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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DIRIGÍVEIS IRÃO CRUZAR OS CÉUS A PARTIR DE 2014

Empresa britânica Hybrid Air Vehicles aposta no baixo custo do transporte
A partir de 2014 vamos poder voltar a ver nos céus aeronaves dirigíveis. Tal como os zepelins das primeiras décadas do século XX, e outros dirigíveis, as novas aeronaves que estão sndo construídas pela companhia Hybrid Air Vehicles (HAV) têm como princípio básico utilizar gás mais leve do que o ar.
A capacidade técnica para se mover em espaços onde transportes convencionais têm problemas é a mais-valia destes HAV. A nova geração de aeróstatos será utilizada em zonas geladas para o transporte de produtos a custos relativamente baixos.
Os dirigíveis vão transportar produtos em zonas geladas
Depois de terem feito sucesso e provocado admiração nas primeiras décadas do século XX, a insegurança do transporte levou-o ao esquecimento. Passaram a ser utilizados somente para fins publicitários ou para investigações científicas.
Estes veículos modernos utilizam o princípio híbrido, ou seja, tanto a aerodinâmica como a tecnologia “mais leve do que o ar” para gerar a sustentação. Aproximadamente 60 por cento da elevação é aerostática (sustentabilidade a hélio). A restante percentagem é aerodinâmica, gerada a partir do formato do veículo.
Além da vantagem de poderem dirigir-se para pontos geográficos difíceis, estas aeronaves têm também o fator econômico do seu lado. Os custos de viagem por terra ou a contratação de voos são geralmente muito altos.
A empresa britânica propõe criar um sistema de voo barato e prático utilizando dirigíveis que podem transportar até 50 toneladas de peso a um quarto de custo dos meios convencionais.
Zonas geladas de exploração de minérios como a Groelândia, o Canadá ou a Sibéria já se mostraram interessadas no projeto.
SOBRE OS DIRIGÍVEIS
Um dos ícones da história da aerostação e aviação foi o dirigível LZ 127 Graf Zeppelin, construído em 1928. O Graf Zeppelin possuía 213 m de comprimento, 5 motores, transportava de 20 a 24 passageiros e cerca de 36 tripulantes. O primeiro vôo de longa distância aconteceria em outubro de 1928, ligando a cidade alemã de Frankfurt a Nova York, nos Estados Unidos da América, e que durou 112 horas. Caberia ao Graf Zeppelin a primazia de ser o primeiro objeto voador a dar a volta ao mundo. A epopéia, em sete etapas, seria feita em 1929, percorrendo 33 mil quilômetros. O Graf Zeppelin foi construído pela Deutsche Zeppelin-Reederei, empresa fundada por Ferdinand Von Zeppelin, em 1928, e percorreu mais de 500 mil quilômetros, transportando pelo menos 17 mil pessoas.
Zeppelin
O LZ 129 Hindenburg era o orgulho da engenharia alemã, e considerado o modelo mais espetacular fabricado pela Deutsche Zeppelin-Reederei. O Hindenburg possuia 245 m de comprimento, 41,5 m de diâmetro, voava a 135 km/h com autonomia de 14 mil quilômetros e tinha capacidade para conduzir 50 passageiros e 61 tripulantes. O modelo explodiu em New Jersey, nos Estados Unidos em 6 de maio de 1937, antes de pousar na base aérea de Lakehurst, perecendo dos 97 ocupantes (36 passageiros e 61 tripulantes), 13 passageiros, 22 tripulantes e um técnico americano em solo, no total de 36 pessoas. O desastre marcou o fim da era dos dirigíveis rígidos.
O LZ 127 Graf Zeppelin foi descomissionado em 1937, ficando em exposição pública até 1940, quando então ele e o novo LZ -130 Graf Zeppelin II, foram desmantelados. Assim como o hangar especificamente construídos para eles no aeroporto de Frankfurt.
Depois de 1937, a companhia americana Goodyear continuou a fabricá-los nos Estados Unidos. Ao contrário dos dirigíveis rígidos alemães, esses outros modelos tinham um balão maleável, feito de derivados de borracha e inflado com gás hélio. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Marinha americana utilizou-os para acompanhar navios e detectar submarinos inimigos. Esses "blimps", como passaram a ser chamados, misturavam conceitos dos dirigíveis de Santos Dumont e do conde Zeppelin e foram os que resistiram ao tempo e ressurgiram na década de 1980 como instrumento publicitário.

Um comentário:

  1. Sou muito desconfiada destes dirigíveis. Será que a intenção é mesmo boa? Até hoje não consigo entender como havia tanta câmera para filmar os aviões que acertaram o World Trade Center. Ainda acredito que aquilo foi comandado por controle remoto. rsrsrsrsr

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