do IODP, que atualmente somam mais de 340 perfurações.
Como as perfurações oceânicas podem contribuir para o avanço do conhecimento sobre a Terra?
O substrato do fundo oceânico contém um registro único da história da Terra e de sua estrutura, o que ajuda a compreender melhor os processos e fenômenos do planeta e a responder perguntas sobre aspectos fundamentais de seus ciclos geodinâmicos, do meio ambiente e da biosfera. Portanto, a perfuração do fundo dos oceanos ilumina o passado, torna possível entender o funcionamento presente e permite criar cenários para o futuro da Terra.
Entre as realizações científicas que derivaram de perfurações oceânicas, destacam-se: a descoberta da influência da calota de gelo polar nas flutuações do nível do mar, o desenvolvimento de uma escala de tempo geológico para os últimos 150 milhões de anos, a reconstrução da história do clima global e da evolução da biodiversidade nos últimos 65 milhões de anos com base em sedimentos oceânicos e o reconhecimento geológico da resposta da Terra ao aumento do dióxido de carbono na atmosfera.
Mais recentemente, microbiologistas participantes das expedições do IODP iniciaram a documentação das formas de vida profundamente enterradas nos sedimentos. Hoje se sabe que microrganismos apresentam atividade biológica até 1.626 metros abaixo do fundo oceânico!
A introdução de técnicas de biologia molecular e de cuidados com o pré-tratamento das amostras retiradas das profundezas permitiu um grande avanço na compreensão da vida em condições ambientais extremas. Resultados recentes do IODP sugerem que a biodiversidade nesses ambientes é imensa.
A existência desses microrganismos expande a zona verdadeiramente habitável do planeta. Para sobreviver em um ambiente inóspito, eles desenvolveram defesas metabólicas e estratégias de vida que os protegem das condições ambientais extremas e levam à adoção de vias biossintéticas únicas e ainda muito pouco conhecidas baseadas em novas moléculas. Por isso, a biosfera do mundo suboceânico é de grande interesse não só da ciência básica; suas múltiplas aplicações têm enorme potencial biotecnológico e farmacêutico.
Além disso, os ambientes sob o fundo oceânico apresentam condições semelhantes àquelas que os cientistas supõem terem existido nos primórdios do planeta. Portanto, entender os processos metabólicos e as estratégias de vida dessa biosfera tão particular pode prover novas abordagens para o entendimento da origem e da evolução da própria vida na Terra.
Quais os principais objetivos de pesquisa do IODP atualmente?
Nos próximos 10 anos, as pesquisas do IODP abordarão aspectos do clima da Terra, da vida em grandes profundidades, da geodinâmica e de eventos geológicos (como terremotos, vulcões e tsunamis), o que poderá fornecer uma resposta global às mais prementes questões ambientais da atualidade.
Os sedimentos e as rochas do substrato marinho registram parâmetros ambientais de dezenas de milhões de anos atrás, de uma época em que ainda não havia influência humana na Terra e quando os níveis de dióxido de carbono atmosférico e as temperaturas globais eram muito maiores do que os de hoje. Esses registros permitirão entender melhor a resposta do planeta a essas situações, o que ajudará a prever mudanças no nível do mar no futuro e avaliar como as alterações nos oceanos e nas temperaturas atmosféricas podem influenciar os padrões regionais de precipitação e a distribuição e a frequência de furacões, por exemplo.
Além disso, os sedimentos marinhos preservam a história da biodiversidade no oceano, desde a origem até a extinção de espécies, e podem fornecer registros de mudanças climáticas nos ecossistemas terrestres que tenham afetado a evolução, inclusive dos hominídeos na África. As amostras e os dados do IODP servirão para compreender a físico-química e os limites da vida no substrato marinho, incluindo os mecanismos que os micróbios usam para gerar energia, fixar e dispersar carbono e encontrar novos recursos.
Os recentes avanços em ferramentas de medição em poços de perfuração permitirão intensificar observatórios de longo prazo para o contínuo monitoramento do substrato marinho e a quantificação de respostas do sistema a perturbações naturais e induzidas. Também será possível identificar a propriedade das rochas e monitorar as condições associadas a grandes terremotos e tsunamis.

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