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segunda-feira, 30 de julho de 2012

ARQUEÓLOGOS SE INTRIGAM COM AS ANTIGAS ESTÁTUAS DE LEÕES DA TURQUIA


Após quase uma década desde o início dos estudos, duas grandes estátuas de leões asiáticos na Turquia ainda despertam a curiosidade de arqueólogos. As obras, sugerem os pesquisadores responsáveis, foram esculpidas entre 1400 e 1200 antes de Cristo (aC) – época em que os leões asiáticos, hoje extintos, ainda habitavam a região. Uma delas está localizada no vilarejo de Karakiz, e a outra em um ponto a nordeste do local.
De acordo com os pesquisadores, essas obras foram criadas por artistas do Império Hitita, que dominou por séculos a grande parte da Anatólia (no extremo oeste da Ásia) até se dividir em várias cidades-estado, em 1180 aC.
Com cerca de 2 metros de comprimento na base e peso somado de quase 5 toneladas, as esculturas de leões sofreram a ação de saqueadores antes das buscas oficiais (iniciadas em 2002, seguidas por estudo de campo que continua até hoje). “Existe uma crença de que monumentos como estes guardam tesouros”, disse o pesquisador Geoffrey Summers, da Universidade Técnica do Oriente Médio (Turquia). Summers acredita que, em uma caça ao tesouro, saqueadores dinamitaram as estátuas.
Mesmo com tantas análises, porém, as estátuas permanecem cercadas de mistério
Em artigo publicado recentemente no American Journal of Archaeology, Summers e Erol Özen (outro pesquisador envolvido nas buscas) discutem os possíveis significados culturais das esculturas. Curiosamente, não foram encontrados vestígios de habitações hititas próximos às obras, o que descarta a hipótese de que elas faziam parte dos portões de uma cidade ou de um palácio.
Por causa do peso, dificilmente poderiam ser transportadas. Assim, sugerem os pesquisadores, a resposta deve estar nas proximidades de onde foram encontradas. “É muito provável que os monumentos estariam associados a uma das muitas fontes próximas do local”, disse Summers. De acordo com outros estudos, o povo hitita era conhecido por atribuir valores sagrados à natureza e em especial à água, que consideravam um elemento purificador.

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