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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

MIMETISMO (CAMUFLAGEM) EM SERPENTES



Mimetismo é a semelhança física ou de comportamento, geralmente adotada por uma espécie que imita a outra, com a intenção de se proteger de seus predadores. Os animais e plantas mais imitados são aqueles cujas características nocivas deixam uma impressão duradoura nos predadores. Ao invés de se esconder dos predadores por meio da camuflagem, as espécies que se mimetizam exibem os mesmos sinais ou comportamentos de advertência das espécies perigosas das quais imitam.
 O mimetismo foi descoberto em 1862 pelo naturalista britânico Henry Walter Bates, que descobriu duas espécies distintas de famílias de mariposas nas selvas brasileiras. Ambas, mesmo não possuindo nenhuma ligação, apresentavam marcas similares. A partir daí, observou que uma das famílias de mariposas era venenosa para as aves, então, deduziu que as mariposas comestíveis haviam conseguido sobreviver desenvolvendo marcas de advertência similares as das mariposas venenosas. Tal conceito, o mimetismo de Bates, foi utilizado na demonstração da teoria da seleção natural de Charles Darwin. Segundo esta teoria, as aves desempenhavam o papel de agentes da seleção natural ao eliminar as mariposas comestíveis que eram menos parecidas com as mariposas venenosas.


Em certas situações, o animal pode adotar a "camuflagem" como um modo de se proteger de seus predadores e de conseguir obter as suas presas.
Na camuflagem, o animal consegue se misturar ao ambiente, ou seja, suas cores se confundem com as cores do local, de forma que fica difícil saber onde ele está.
Veja se você consegue encontrar a serpente na imagem abaixo:
Todos os animais que desenvolveram esse processo, o fizeram como forma de evitar serem vistos por outros animais.

O melhor mesmo é seguir a velha recomendação de usar botas de cano alto ou botinas com pederneiras de couro para prevenir acidentes e também não enfiar a mão em buracos.
Para prevenir acidentes, também é importante conhecer alguns hábitos das cobras e tentar evitar o contato direto com elas. Assim, de seres ameaçadores, elas podem se transformar em bons aliados do produtor rural, pois alimentam-se sobretudo de ratos.
Veja abaixo algumas imagens:










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