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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CIVILIZAÇÃO GARAMANTE VOLTARÁ A SER ESTUDA POR ARQUEÓLOGOS NA LÍBIA

Grupo britânico tem imagens por satélite se dezenas de cidades que datam dos primeiros 500 anos D. C.
Um grupo de arqueólogos britânicos vai regressar ao sudoeste da Líbia, de onde teve de sair em Fevereiro passado devido à guerra civil que recentemente terminou, para continuar as investigações que estava a realizar sobre uma antiga civilização: a dos Garamantes.
Enquanto jornalistas do mundo inteiro focam suas atenções na Líbia devido à crise política, um grupo de pesquisadores britânicos fez uma impressionante descoberta arqueológica no país do norte da África. Aparentemente, existe uma complexa civilização perdida instalada no meio do deserto do Saara, em um local longe de qualquer centro urbano da atualidade.
Nesta nova fase de exploração, a equipa dirigida por arqueólogo David Mattingly dispõe de imagens por satélite onde podem ser identificadas mais de 100 cidades fortificadas que datam dos primeiros 500 anos D. C.
Ruínas da civilização Garamante
Estes achados arqueológicos “foram ignorados durante o regime de Kadafi”, explica Mattingly, da Universidade de Leicester, que trabalha nesta zona desde 1997, citado pelo jornal espanhol «El Pais».
“Os garamantes eram muito civilizados. Viviam em cidades fortificadas e praticavam a agricultura. Tinham um estado organizado com cidades e aldeias, uma linguagem escrita e tecnologias avançadas. Foram os primeiros a estabelecer-se em oasis e a abrir rotas de comércio pelo deserto do Saara”, esclarece o investigador.
Localização das ruínas
As imagens por satélite cobriram uma grande superfície. As provam indicam que o clima não se alterou desde essa altura e é possível ver que num local onde nunca chove há muitas construções e a terra era cultivada.
Algumas das estruturas são castelos cujas paredes se elevam mais de quatro metros. Podem também identificar-se vivendas e cemitérios, poços e sistemas de irrigação subterrâneos. Existe também uma grande variedade de pinturas rupestres em toda a zona.
Desde a invasão italiana da Líbia, nos anos 30 do século XX, que se tem tentado estudar aquela zona do país, à volta da antiga cidade de Garama (atualmente Germa). Mas só nos últimos anos se percebeu a grande importância das ruínas, sendo agora possível começar a reconstituir o estilo de vida e a cultura da civilização que as habitou.

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