Esta foto foi escolhida pela BBC 28 de setembro, 2012 como uma das 20 mais bonitas

Sejamos proativos nas questões relacionadas às mudanças climáticas, pois não seremos poupados de seus efeitos devastadores a curto e longo prazo.
gmsnat@yahoo.com.br
Um Blog diferente. Para pessoas diferentes!

Grato por apreciar o Blog.
Comentários relevantes e corteses são incentivados. Dúvidas, críticas construtivas e até mesmo debates também são bem-vindos. Comentários que caracterizem ataques pessoais, insultos, ofensivos, spam ou inadequados ao tema do post serão editados ou apagados.

EAD

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

As 7 pragas do século

As 7 pragas do século

1. RUPTURA DA CAMADA DE OZÔNIO
A camada de ozônio na estratosfera terrestre, a 17 quilômetros de altitude, filtra os raios solares ultravioletas, que podem causar mudanças climáticas e câncer de pele. Ele é causado por grandes concentrações de compostos químicos industriais, denominados em conjunto de clorofluorcarbono (CFC), conhecido também como gás freon. Ele é usado em grande escala na produção de aerossóis, refrigeradores e produtos de limpeza.
2. A DESERTIFICAÇÃO
O primeiro sintoma é o aparecimento de manchas no solo. Depois a vegetação vai ficando escassa e, por fim, morre. As manchas aumentam e transformam-se em grandes áreas arenosas, sem água, onde a vida animal e vegetal é impossível. As principais causas da desertificação são as queimadas, o desmatamento, a expansão de culturas intensivas para terras de várzea, mais adequadas a criação de gado, e o mau uso da água subterrânea para irrigação.
3. A CHUVA ÁCIDA
A queima da vegetação natural e de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, liberam gás carbônico e uma série de outros gases que alteram a composição química da atmosfera. É isso que da origem às chuvas ácidas consideradas, nos países industrializados, o maior dos problemas resultantes da poluição. Repletas de poluentes e compostas por ácido sulfúrico.
4. O EFEITO ESTUFA
O aquecimento da superfície do planeta resulta do chamado efeito estufa, expressão adotada para indicar o aprisionamento do calor por gases atmosféricos como o metano, vapor de água, óxido de nitrogênio clorofluorcarbonos (CFC) e, especialmente, o gás carbônico. Produzidos em larga escala nas atividades urbanas e industriais, eles formam uma espécie de parede de vidro ou saco plástico que retém junto ao planeta uma parte dos raios solares que, em condições normais, seriam rebatidos para o espaço.
Entre os resultados desastrosos do efeito estufa, estariam distúrbios climáticos como se-cas, furacões, aumento das chuvas e nevadas derretimento do gelo dos pólos (com a conseqüente elevação do nível do mar provocando inundações) e diminuição na produção de alimentos.
5. OS ACIDENTES NUCLEARES
Desde 1945, ano que marca o fim da Segunda Guerra Mundial e, ao mesmo tempo o início da era atômica para toda a humanidade, já foram registrados, e divulgados, mais de 200 acidentes nucleares na face da terra. E os casos não divulgados quantos seriam? Um reator nuclear é uma espantosa concentração de energia poluidora; vários reatores nucleares são uma assustadora concentração de poder politico. Claro que os cuidados, de maneira geral, vem sendo redobrados; mas mesmo assim o transporte de plutônio e o destino do lixo atômico deverão figurar entre os maiores desafios do homem, meio século depois de Hiroshima.
6. EXTINÇÃO DAS ESPÉCIES
Preservar as espécies é indispensável para manter a estabilidade da biosfera. Uma grande floresta, por exemplo, é uma peça chave no clima global. E mais: as plantas e os animais contidos ali dentro constituem um valioso material genético para o desenvolvimento da farmacologia e da biotecnologia. Destruir ou sufocar essas form as de vida representa, para o homem, não exatamente conquistar terreno, mais sim ir fechando espaços em torno de si próprio, até a última borboleta, e aí vai ser tarde.
7. O LIXO URBANO
“A riqueza gera o desperdício”. Os países ricos investiram em coleta, separação e reciclagem de materiais como vidro, plásticos, metais e papéis e também no aproveitamento da parte orgânica. Nos países pobres, entretanto, os recursos tecnológicos para tratamento racional do lixo são ineficientes ou insuficientes. Quando algo está no ar, ou na água, ou na cadeia alimentar então o problema é geral. Esse é, com maior ou menor carga dramática, o quadro de qualquer metrópole do Terceiro Mundo, no limiar do terceiro milênio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário