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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

7 BILHÕES! COMO CABEMOS TODOS NA TERRA?

O Oceanário de Lisboa realizou um workshop que abordou a escalada da população humana até aos atuais sete mil milhões de habitantes.
Dirigido a educadores e professores de todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar ao ensino médio, a iniciativa foi organizada por três educadoras marinhas do Oceanário, Teresa Pina, Susana Canteiro e Mafalda Frade.
Teresa Pina explicou que com o nascimento do habitante sete bilhões era “importante olhar para esse número e perceber como é que o número de habitantes evoluiu, como é que usamos o planeta Terra e se realmente cabemos todos” nele.
Segundo a responsável do departamento de educação do Oceanário, “isto tem tudo a ver com a forma como usamos os recursos”. Ou seja, “se continuarmos a explorá-los como temos feito até agora é insustentável” manter a Terra com qualidade de vida. E exemplifica: “Se todos vivêssemos como nos Estados Unidos da América seriam precisos cinco planetas Terra, na Europa três e, na realidade, todos juntos precisaríamos de um planeta e meio”.
No início do workshop foi apresentado um vídeo (abaixo) que explica como chegamos a sete mil milhões de habitantes. Estava dado o mote para discutir o importante uso das energias renováveis, da água, dos recursos marinhos, etc. A iniciativa também mostrou a experiência de vida de diferentes cidadãos do mundo, que deixaram de comer carne ou criaram uma quinta biológica, como bons exemplos a seguir.
O limite no nosso planeta, por enquanto, não é físico. “O importante é a forma como usamos o espaço”, assinalaram as educadoras marinhas do Oceanário. “Na Holanda existem 429 habitantes por Km2, no entanto, estas pessoas vivem bem apesar de serem muitas numa área mais pequena”. Por outro lado, no Brasil existem “24 habitantes por Km2” mais “a carência de serviços é imensa”, exemplificaram.
Segundo as organizadoras “alguma coisa está mal e tem de ser mudada”, por isso é fundamental apostar num desenvolvimento sustentável “para que este planeta garanta qualidade de vida”.
A ideia do workshop foi fornecer “ferramentas educativas que possam ser usadas na sala de aula por professores, abordando as várias vertentes deste tema”, afirmou Teresa Pina.
Susana Canteiro, Teresa Pina e Mafalda Frade
Um dos sítios na Internet que as organizadoras da iniciativa usaram como fonte de informação foi o da CIA que “tem todos os países com a descrição de tudo sobre estes países”.
Outra fonte apresentada, o Worldometers, apresenta números em tempo real sobre vários aspectos da vida, como o número da população mundial atual, os nascidos neste ano, gastos com a saúde, carros produzidos, jornais a circularem, celulares vendidos, pesquisas no Google, florestas destruídas, pessoas que morrem de fome, água consumida, energia solar que atinge hoje a terra, petróleo extraído, etc.

2 comentários:

  1. Eis um desafio que me parece uma utopia. A pobreza, a fome, a seca, os conflitos gigantescos que temos assistidos, seguirão o curso descontroladamente, como sempre tem acontecido e certamente em proporções ainda maiores. Pelo cenário atual, acho muito improvável que o amor e a paz renasçam nos corações, em nome da preservação do planeta. Infelizmente a ganância cega os poderosos e são eles que deverão dar a solução. Vamos aguardar.

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  2. Fica calma, daqui a pouco aparece uma doença que mata pelo menos 25%, já foi assim com a Peste Negra, a Gripe espanhola e outras que apareceram ao longo do tempo dizimando muitas vidas, é a ordem natural das coisas.

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