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domingo, 27 de maio de 2012

NOVO REMÉDIO CONTRA A OBESIDADE (LURAGLUTIDE) TEM 43 POR CENTO DE CHANCE DE APROVAÇÃO

O grupo dinamarquês Novo Nordisk, maior produtor de insulina do mundo, está na terceira fase de estudos para aprovação do Victoza para tratar a obesidade e, se aprovado, espera ser lançado para o tratamento, nos Estados Unidos, no final de 2014 ou 2015 ou mais cedo.
Liraglutide, um ingrediente ativo no Victoza, tem mostrado que pode ser eficaz para ajudar pessoas obesas a perder peso.
Uma pesquisa de 10 analistas diagnosticou uma previsão média de 43 por cento de o Victoza ser aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para o tratamento da obesidade, os analistas de bancos internacionais são céticos do que seus colegas dinamarqueses.
A obesidade é um problema mundial, com meio bilhão de pessoas consideradas obesas. E, no mundo todo, não tem país com mais gente obesa que os Estados Unidos, onde 37,5% dos adultos, ou mais de 78 milhões de pessoas, é considerada obesa. No Brasil, a porcentagem de obesos é de 13,9% dos adultos, aproximadamente 15 milhões de pessoas.
Neste cenário, surge o liraglutide, uma droga para o tratamento da diabetes tipo 2, e que tem efeito emagrecedor, que segundo alguns relatos ajuda a eliminar 7 quilos em média, chegando a até 15 quilos, em até cinco meses.
De olho neste novo uso, o fabricante dinamarquês Nova Nordisk, também o maior produtor mundial de insulina, iniciou estudos em 2009 para aprovar o medicamento como tratamento para obesidade junto ao FDA (órgão regulador de medicamentos nos EUA).
Agora que o teste entra na fase três, aumentam as especulações sobre se ele será aprovado como tratamento contra obesidade. Uma pesquisa com 10 analistas apontam 43% de chances de aprovação.
Destes 10 analistas, cinco são de bancos internacionais dando uma probabilidade de 32%, enquanto os outros cinco analistas são de bancos dinamarqueses, e que dão uma probabilidade de 55% de aprovação.
Se o otimismo dinamarquês se confirmar, o Victoza (nome comercial do luraglutide) será o primeiro medicamento aprovado pelo FDA para tratamento de obesidade desde 1999.
A diabetes tipo 2 é causada por uma deficiência relativa de insulina, aumento da glicose sanguínea, e resistência à insulina, e pode causar falência renal, problemas cardíacos e cegueira, além de ter a obesidade como uma das consequências.
O Victoza estimula a produção de insulina pelo pâncreas, e diminui o glucagon. Além disso, ele também dá uma sensação de saciedade. A aplicação é em uma injeção semelhante à de insulina, preferencialmente no abdômen.
Só que o liraglutide tem efeitos colaterais: notadamente dores de cabeça, vômitos, náuseas e diarreias, em alguns casos bem sérias, principalmente pelo fato que a dosagem para emagrecer é normalmente o dobro da dosagem para controle do diabetes (3 mg, contra 0,6 mg até 1,8 mg). Além disso, uma caixa do medicamento custa a bagatela de R$ 370,00, durando entre 10 e 30 dias, dependendo da dosagem.
Finalmente, um aviso aos leitores: não se automediquem. Se querem experimentar a droga, aguardem a aprovação da mesma como emagrecedor (existem as suspeitas que o medicamento cause câncer no pâncreas), e procurem um médico. Não tentem consultas médicas em fóruns e páginas da internet. Enquanto isto, adotem uma dieta saudável e pratiquem exercícios.
Fonte: Reuter
  Será que poderemos perder peso sem penar?
O que é o Victoza?
O Victoza é uma cópia de um hormônio produzido pelas nossas células intestinais (chamado GLP-1), inicialmente usado para o tratamento de diabetes mellitus.
Como funciona e quais os efeitos no organismo?
Simplificadamente, o Victoza tem a função de colocar o açúcar dentro das células (por isso, que é uma medicação para o tratamento do diabetes mellitus). Ele avisa as células cerebrais que o organismo está saciado e torna o esvaziamento gástrico mais lento. Isso ajuda o paciente a comer menos e perder peso. Existem outras funções mais específicas, como preservar as células pancreáticas produtoras de insulina para retardar e até evitar a falência do pâncreas de um indivíduo diabético. O remédio é uma forma de enganar o seu corpo para se sentir saciado.
Como tomar?
Por meio de aplicações subcutâneas diárias. O paciente pode fazer as aplicações sozinho.
Quem pode tomar?
Inicialmente, a ANVISA e o FDA (Food and Drug Administration) só aprovam a medicação para pacientes portadores de diabetes mellitus.
Tem efeitos colaterais? Quais?
Pode ter efeitos colaterais diversos, como enjoo, vômitos, cefaleia, constipação intestinal ou diarreia.
É preciso fazer dieta junto com a medicação? Há o risco de recuperar o peso ganho depois que parar de tomar?
É fundamental que uma dieta esteja associada a esse tratamento, em vista de reeducar o paciente e ajudar no controle glicêmico. Assim, se o paciente precisar, ou já tiver indicação de suspender a medicação, ele conseguirá manter o peso e a glicemia dentro do normal. Caso contrário, ele ganhará todo o peso perdido.

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