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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

OPERAÇÃO CONTRA CAÇA ILEGAL DE RINOCERONTES NA ÁFRICA

Um 'kit' contra a caça de rinocerontes, com câmera, detector de metais, GPS, material de impressão de pegadas e bolsas para provas será distribuído a guardas florestais na África do Sul e no Zimbábue, anunciou esta quarta-feira uma ONG que quer proteger estes animais em risco de extinção.
A ONG Fundação Internacional do Rinoceronte, com sede nos Estados Unidos, lançou o programa "Operação para Deter a Caça Ilegal Agora", uma prática que levou à extinção de várias espécies deste animal.
Rinoceronte negro com o chifre decepado e seu filhote em parque nacional
no sudeste de Nairóbi, em maio de 2006
Os rinocerontes interessam ao crime organizado porque seus chifres são vendidos para tratamentos medicinais na Ásia, especialmente no Vietnã, onde se acredita que curem o câncer.
A iniciativa, que aponta 11 hábitats de rinocerontes ameaçados na África do Sul e no Zimbábue, visa a reduzir as mortes destes animais ajudando a deter os sofisticados caçadores ilegais, que costumam usar helicópteros, equipamentos de visão noturna e rifles potentes.
Os recursos arrecadados serão destinados a treinar os guardas florestais em técnicas de pesquisas, compilação de inteligência, coleta de evidências e comunicações.
Perseguir a caça ilegal "é um trabalho incrivelmente difícil e perigoso", disse Susie Ellis, diretora-executiva da Fundação Internacional de Rinocerontes, segundo o qual menos de 5% dos caçadores acabam condenados.
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) informou este mês que a caça ilegal de rinocerontes na África do Sul atingiu um novo recorde no ano passado, com 341 animais mortos.
O WWF também confirmou a extinção dos rinocerontes no Vietnã.
Por outro lado, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que compilou a lista vermelha de espécies ameaçadas, informou este mês que uma subespécie de rinoceronte negro nativo da África ocidental foi extinto.
O rinoceronte branco do norte da África central também foi incluído como "possivelmente extinto".
A crescente demanda impulsionou os preços a meio milhão de dólares por chifre, segundo a Convenção do Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas.


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