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domingo, 14 de fevereiro de 2016

A GENÉTICA NÃO MENTE!!!

Os mistérios que a genética pode desvendar
Até meados do século XIX, os mecanismos da hereditariedade eram desconhecidos, não havia uma explicação científica para as semelhanças e diferenças entre pessoas de uma mesma família, entre animais domésticos, entre plantas, etc. Em 1865, o monge tcheco Gregor Mendel se interessou por esses questionamentos e realizou experimentos científicos para explicar essas semelhanças e diferenças.
Mendel escolheu trabalhar com ervilhas de cheiro (Pisum sativum) pela sua facilidade de cultivo, tamanho, características contrastantes, etc. Em seu experimento, realizou cruzamentos entre plantas puras. Num desses experimentos, cruzou plantas de sementes verdes com plantas de sementes amarelas, todas pura. A essa geração, Mendel deu o nome de Geração Parental (P). O resultado deste cruzamento foi 100% de plantas com sementes amarelas, chamadas de Geração F1. No segundo experimento, Mendel cruzou as plantas de geração F1 entre si, obtendo a geração F2, na proporção 75% de plantas com sementes amarelas e 25% de plantas com sementes verdes. Como a característica cor “amarela” apareceu em maior quantidade nos resultados, Mendel a chamou de característica dominante. Já a característica de cor “verde” não apareceu na geração F1, como um recesso, então ela foi chamada de recessiva.
As características de caráter dominante são representadas por letras maiúsculas e as recessivas por letras minúsculas. AA (homozigoto dominante), Aa (heterozigoto) e aa (recessivo), por exemplo. O gene recessivo, mesmo quando aparece na condição heterozigota, não se expressa. Isso pode nos dar a impressão que o gene dominante inibe o seu funcionamento.
Genes são fragmentos de DNA que produzem proteínas específicas. Tanto o gene dominante quanto o gene recessivo são ativos. A diferença está no fato que a proteína produzida pelo gene recessivo é um pouco diferente da enzima funcional, o que faz ela ter uma atividade diferente na célula. O gene dominante produz a enzima normal, tanto na condição homozigota ou heterozigota, por isso o fenótipo de ambos é idêntico. As células de indivíduos homozigotos recessivos produz a enzima com defeito ou não-funcional; desa forma a reação química não ocorre normalmente, e seu fenótipo será diferente.
Todas as sementes de ervilhas possuem o pigmento clorofila, que faz com que elas sejam verdes. A diferença nas cores das sementes de ervilhas é porque o gene dominante condiciona a produção da proteína que produz o pigmento de cor amarela, que se sobrepõe à cor verde da clorofila. Como as plantas recessivas não conseguem produzir esse pigmento, elas continuam da cor da clorofila.
No caso da herança do sistema ABO, tanto os sangues de fenótipo A e B, ambos dominantes, produzem os aglutinogênios na superfície das suas hemácias. Já o sangue tipo O é recessivo e não produz aglutinogênios.

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