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quarta-feira, 14 de março de 2012

PEQUENO TSUNAMI DEPOIS DE TERREMOTO NO JAPÃO HOJE

Epicentro do Terremoto (Imagem - G1.com.br)
O alerta emitido de tsunami levantou-se depois do forte tremor de terra de magnitude 6,8 em escala aberta Richter, que sacudiu hoje a região de Kushiro, ao sul, na ilha japonesa de Hokkaido, segundo fontes oficiais.
 O epicentro registrou-se a uns 235 quilômetros ao sul de Kushiro e a uma profundidade marítima de 26 quilômetros, informou a Agência Meteorológica do Japão. O alarme retirou-se uma hora e meia em vigor, e após que em lugares da província de Aomori e a ilha de Hokkaido se detectou uma subida das águas de até 10 centímetros. Em outros pontos do litoral afetado a subida das águas foi muito leve.
De acordo com a predição, um tsunami de médio metro de altura registrou-se em Hokaido, na costa central do oceano Pacífico, e nas prefeituras de Aomori e Iwate sem causar danos.
Ao tremor telúrico seguiram várias réplicas na costa noroeste dos arquipélagos e uma intensidade dentre 4,6 e 5,9 graus em escala aberta Richter, sem que em nenhum caso se reportassem danos materiais ou perdas humanas.
Iwate foi uma das mais três afetadas pelo terremoto e devastador tsunami que há um ano causou mais de 19 mil mortos no nordeste do país e a pior crise nuclear dos últimos 25 anos.
Um terremoto de 9.0 graus em escala-a de Richter que provocou poderosos tsunamis que golpearam em 11 março de 2011 o nordeste do Japão, devastando a zona e destruindo a central nuclear de Fukushima.
Depois do sismo, a Agência de Segurança Nuclear do Japão ditou uma revisão nas plantas atômicas da zona, todas elas paralisadas por segurança a raiz da catástrofe na de Fukushima, sem que pelo momento se reporte anomalias.
A estatal NHK informou que o terremoto não causou danos nas centrais nucleares da zona e as operações prosseguiram em forma regular nas plantas de Onagawa (prefeitura de Miyagi) e na de Higashidori (prefeitura de Aomori).
Minutos após produzir-se o sismo a Agência de Segurança Nuclear do Japão lançou uma revisão nas plantas atômicas da zona, todas elas paralisadas por segurança a raiz da catástrofe em Fukushima, sem que se informassem de anomalias.

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