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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

UM DIA PARA NÃO ESQUECER ALZHEIMER - 21 DE SETEMBRO


Todos os anos, a 21 de Setembro, ouvimos falar de Alzheimer com mais intensidade dado ser o dia internacional dedicado a este terrível problema. Como doença associada ao envelhecimento, o Alzheimer afeta um número cada vez maior de pessoas por todo o mundo uma vez que a esperança média de vida tem vindo aumentar. Convém lembrar que se trata, na sua grande maioria (90% dos casos), de uma doença que surge de forma esporádica, isto é, sem uma componente genética definida.
Alzheimer doença silenciosa e degenerativa
No Brasil, a doença de Alzheimer afeta mais de 500 000 pessoas mas atinge muitos milhões por todo o mundo. Dados epidemiológicos apontam para quatro casos em cem indivíduos com mais de 65 anos. Este número sobe para uns assustadores 47 por centena de pessoas com mais de 85 anos.
Trata-se, pois, de uma questão grave que, infelizmente, bate à porta de muitos de nós. É uma doença terrível, caracterizada principalmente por dificuldades de memória e problemas cognitivos que vão muito para além dos normais esquecimentos do dia-a-dia que todos experimentamos. O vulgar “onde deixei as chaves?” não é motivo para alarme.
 Alzheimer e Parkinson
Não devemos confundir Alzheimer com Parkinson, outra doença neuro degenerativa assustadora, mas com características muito diferentes. Nesta, as principais manifestações são motoras, como tremor em repouso, rigidez muscular e dificuldade em iniciar movimentos.
Impotência diante da doença
A doença de Alzheimer tem este nome por ter sido descrita pelo médico Alemão, Alois Alzheimer em 1906. Depois da sua descrição, o nosso conhecimento evoluiu tremendamente mais ainda não nos permitiu curar a doença. Infelizmente temos até muito poucas “armas” para a cruzada contra esta patologia e precisamos ainda de muita investigação nesta área.
Sabemos que as características principais da enfermidade incluem a morte de neurônios de zonas específicas do cérebro e a acumulação de proteínas em aglomerados conhecidos como placas amilóide e tranças neurofibrilhares. Mas não sabemos ao certo o que mata os neurônios nem o que causa exatamente a acumulação deste “lixo” proteico…
Além disso, têm-se ainda grandes dificuldades em diagnosticar a doença em fases pré-sintomáticas o que complica qualquer tipo de estratégia terapêutica neuroprotetora.
Para não esquecer!
A boa notícia é que a comunidade científica internacional está dedicada e empenhada em vencer a doença de Alzheimer. Como investigador nesta área, acredito que vamos chegar lá. Só não sabemos é quando…
Entretanto, é importante ir falando sobre este problema. Alzheimer pode-nos fazer esquecer como indivíduos mais como sociedade não nos podemos esquecer dela!

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