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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Breve história da vida

E se as extinções em massa não tivessem origem na queda de asteróides? A ideia vende mais do que uns fenómenos vulcânicos extremos, os chamados "trapps" ou mantos basálticos, cujo famoso "Deccan Trapps" é um de vários acontecimentos na História da Terra.
No livro ainda não traduzido para português - When life near died -, o geólogo Michael Benton explica de que forma os "mantos basálticos da Sibéria" podem estar associados aos fenómenos de "extinção em massa".
Apareceu agora nas nossas livrarias um pequeno livro, 200 páginas e com um custo baixo, indispensável para quem lecciona a disciplina de Biologia e Geologia, alunos e interessados nestas questões das geociências/biociências.

Poucas histórias haverá mais notáveis do que aquela que nos conta a evolução da vida na Terra. Esta breve introdução apresenta-nos um guia sucinto para os episódios chave dessa história - das controvérsias em torno do próprio nascimento da vida até à extraordinária diversidade das espécies que hoje povoam o mundo. Ao introduzir ideias de uma vasta gama de disciplinas científicas, Michael Benton explica-nos como podemos montar as peças deste enorme puzzle evolucionário, a fim de criarmos uma imagem actualizada da história da vida na Terra.

"É complicado atribuir um sentido à história da vida na Terra. Quando pensamos na Pré-História, uma incontável série de estranhos e espantosos animais e plantas desfila-nos vertiginosamente perante os olhos: o homem de Neandertal, os mamutes, os dinossauros, as amonites, as trilobites... e, obviamente, um tempo em que a vida nem sequer existia, ou pelo menos fazia-o apenas sob a forma de seres microscópicos de uma simplicidade extrema que flutuavam na sopa primordial.
Estas impressões foram colhidas de várias fontes. Hoje, as crianças crescem na convivência com livros sobre dinossauros, e as imagens destes enquanto criaturas vivas e actuantes estão por todo o lado, em filmes e documentários televisivos. E, tal como as crianças, são muitos aqueles que se deslocaram até falésias ou escavações a fim de coleccionar os seus próprios fósseis de amonites ou trilobites. Estes fósseis comuns, à semelhança de muitos outros exemplos espectaculares e belos, como as petrificações de peixes invulgares que mostram todas as suas escamas, continuam a brilhar após milhões de anos, e podem ser encontrados em lojas de fósseis, em fotografias de encher o olho publicadas em livros de mesa, ou até na Internet.
A maioria das pessoas tem consciência de que, apesar da sua ubiquidade na cultura moderna, os dinossauros viveram muito tempo antes dos humanos, e antes sequer de os dinossauros existirem houve longos períodos de tempo, dos quais pouco sabemos, povoados por animais mais invulgares estranhos. Como podemos então atribuir um sentido a tudo isto?"
Extraído de Introdução - Breve História da Vida. Michael J. Benton. Texto Editores

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